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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Como combater a flacidez

Muitas mulheres sentem-se atormentadas pelo mesmo fantasma: a flacidez. Ela aparece em partes bem visadas como as coxas, a barriga, o bumbum e os braços.
Este é um processo lento e progressivo que faz com que as fibras de sustentação da pele, o colágeno e a elastina, enfraqueçam com o passar do tempo, principalmente por causa do envelhecimento natural do organismo. Além deste fator, a genética influencia consideravelmente no aparecimento da flacidez. Mas ainda não é só: outros fatores também contribuem para o desgaste das fibras como: a falta de ginástica (favorece a flacidez dos músculos), a exposição em excesso ao sol (destrói as fibras elásticas) e a alimentação inadequada (pobre em proteínas e rica em gorduras).
Não há como negar: músculos sutilmente volumosos e bem torneados deixam a mulher mais bonita e sensual. Para isso, é essencial fazer atividades físicas regularmente, e evitar problemas desagradáveis como a flacidez e a celulite, mesmo que você tenha propensão em adquiri-las. Agora, quando estes inconvenientes companheiros já se instalaram, ainda assim, a ginástica (principalmente a musculação) se torna um poderoso aliado.
Não há dúvidas: fazer exercícios com peso, enrijece os músculos e tonifica a pele, melhorando muito os casos de flacidez. Com exceção de alguns casos onde a flacidez é muito acentuada (como na pessoa que emagrece muito e rápido, sem fazer exercícios, ou após uma gravidez em que a mulher engordou demais) se torna necessário recorrer à cirurgia plástica. Se este não é o seu caso, malhe!
Combata estes inimigos, com as dicas abaixo:
  • Faça musculação 3x por semana, seguindo o programa montado pelo instrutor da academia onde você treina ou pelo seu treinador pessoal;
  • Complete os treinos com exercícios aeróbios (caminhadas, bicicleta, natação, etc.) 3x por semana de 30 a 50 minutos, que ajudarão você a melhorar o seu condicionamento cardiorespiratório, além de ajudar a eliminar as gordurinhas extras;
  • Não esqueça dos alongamentos antes e depois das atividades;
Fonte: maisequilibrio

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Entenda por que é importante reaproveitar os alimentos



Você sabia que aquela casca de banana que você joga fora possui duas vezes e meia mais vitamina C do que a polpa da fruta? As cascastalossementes e folhas dos vegetais e frutas que costumamos desprezar podem ser muito saudáveis. “As partes não convencionais dos alimentos possuem um rico valor nutricional, ou seja, a quantidade de vitaminas, sais minerais e proteínas concentradas podem aparecer até em quantidade maior do que na parte costumeiramente utilizada”, observa a nutricionista Lenita Borba do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia.
Aproveitar as frutas e vegetais ao máximo é cada vez mais importante em um mundo onde 1,3 bilhão de toneladas de alimentos é desperdiçado anualmente de acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. Confira quais as partes de alimentos que você deve parar de jogar no lixo e passar a colocar na panela, conheça os seus benefícios para a saúde e aprenda receitas saborosas com eles.

Casca de abóbora

A casca de abóbora é rica em fibras, vitamina C e carotenoides. “O consumo deste último nutriente auxilia na prevenção de doenças cardíacas e câncer, também previne problemas de visão e de pele”, explica a nutricionista Silvia Honorato da Silva, supervisora do programa Alimente-se bem do Sesi São Paulo.
Um estudo sul-coreano publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry dos Estados Unidos concluiu que a casca da abóbora possui uma proteína chamada Pr-2 que tem um poderoso efeito antifúngico. Ela enfrenta o fungo que causa infecções vaginais, assaduras e outros problemas de saúde.
A casca de abóbora pode ser utilizada em saladas, para enriquecer o arroz e ser servida como um canapé. Em todos os casos é preciso ferver o alimento antes já que o seu aspecto é muito duro e a espécie de abóbora utilizada é a seca.

Casca de banana

A casca de banana é rica em vitaminas A, C e do complexo B e fósforo. “O fósforo é um mineral que atua no metabolismo auxiliando na ativação das vitaminas do complexo B e também tem a função de fortalecer ossos e dentes, juntamente com ocálcio“, conta Silva.
Uma pesquisa publicada pela Bioscience, Biotechnology and Biochemistry, revista da Sociedade Japonesa de Biociência, Biotecnologia e Agroquímica concluiu que a casca de banana é benéfica para quem possui câncer de próstata. O extrato da casca ajudaria a reduzir o aumento da glândula da próstata. A casca de banana pode ser utilizada na produção de doces como bolos ou geleias.
-Confira em quais nutrientes a casca da banana vence a polpa
Vitamina C: A casca conta com duas vezes e meia mais vitamina C do que a polpa. 100 gramas de casca possuem 10,14 mg enquanto a mesma quantidade da polpa têm 3,9 mg. O nutriente irá aumentar as defesas do organismo, contribuindo na prevenção e no combate de infecções como a gripe.

