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terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Dizer "muito obrigado" faz bem à saúde!


A gratidão reflete positivamente na sua saúde física, emocional e espiritual... 


O hábito de dizer "muito obrigado" em retribuição a um ato genuíno que tenham feito por nós não é apenas uma forma de cordialidade. A ciência vem mostrando que o sentimento de gratidão também pode refletir de forma positiva na nossa saúde física, emocional e espiritual. A psicóloga Luciana Paiva, explica que esse sentimento vem sendo estudado por filósofos psicólogos e cientistas e é umas das formas mais elevadas de expressão de maturidade emocional. "A gratidão tem o poder de 'blindar' as pessoas contra as dificuldades da vida. Isso porque pessoas gratas conseguem perdoar com mais facilidade, são menos narcisistas, mais generosas e essa sensação reflete no organismo como um todo" afirma. Veja o que a ciência já comprovou sobre ser mais grato:

Melhor saúde física

Um estudo publicado em abril de 2015 pela Associação de Psicologia Americana mostrou que pacientes que demonstravam mais gratidão apresentavam níveis menores de biomarcadores inflamatórios - que indicam a presença de alguma inflamação no organismo - relacionados à saúde cardíaca, além de melhor qualidade de sono, bom humor e menos fadiga. Foram analisados 186 homens e mulheres diagnosticados com insuficiência cardíaca assintomática (sem sintomas). O resultado dos biomarcadores inflamatórios é de extrema importância para este grupo, uma vez que a inflamação pode agravar a doença. Através dos testes psicológicos padrão, os pesquisadores fizeram uma escala do nível de gratidão e bem-estar espiritual dos participantes, e então compararam estes resultados à saúde geral deles - o que comprovou os benefícios da gratidão para a saúde, inclusive cardíaca. Numa segunda fase do estudo eles pediram que os pacientes escrevessem três coisas pelas quais eles eram gratos na maior parte dos dias da semana durante um período de oito semanas. A conclusão foi que os pacientes que mantiveram este diário mostraram redução dos níveis de circulação sanguínea de diversos biomarcadores de inflamação, assim como uma melhora da variabilidade cardíaca - considerada uma medida para reduzir o risco cardíaco - enquanto eles escreviam.

Melhor saúde mental

Quando nos sentimos agradecidos, por exemplo, pelas pessoas que estão perto de nós e pelos gestos de carinhos que recebemos nossa saúde mental também melhora. E essa relação pode ser percebida mesmo diante de situações adversas. É o que prova um estudo realizado por pesquisadores da Universidade para Mulheres do Mississipi e da Universidade da Califórnia nos Estados Unidos. A pesquisa foi realizada com pacientes que receberam órgãos através de transplante. Eles foram divididos em dois grupos, o primeiro manteria um diário com anotações sobre os efeitos colaterais da medicação, como se sentiam sobre a vida, quão próximos se sentiam das pessoas, e o que esperavam do dia seguinte, e o segundo, além das mesmas perguntas, também tinham que listar cinco coisas ou pessoas pelas quais eles eram gratos a cada dia e a razão deste sentimento. Depois de 21 dias a saúde mental e o bem-estar geral dos pacientes do grupo que tinha que listar as razões da sua gratidão estava melhor do que no começo do estudo, enquanto do outro grupo este nível caiu, além de reportarem uma perda de vitalidade. De acordo com os pesquisadores os pacientes do segundo grupo se beneficiaram da ação protetora que a gratidão traz ao corpo. A psicóloga Luciana Paiva completa dizendo que "pessoas gratas tendem a ver a vida de uma forma mais positiva, o que proporciona uma tranquilidade revigorante. Além disso, possuem menor índice de ansiedade e agressividade".

