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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Síndrome de Burnout: você pode estar sofrendo desse mal e (ainda) não sabe!


A qualidade de vida é uma das armas para prevenir. Cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.


Trabalhar em condições estressantes, num mercado cada vez mais exigente e competitivo, tem levado muitos profissionais ao esgotamento físico e mental.

A síndrome de Burnout (do inglês "to burn out": queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

A dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, a necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transformam em obstinação e compulsão; o paciente nesta busca sofre, além de problemas de ordem psicológica, forte desgaste físico, gerando fadiga e exaustão. É uma patologia que atinge membros da Área da Saúde, Segurança Pública, setor bancário, Educação, Cartorários, Tecnologia da informação, Gerentes de Projetos, profissionais da saúde em geral, jornalistas, advogados, professores e até mesmo voluntários.

ESTAGIOS

São doze os estágios de Burnout:

  1. Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz
  2. Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo);
  3. Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
  4. Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
  5. Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho;
  6. Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
  7. Recolhimento e aversão a reuniões (antissocialização);
  8. Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);
  9. Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);
  10. Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;
  11. Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
  12. E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência.

SINTOMAS

Os sintomas são variados: fortes dores de cabeça, tonturas, tremores, muita falta de ar, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, crises de asma, oscilações de humor, distúrbios do sono, dificuldade de concentração e problemas digestivos. Segundo Dr. Jürgen Staedt, diretor da clínica de psiquiatria e psicoterapia do complexo hospitalar Vivantes, em Berlim, parte dos pacientes que o procuram com depressão são diagnosticados com a síndrome do esgotamento profissional. O professor de psicologia do comportamento Manfred Schedlowski, do Instituto Superior de Tecnologia de Zurique (ETH), registra o crescimento de ocorrência de "Burnout" em ambientes profissionais, apesar da dificuldade de diferenciar a síndrome de outros males, pois ela se manifesta de forma muito variada: "Uma pessoa apresenta dores estomacais crônicas, outra reage com sinais depressivos; a terceira desenvolve um transtorno de ansiedade de forma explícita", e acrescenta que já foram descritos mais de 130 sintomas do esgotamento profissional.

Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação. Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que Burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema (portanto omitindo o componente de despersonalização).

Trabalhadores da área de saúde são frequentemente propensos ao burnout. Os médicos parecem ter a proporção mais elevada de casos de burnout (de acordo com um estudo recente no Psychological Reports, nada menos que 40% dos médicos apresentavam altos níveis de burnout). Cordes e Doherty (1993), em seu estudo sobre esses profissionais, encontraram que aqueles que tem frequentes interações intensas ou emocionalmente carregadas com outros estão mais suscetíveis.

Os estudantes são também propensos ao burnout nos anos finais da escolarização básica (ensino médio) e no ensino superior; curiosamente, este não é um tipo de burnout relacionado com o trabalho, mas com o estudo intenso continuado com privação do lazer, de actividades lúdicas, ou de outro equivalente de fruição hedónica. Talvez isto seja melhor compreendido como uma forma de depressão. Os trabalhos com altos níveis de stress ou consumição podem ser mais propensos a causar burnout do que trabalhos em níveis normais de stress ou esforço. Profissionais de TI, policiais, Taxistas, bancários, controladores de tráfego aéreo, engenheiros, músicos, professores e artistas parecem ter mais tendência ao burnout do que outros profissionais.

DIAGNOSTICO

Importante ressaltar a relevância da consulta médica para um diagnóstico realizado de maneira competente, para que não se cometam erros, como a confusão entre Burnout e Depressão bastante comum nos estágios iniciais, pela similaridade de sintomas. O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho. Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

TRATAMENTO

O tratamento para Síndrome de Burnout deve ser orientado por um médico, pois inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.

RECOMENDAÇÕES

  • Adote uma alimentação saudável e balanceada.
  • Pratique exercícios de relaxamento e participe de atividades físicas em grupo.
  • Desfrute de momentos de descontração e lazer.
  • Não consuma álcool ou outras drogas.
  • Avalie se as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental.

fonte: Wikipedia e Drauzio Varellla



quarta-feira, 13 de abril de 2016

Semana corrida combina com alimentação e vida saudável? Sim!