Casca de maracujá

A casca de maracujá, estamos falando daquela parte branca da fruta, é cheia de benefícios. Ela é rica em pectina, niacina,ferrocálcio e fósforo. “A pectina é uma fibra solúvel, que auxilia na redução dos níveis de absorção de colesterol pela corrente sanguínea, ajudando a prevenção de doenças cardiovasculares. Ajuda também nos casos de diabetes, diminuindo a absorção de gorduras e açúcares presentes nos alimentos”, esclarece Silva.
Esta parte da fruta é utilizada para fazer a farinha de maracujá que possui diversos benefícios para a saúde. A farinha promove a saciedade, contribuindo para o emagrecimento, previne o diabetes e ajuda quem já tem o quadro, colabora com a digestão e melhora as taxas de colesterol e triglicérides.
A casca do maracujá pode ser utilizada para enriquecer saladas, na forma de cremes para acompanhar carnes, como um purê e também para doces.

Casca de laranja

A casca de laranja é rica em fósforo, cálciofibras e em carboidratos. “Este último fornece energia ao corpo para realizarmos nossas atividades diárias, como andar, correr, falar ou mesmo respirar”, afirma Borba.
Uma pesquisa do Arizona Cancer Center nos Estados Unidos concluiu que a casca de laranja é rica em limoneno, substância que tem se mostrado eficaz no combate ao câncer de mama e de cólon. A casca de laranja pode ser utilizada para aromatizar o arroz e os molhos e em doces.

Talos de agrião

O talo de agrião é rico em vitaminas A, C, do complexo B, fósforo e ferro. “O consumo do alimento auxilia na redução da formação de radicais livres, ajudando na diminuição dos riscos de envelhecimento celular”, conta Silva. O alimento pode ser ingerido cru em saladas ou em maioneses de legumes. Ele também pode ser combinado com carnes e é uma ótima opção para recheio de alimentos como pastel assado. O talo tem um sabor picante.

Talo de brócolis

O talo de brócolis contém vitamina C e A e é utilizado para enriquecer preparações ou em recheios. “A vitamina A é interessante porque diminui os riscos de inflamações na pele”, justifica Silva.
De acordo com o American Institute for Cancer Research dos Estados Unidos, o talo do brócolis também é rico em isotiocianatos, fitoquímicos que podem desempenhar um papel no combate ao câncer. O alimentos pode ser preparado na forma de purê ou creme. Ele também é um ótimo recheio de comidas como a pizza.

Fonte: minhavida

terça-feira, 12 de julho de 2016

Sete dicas para correr em grupo sem dar vexame



A tentação de ficar em casa e deixar a academia para depois é uma das principais razões que levam ao abandono do treino. Talvez por isso, exercícios em grupo têm se tornado cada vez mais populares e eficientes. “O convívio social e o espírito de equipe são grandes motivadores que aumentam a chance de comprometimento com a atividade”, explica o educador físico Fábio Medina, fundador de um grupo de corrida paulistano que leva seu nome. Ele explica, entretanto, que força de vontade é apenas metade do caminho para se dar bem em um grupo de corrida. Conheça outros sete pré-requisitos fundamentais para fazer o treino render:

Mesmo nível de condicionamento físico

“Entrar em um grupo de corrida com condicionamento físico similar ao seu é fundamental para não ficar desmotivado”, aponta o personal trainer Adriano Braga, de São Paulo. Segundo ele, um grupo muito heterogêneo vai fazer com que os mais bem preparados não evoluam e os menos condicionados se esforcem demais, correndo o risco de lesões. Por isso, junte-se a colegas com nível parecido para progredir gradualmente.

Conheça o trajeto

Apenas saber a distância de uma corrida não basta. “Verificar se o chão é asfalto ou terra e se há muitas subidas também é fundamental”, afirma o educador físico Fábio. Segundo o especialista, pisos mais moles e subidas exigem um esforço muscular muito maior e podem esgotar o corredor antes do fim da prova, mesmo que ele já tenha percorrido aquela mesma distância em terreno duro e plano. “Trabalhar uma estratégia para a corrida é a melhor maneira de melhorar seu desempenho”, complementa.

Mantenha o ritmo

“É muito mais fácil manter um mesmo ritmo de corrida quando se pratica o esporte em grupo”, afirma o personal trainer Adriano. Ele lembra, entretanto, que há diversos ritmos de treino. Algumas pessoas mantém uma mesma velocidade durante todo o trajeto. Outros preferem alternar tiros de corrida com caminhadas. Há ainda a possibilidade de começar com bastante intensidade, reduzir a velocidade na metade do caminho e terminar a corrida com força total. O importante é tentar acompanhar o restante do grupo.