Fazer amigos

O sentimento de gratidão também possibilita que as pessoas ampliem e melhorem seus relacionamentos pessoais. "Ele proporciona uma conexão profunda com as pessoas e o mundo que nos cerca e é justamente esse pertencimento que gera a empatia necessária que leva em consideração a outra pessoa", diz Luciana. A relação entre gratidão e relacionamentos interpessoais foi testada por pesquisadores da Universidade Australiana em estudo que contou com a participação de 70 universitários que tinham que dar conselhos para estudantes do ensino médio e dicas para que eles ingressassem na faculdade. Todos eles receberam cartas escritas a mão dos supostos estudantes que estavam ajudando, sendo que em metade dos casos as cartas expressavam gratidão pelo que eles haviam feito. Com isso os pesquisadores repararam que os universitários que receberam este tipo de carta estavam mais propensos a passar os seus contatos, como número de telefone e e-mail, do que os que não receberam a carta com a expressão de gratidão - o que mostra que a gratidão facilita o início de novos relacionamentos entre pessoas que não se conheciam anteriormente.

Para ser mais feliz (e homens têm mais dificuldade)

Um estudo conduzido na Universidade George Mason (EUA), mostrou que a gratidão, a emoção de ser agradecido em resposta a receber algo bom, como um presente, é um ingrediente essencial para ter uma vida boa e que, além disso, quando o assunto é conquistar o bem-estar, os homens têm mais dificuldade. Isso, segundo o pesquisador, está relacionado ao fato dos homens serem menos propensos a sentir e expressar gratidão do que as mulheres. O trabalho foi publicado no Journal of Personality. Para chegar a esta conclusão foram entrevistados universitários mais velhos e idosos, pedindo para que eles descrevessem e avaliassem um episódio recente que receberam um presente. As mulheres entrevistadas, quando comparadas aos homens, demonstraram sentir menos acanhamento e sentimentos de obrigação e maiores níveis de gratidão quando presenteadas, já os homens idosos mostraram grandes níveis de emoções negativas quando o presente era dado por outro homem. Segundo o autor do estudo, como a forma que nós nos socializamos quando crianças afeta as nossas emoções quando adultos, e homens geralmente são ensinados a controlar e esconder as suas emoções "mais suaves", isso pode ser um fator limitador da sua capacidade de alcançar a felicidade.

Manter relacionamentos românticos

Pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (EUA) conseguiram comprovar que mostrar gratidão pode ser usada até para apimentar o relacionamento romântico, além de ajudar a manter a nossa própria satisfação com o parceiro. Os pesquisadores escolheram 65 casais que já tinham um relacionamento duradouro, satisfatório e eram comprometidos um com o outro e passaram a mapear os altos e baixos destas relações. Eles descobriram que estas pequenas flutuações na qualidade do relacionamento eram muito afetadas pelo sentimento de gratidão de um dos parceiros e o efeito desta demonstração de gratidão eram notados mesmo no dia seguinte em que este sentimento foi expressado. Com isso, o estudo sugere que essa pequena gratidão do dia a dia - como quando uma das pessoas planeja uma refeição para comemorar a promoção da outra, leva os filhos para passear para que o outro tenha um tempo de silêncio etc. - é um grande mecanismo na manutenção dos relacionamentos românticos. "A verdadeira gratidão é um sentimento que transmitimos dentro das situações mais peculiares, algo muito além de palavras formais", diz a psicóloga Raquel Vidigal, especialista Minha Vida.

Como fazer para ter mais gratidão?

Nem sempre é fácil uma pessoa demonstrar gratidão, muito pelo contrário, pode ser uma tarefa árdua e que não se sabe por onde começar, muito menos se está sendo verdadeiro. Mas a boa notícia é que a gratidão pode ser aprendida e então colocada em prática. "Para ser mais grato comece agradecendo, mesmo que não sinta vontade, que não tenha este sentimento, agradeça. Assim como podemos começar a prática de exercícios físicos sem vontade e isso mudar depois, podemos exercitar a gratidão. Mas para isso é preciso mudar a lente pela qual se vê o mundo. Agradeça até mesmo algo em que num primeiro momento considere ruim, de todas as situações difíceis se pode tirar boas lições. Conforme o hábito vai adquirindo força, gradualmente a percepção de mais motivos de agradecimento vai surgindo e se tornando intrínseco", ensina a psicóloga Luciana.

fonte: Minha Vida

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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Passar o dia sentado é prejudicial à saúde (perigos do sedentarismo oculto)


Obesidade, problemas renais e dor na coluna estão entre os problemas ...

