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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Saiba o que o aipo pode fazer pela sua saúde


Conhecido por dar ‘vida’ a alguns medicamentos e suplementos vitamínicos, as folhas e talo do aipo ou salsão podem ser adicionados naturalmente nas refeições, sendo um ótimo complemento a sopas, sucos, batidos e iogurtes

As sementes de aipo são muito usadas para fins medicinais, mas só agora é que começam a fazer parte da rotina diária da maioria das pessoas que procura um estilo de vida saudável.

Conhecido por dar ‘vida’ a alguns medicamentos e suplementos vitamínicos, as folhas e talo do aipo ou salsão podem ser adicionados naturalmente nas refeições, sendo um ótimo complemento a sopas, sucos, batidos e iogurtes.

Mas, o que é que esta verdura têm de bom? Muita coisa. Segundo os sites Saúde e Dica e About, o aipo é um ótimo aliado na prevenção do câncer, uma vez que diminui o risco de danos celulares. É rico em cálcio e ‘amigo’ da saúde cardiovascular.

Além de ajudar no tratamento de úlceras, por ser rico em antioxidantes, é também uma boa forma de manter o organismo saudável, deixando-o protegido contra agentes terceiros.

E para quem pretende perder umas ‘gordurinhas’, o aipo é altamente eficaz por ser diurético e ainda ajuda as mulheres a lidar com as dores menstruais.

Fonte: Notícias O Minuto

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Quem dorme pouco tem mais risco de pegar resfriado, diz estudo


A conclusão publicada pela revista “Sleep” se baseia em um estudo com 164 voluntários que foram expostos ao vírus do resfriado por pesquisadores que também controlaram seus hábitos de sono.

Os indivíduos foram submetidos previamente a exames de saúde e preencheram questionários para que os pesquisadores pudessem entender seus fatores de risco, como estresse, temperamento e consumo de álcool e cigarro.

Seus hábitos de sono foram acompanhados mais de uma semana antes do início do estudo, durante o qual se hospedaram em um hotel na área de Pittsburgh, no estado da Pensilvânia.
Enquanto estiveram no hotel, os pesquisadores administraram o vírus do resfriado através de coriza nasal e monitoraram o grupo por uma semana para ver quem desenvolveria a doença.

Os resultados mostraram que aqueles que dormiam menos de seis horas por noite durante a semana tinham 4,2 vezes mais chances de serem infectados em comparação com aqueles que dormiam mais de sete horas.

Aqueles que dormiam menos de cinco horas eram 4,5 vezes mais propensos a ficar doentes.
“A falta de sono é mais importante do que qualquer outro fator em predizer a probabilidade de pegar um resfriado”, explicou Aric Prather, professora assistente de psiquiatria na Universidade da Califórnia em San Francisco, e principal autora do estudo.

“Não importa a idade, os níveis de estresse, raça, educação ou renda. Não importa se você é um fumante. Mesmo tendo em conta todos estes parâmetros, a quantidade de sono foi o fator mais importante”, disse.

Estudos anteriores ligaram a falta de sono a doenças crônicas, morte prematura, o risco de ficar doente, acidentes de carro, desastres industriais e erros médicos.
Um em cada cinco americanos dorme menos de seis horas, em média, de acordo com uma pesquisa de 2013 da Fundação Nacional do Sono dos Estados Unidos.

Fonte: Da France Presse

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Saiba por que os exercícios intensos podem interferir na nossa imunidade


Com o maior número de atletas desenvolvendo infecções por vírus (viroses), onde 3% a 5% provocam inflamações do musculo do coração (miocardites), existem grandes possibilidades de complicações por arritmias e de insuficiência cardíaca. As mais frequentes inflamações são as viroses das metrópoles, representadas pelo vírus coxsakie e o da gripe A1N1.
Como tudo acontece? O exercício físico induz alterações não definitivas do nosso sistema imunológico. A intensidade, a duração e o tipo de exercício determinam as alterações que ocorrem durante e após esforço. Existe um verdadeiro sistema de comunicação metabólico, imunológico e muscular que participa na coordenação, integração e regulação de tudo que acontece durante a atividade.
Diferentes tipos e cargas de exercício podem provocar alterações distintas na imunidade e sabe-se que se for moderado (<60% do consumo máximo de oxigênio- VO2 máx. medido no teste cardiopulmonar) parece estar relacionado ao aumento da defesa orgânica, enquanto que se for mais intenso e prolongado (>65% do VO2 max) ou seja o treino excessivo, parecem enfraquecer a imunidade.
Essa queda da imunidade ocorre porque ela diminui nos músculos a glutamina, um aminoácido não essencial que tem um fluxo direto e contínuo dos músculos para o fígado, intestino, rins e sistema imunológico. Como o sistema imunológico necessita de muita glutamina para a manutenção de suas funções, e o exercício físico induz o aumento da atividade dessas células.
Por isso, ocorre uma redução da disponibilidade de glutamina após exercícios intensos e prolongados, facilitando o desenvolvimento de doenças, em especial, as infecções de todo trato respiratório. Esse fenômeno imunológico, hoje em dia, é mais frequente, tem como recomendação, não um tratamento medicamentoso, mas a correção dos hábitos de treinamento.
Na medicina do esporte é descrita uma “doença”, a Síndrome do Excesso de Treinamento (SET). Antigamente, era chamada de overtraining clínico, que produz vários sintomas ou alterações, entre eles a queda brutal da defesa (imunidade) do esportista/atleta, facilitando o aparecimento das infecções.
Há anos no nosso serviço de Cardiologia do Esporte do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo, temos registrado níveis baixos de glóbulos brancos (ao redor de 2000 leucócitos) em atletas que mantém níveis muito elevados de volume e intensidade de treinamento, por muitos meses levando-os às muitas viroses. O fato é que a suplementação com L-glutamina não mostrou cientificamente até hoje algum benefício na melhora da imunidade.
Portanto, mantenha seu ritmo de treino dentro do confortável, caso necessita de forte elevação do treinamento, com finalidades competitivas, siga as instruções do educador físico/treinador, com seu médico do esporte e nutricionista, e siga a estratégia programada rigorosamente. Não aumente seu ritmo sem conhecimento profissional.
Autor – Nabil Ghorayeb
Fonte: Globo Esporte

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