Fique atento ao bate-papo

De acordo com o educador físico Fábio, a conversa é um ótimo parâmetro de intensidade da corrida. “Se você está conseguindo dialogar normalmente é porque o ritmo da corrida está moderado ou leve”, explica. E fique atento para que ela não atrapalhe os outros corredores. O educador conta que quando em excesso, conversas paralelas geram brigas e até rupturas de grupos de corrida. Além disso, ela pode prejudicar quem está falando. Quem nunca sentiu aquela dorzinha na lateral do abdômen? Isso é sinal de baixa oxigenação, então, neste caso, o ideal é parar de falar.

Aproveite o apoio dos colegas

Outra grande vantagem dos grupos de corrida é o espírito de equipe. “Os mais experientes acabam dando suporte aos novatos”, aponta o personal trainer Adriano. Ele lembra, entretanto, que seu treino não deve ser prejudicado pelos demais corredores. O fato de um colega ficar para trás ou desistir de correr não deve incentivá-lo a fazer o mesmo. “Você pode tentar motivá-lo, mas não deve deixar suas metas de lado por ele”, afirma.

Aumente a intensidade aos poucos

“Ao final do treino você deve sentir que se esforçou, mas que pode aumentar ainda mais a intensidade na próxima corrida”, alerta o educador físico Fábio. Segundo ele, nas primeiras provas, o corredor pode sentir cansaço e uma dor muscular maior. Conforme o condicionamento físico evolui, deve-se aumentar gradualmente a intensidade do treino. Algo está errado se você chega em casa exausto e com dores todos os dias. “Você deve respeitar os limites do seu corpo para não correr o risco delesões que, muitas vezes, podem deixá-lo meses longe da corrida”, diz. Ao contrário do que muitos imaginam, a sobrecarga leva apenas à degeneração muscular e articular.

Vale investir nos equipamentos

Para um corredor iniciante, um tênis com bom amortecimento além de camiseta e bermuda confortáveis são o suficiente para começar a correr, explica o personal trainer Adriano. Mas para quem tomou gosto pelo esporte, vale investir em relógios que medem a frequência cardíaca e o número de calorias perdidas. Há modelos que até transferem gráficos para o computador, permitindo uma visualização melhor do progresso do corredor. Por fim, não se esqueça da hidratação. “Em corridas de curta distância, ela pode ser feita antes e depois do treino, mas em longas distâncias, leve uma garrafinha com você”, recomenda.
Fonte: minhavida

segunda-feira, 11 de julho de 2016

5 alimentos que ajudam a controlar a diabetes

A diabetes é uma doença que atinge grande parte da população. Ela acontece quando o pâncreas não consegue produzir a quantidade de insulina adequada para o organismo, aumentando a quantidade de glicose no corpo. Por isso, o primeiro passo de quem sofre com a doença é eliminar o açúcar, maior fonte de glicose existente. Quer começar uma dieta saudável? Clique aqui e veja como podemos te ajudar! Fora isso, alguns alimentos são capazes de controlar essa glicose e ajudar no controle da diabetes.
Veja 5 alimentos que ajudam a controlar a diabetes.
Maçã
A maçã é rica em pectina, uma fibra que ajuda no controle da glicemia e do mau colesterol. Além disso, ela é fonte de várias vitaminas e contribui para a saciedade, além de não ser muito calórica (cerca de 80 kcal por unidade).

Linhaça

Essa semente é fonte de magnésio, que controla a glicemia e a liberação da insulina no organismo. Ela também é nutritiva por ser rica em fibras e gorduras boas. Pode comer todos os dias, no café da manhã, de preferência.

Abacate

O abacate ajuda a retardar a digestão, ou seja, evita que o açúcar chegue com tudo na corrente sanguínea após uma refeição. Ele é ótima fonte de gorduras boas, mas isso o torna calórico, sendo necessária certa moderação na hora do consumo. Opte pelo abacate de 2 a 3 vezes por mês.

Batata-doce

Além de ser rica em fibras, que absorvem a gordura e ajudam a reduzir a glicemia e o colesterol, a batata-doce evita que o açúcar no sangue se eleve, causando picos perigosos. Prepare-a assada, duas vezes por semana.

Brócolis

Ele é antioxidante, rico em vitamina C e fibras, o que aumenta a saciedade. Além disso, os brócolis contém cromo, um mineral que ajuda a controlar a glicemia. Deve ser consumido pelo menos uma vez por semana.
Fonte: maisequilibrio

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