Já parou para pensar quanto tempo do seu dia você fica sentado? No trabalho, em casa e ao longo do dia, vale observar o quantas horas você passa sem se movimentar. O chamado "sedentarismo oculto" pode ser muito nocivo para o organismo. Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Queensland, na Austrália, realizada com mais de 12 mil pessoas, comprovou, por exemplo, que cada hora que uma pessoa passa sentada reduz a sua expectativa de vida em 21 minutos. Outros estudos mostram que até mesmo quem pratica exercícios regularmente, mas passa o restante do dia executando o mínimo de movimentos, é prejudicado. Veja o que dizem os especialistas e descubra os prejuízos de passar tantas horas do dia sentado.

Longevidade e expectativa de vida

Cada hora que uma pessoa passa sentada reduz a sua expectativa de vida em 21 minutos - é o que afirma uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Queensland, na Austrália. Os cientistas levantaram dados de 12 mil australianos, que responderam perguntas sobre o seu estado de saúde, doenças que já tiveram, sedentarismo, tabagismo e hábitos alimentares. Para medir as horas que os participantes passavam sentados, os estudiosos perguntaram quantas horas de televisão eles assistiam por dia. Os resultados mostraram que um adulto que passa seis horas por dia sentado em frente à TV deve viver quase cinco anos a menos que uma pessoa que não passa esse tempo sentada. Uma das possíveis explicações para essa relação é a ausência prolongada de contrações dos músculos das pernas. Depois de ficar meia hora sentado, o corpo liga o "modo repouso" e a taxa metabólica cai. Ficar de pé evita essa queda, pois o músculo permanece rígido, o que consome mais energia. Além disso, a pessoa em pé tende a se movimentar involuntariamente. Outro estudo australiano, da Universidade de Sidney, faz um alerta aos sedentários no ambiente de trabalho: pessoas que passam muito tempo sentadas podem estar até 40% mais suscetíveis a morrer por qualquer causa, em comparação com aquelas que não ficam sentadas por períodos tão longos. O estudo acompanhou mais de 200 mil adultos com mais de 45 anos por cerca de três anos. As chances de morte por qualquer coisa se mostraram 15% maiores em pessoas que ficavam sentadas por pelo menos oito horas e 40% maiores naqueles que passam 11 horas ou mais sentados por dia.

Obesidade

A conta é simples: quando o organismo consegue aproveitar tudo o que você come, seu peso permanece estável. Se houver excesso no consumo de alimentos e/ou falta de atividade para consumir energia, o risco de ganho de peso aumenta consideravelmente. "Quando o indivíduo não se movimenta muito, o metabolismo fica mais lento e sua queima calórica é mais baixa", afirma o endocrinologista Paulo Rosenbaum, do Hospital Albert Einstein. Dessa forma, passar muito tempo sentado reduz nosso gasto energético, comportamento que pode favorecer o ganho de peso e, em casos graves, a obesidade. "Outros fatores como má alimentação, sedentarismo e pré-disposição ao ganho de peso também são determinantes", completa o especialista.

Dor nas costas e coluna

A maior consequência de ficar muito tempo sentado é o comprometimento da coluna vertebral. "Dentre todas as posições que ficamos ao longo dia, a postura sentada causa muita sobrecarga na coluna, em especial ao disco intervertebral, podendo levar ao seu desgaste", explica o ortopedista Rodrigo Junqueira Nicolau, da clínica Colunar. Segundo o especialista, ao ficarmos sentados e sedentários, a musculatura responsável em estabilizar nossa coluna - principalmente do abdômen e da região lombar - passa a ficar mais relaxada e enfraquecida, aumentando as pressões sobre a estrutura e facilitando a ocorrência de dor. "É difícil conseguir manter a postura ideal durante muito tempo enquanto estamos sentados", afirma Rodrigo. "Por isso, ao longo dia, vamos ficando em posturas que facilitam o aparecimento de dores pelo corpo, principalmente se estivermos utilizando o computador." Dessa maneira, é importante alterarmos as posições ao longo dia e nos mexermos mais - caminhe um pouco, movimente a coluna e as articulações. O uso de pequenas almofadas na região lombar e ajustar a altura do banco de forma a manter a coluna cervical neutra são algumas recomendações. Também é importante evitar utilizar carteiras ou objetos no bolso de trás da calça ao estar sentado, pois estes podem levar a compressão do nervo ciático e dores na região dos membros inferiores.

Dor nas articulações

"Os problemas posturais são as queixas mais frequentes das pessoas que passam muitas horas sentados em escritórios", afirma o ortopedista Luciano Pellegrino, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. É frequente a dor na coluna cervical e na coluna lombar, por conta da má postura. O especialista explica que passar muito tempo sentado pode afetar nossas articulações, que devem sempre estar em equilíbrio e sem sobrecargas. Os erros mais comuns de ficar sentado são manter as articulações constantemente flexionadas ou constantemente estendidas durante muitas horas. "Nessas situações pode haver uma sobrecarga da cartilagem que reveste as articulações e também compressão dos nervos na região, levando a sintomas dolorosos." Segundo o especialista, artrites e tendinites podem surgir dos esforços repetitivos. Por isso é importante assumir uma postura correta sentado, procurar levantar de hora em hora, fazer alongamentos e participar de algum tipo de ginástica laboral durante o dia. Na cadeira, devemos sentar com bom apoio de toda a coluna vertebral, manter o monitor do computador na nossa frente e na mesma altura da cabeça. "Procure evitar sentar muito tempo inclinado para frente, pois essa postura sobrecarrega os discos da coluna, além de levar a dor na região lombar."

Problemas circulatórios

Quando estamos sentados, há uma compressão de todos os vasos sanguíneos. O sangue não circula direito, há dificuldade de oxigenação do corpo, de transporte de nutrientes e de hormônios. Esse quadro favorece a formação de trombos (coágulos sanguíneos) principalmente nas pernas, aumentando o risco de problemas como a trombose. O cansaço e a fadiga podem também ficar acentuados com a má circulação sanguínea. A prática de atividade física estimula a circulação e previne o problema de forma natural. "Se você passa muito tempo sentado, organize a rotina para se levantar e fazer breves caminhadas algumas vezes ao dia - essa é uma maneira simples de estimular a circulação", afirma o cardiologista Rui Ramos. A tática torna-se ainda mais eficiente combinada à prática de exercícios físicos regulares.

Diabetes e doenças cardíacas

Um estudo envolvendo quase 800 mil participantes concluiu que ficar sentado por muito tempo pode dobrar os riscos de um indivíduo ter diabetes. Os especialistas da Universidade de Leicester, na Inglaterra, descobriram que quem passa 50-70% do dia sentado pode ter o dobro de chances de sofrer com diabetes, 90% mais chances de morrer por eventos cardiovasculares e 50% mais incidência de morte por qualquer causa, se comparados com aqueles que passavam menos tempo sentados. De acordo com o estudo, essa relação é válida mesmo se uma pessoa pratica frequentemente exercícios moderados ou intensos. Manter o corpo em inatividade faz o coração ficar mais preguiçoso, uma vez que não há estímulo. A circulação prejudicada intensifica esse quadro, uma vez que o sangue não consegue chegar a todas as partes do corpo de maneira eficiente. "O músculo cardíaco precisa fazer mais pressão para que o sangue consiga correr por todo o corpo, aumentando a pressão arterial e favorecendo a hipertensão", explica o cardiologista Rui Ramos, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). A relação entre passar muito tempo sentado e o risco de diabetes pode acontecer devido ao acúmulo de gordura abdominal. Isso ocorre porque o movimento estimula os músculos a trabalharem mais e se fortalecerem, e quando estamos em inatividade a tendência é acumular gordura - principalmente na região do abdômen. "Esse processo favorece a produção de substâncias inflamatórias, que podem afetar o pâncreas e causar a resistência insulínica", afirma o endocrinologista Paulo. Em última instância, o mau funcionamento do órgão pode se agravar, levando ao diabetes tipo 2.

Câncer

A inatividade física também pode favorecer o aparecimento de tumores - é o que afirmam pesquisadores da Washington University School of Medicine. Segundo o estudo, passar mais de seis horas por dia sentado está ligado a maiores taxas de câncer de cólon e reto (24%), câncer de endométrio (32%) e câncer de pulmão (21%). "Diversos mecanismos biológicos podem ser evocados para explicar o efeito protetor do exercício na evolução de tumores malignos", afirma o oncologista Artur Malzyner, da clínica Oncoguia. Segundo o especialista, acredita-se que o trabalho muscular reduz os níveis de certos fatores de crescimento liberados pelo tecido adiposo, capazes de estimular a multiplicação das células malignas. Além disso, a prática de atividade física também pode beneficiar pessoas que superaram um câncer. ?Todas as pessoas operadas de câncer de mama, câncer de intestino, câncer de próstata e, possivelmente, de outros tumores malignos devem investir na prática regular de exercícios com a mesma energia utilizada para enfrentar operações, radioterapia ou quimioterapia.?

Saúde mental

Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Tasmânia, Austrália, mostrou que trabalhar o dia inteiro sentado, ou seja, movimentando-se pouco durante o dia, causa também um impacto na saúde mental, elevando o risco de ansiedade e depressão. Os autores entrevistaram mais de 3 mil funcionários do governo da Tasmânia, que foram questionados sobre sintomas de ansiedade e depressão durante as últimas quatro semanas e quanto tempo passavam sentados no ambiente de trabalho. Os resultados mostraram que passar mais de seis horas sentado diariamente aumenta a prevalência dos sintomas de ansiedade e depressão, em comparação com participantes que ficaram sentados por menos de três horas. A psicóloga Milene Rosenthal, do projeto Psicolink, afirma que fazer pequenas pausas durante o expediente estimula o bem-estar do funcionário, além de melhorar o rendimento profissional. "Alguns minutinhos são revitalizantes, por isso levante e dê uma volta quando sentir que o trabalho não está rendendo", diz. Experimente conversar com seu colega da mesa ao lado sobre assuntos do cotidiano, para clarear a mente e estimular a produtividade.

Saúde dos rins

Os rins são responsáveis por filtrar o sangue, removendo impurezas que serão eliminadas através da urina. Quem apresenta doença renal crônica não consegue realizar esse processo, o que caracteriza um quadro de insuficiência renal. E passar muito tempo sentado pode elevar esse risco. Uma pesquisa realizada pela organização americana The National Kidney Foundation comprovou que passar muito tempo sentado favorece a doença renal crônica, especialmente em mulheres. Para chegar a essa conclusão, 6 mil adultos forneceram informações sobre o tempo que passavam sentados diariamente e a regularidade com que praticavam exercícios físicos. Aqueles que ficavam na posição menos tempo apresentaram um risco reduzido de desenvolver doença crônica renal, independentemente de praticarem exercícios ou estar acima do peso. Eles descobriram ainda que mulheres que relataram permanecer menos de três horas por dia sentadas apresentaram uma probabilidade 30% menor de desenvolver doença renal crônica do que aquelas que disseram passar mais de oito horas em suas cadeiras.

fonte: Minha Vida



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