A gente sabe que a receita para uma vida saudável está na combinação praticamente infalível de alimentação equilibrada e exercícios físicos. E quando não sobra tempo para pensar no cardápio ou sequer olhar para a porta da academia, o que fazer? Separamos algumas dicas simples de como comer melhor e cultivar hábitos legais para o organismo mesmo na correria da semana. Confira!
  • Comece mastigando bem: parece simples, porque é! A digestão começa pela boca, por meio da mastigação e salivação. Os alimentos seguem mais pastosos até o estômago, facilitando todo o processo de absorção dos nutrientes e saciedade. Você faz um favorzão ao organismo se, na hora de comer, respirar, morder e mastigar com um pouquinho de calma.
  • Prefira alimentos integrais: ricos em nutrientes e fibras na película do grão, eles ajudam as bactérias boas do intestino a trabalharem a favor do sistema imunológico e auxiliam o controle do colesterol. O processo de refinamento que acontece nas opções não integrais reduz muito o valor nutricional e, quando ingeridos, essas comidinhas aumentam demais o nível de açúcar no sangue. Sempre que puder, faça essa inteligente troca.
  • Hortaliças e frutas são boas amigas: ricas em fibras e vitaminas, elas funcionam como antioxidantes, ou seja, são grandes protetoras das células. No almoço e jantar, enfeite o prato com uma boa porção de salada e legumes. Sobremesa e lanches pedem as frutas da estação! E vamos combinar que descascar uma banana ou morder uma maçã é mais fácil do que abrir um pacote de biscoito, né?
  • As embalagens falam: nem sempre dá tempo de preparar um suco natural ou aquela bela salada de frutas. Por isso, leia com atenção as embalagens e aproveite alguns alimentos prontos que encontramos no mercado. Existem sucos de caixinha integrais que não levam açúcar ou conservantes e são ricos em antioxidantes. Algumas marcas de frutas secas também seguem esse caminho. As informações ficam na embalagem, basta escolher com atenção.
  • Coloque o tênis e siga a pé: se você vai à panificadora que fica na quadra de cima ou não mora no 25º andar, que tal aproveitar para fazer uma mini caminhada? Subir escadas ou caminhar, mesmo que só um pouco, é o tipo de substituição que proporciona aquele mágico gostinho de saúde para os músculos, sistema nervoso e cardiovascular.
  • Não esqueça do médico: quem não vai ao médico só quando está doente, tem menos chances de ficar doente mesmo – o que é sinônimo de uma vida mais saudável e tranquila mesmo com toda a correria moderna. Isso porque com os check-ups de rotina é possível conhecer bem o organismo e cuidar dele direitinho. Nosso Seguro Saúde, por exemplo, oferece uma ampla rede referenciada de médicos e hospitais e uma série de vantagens para manter sua saúde e bem-estar em dia.
Fonte: blogdogrupocaixaseguros

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Top 5 alimentos que dão energia e potencializam o exercício




Você conhece a importância da alimentação em seu treino? Ao contrário do que muitos acreditam, somente exercícios físicos não são suficientes para que seu corpo perca peso e ganhe massa muscular magra.
A alimentação para o nosso organismo pode ser comparada ao combustível para um automóvel! Por isso, não devemos nos preocupar somente com as atividades físicas e sua intensidade, mas também com o que ingerimos antes dos treinos – em especial com os alimentos que dão energia e auxiliam durante o exercício.

Por que devemos aliar a alimentação ao exercício físico?

O controle do peso corporal acontece devido ao déficit calórico, ou seja, quando gastamos mais calorias que do que ingerimos. Porém, isso pode ser um problema para o nosso organismo se for feito da maneira incorreta.
É necessário ter conhecimento sobre os tipos de alimentos que devemos restringir e aqueles que devemos consumir diariamente – como os carboidratos e proteínas, que em deficiência no organismo promovem a perda de massa muscular e comprometem o rendimento durante os exercícios físicos.
Daí a importância de uma dieta saudável antes, durante e depois das atividades! Um jejum prolongado antes dos treinos faz com que o sistema nervoso alerte para a falta de energia e o organismo passe a trabalhar com economia, armazenando a gordura em vez de gastá-la.

Quais são os alimentos que dão energia?

Os principais alimentos necessários para o pré-treino são aqueles que são fontes de carboidrato e têm baixo índice glicêmico. Além disso, é preciso que eles sejam ingeridos entre 30 e 60 minutos antes da atividade física, para que o organismo tenha energia suficiente durante todo o exercício. Conheça alguns desses alimentos!

Cereais

Os cereais, como a chia e a linhaça, fornecem fibras que dão ao organismo a sensação de saciedade, além de melhorarem a digestão. São também ricos em carboidratos – combustível necessário para que os músculos trabalhem durante o treino.

Banana

Este alimento é uma refeição completa para o seu pré-treino: 115 gramas dessa fruta contêm nutrientes para um terço das suas necessidades diárias! Além disso, possui potássio e no nosso organismo sacia a vontade de comer doces, não elevando o índice de glicemia.

Aveia

É um alimento rico em carboidratos e vitaminas do complexo B – elas participam do processo de produção de energia no nosso organismo. A aveia é indicada em especial para pessoas que possuem dificuldades em se alimentar antes dos treinos, pois fornece uma grande quantidade de carboidratos em pequenas porções – duas colheres de sopa de aveia equivalem a um pão francês!

Ovo

O ovo contém colina, ferro e vitamina B12, sendo indicado para qualquer tipo de treino. É um alimento completo, pois a clara contém proteínas e a gema gorduras que fornecem energia para a atividade física, além de amenizar alguns tipos de anemia.

Pão

É um alimento considerado por muitos um vilão, mas não é bem assim. O pão é rico em carboidratos e possui rápida digestão no organismo, não acumulando gordura no sangue. Além disso, é versátil e pode ser consumido de diversas maneiras. Mas cuidado! Pães recheados e com muitas fibras devem ser evitados, pois possuem outras substâncias que atrapalham o seu treino.
Viu só? Uma alimentação balanceada pode sim ser o sucesso para o seu treino. Por isso, não deixe de optar sempre pelos alimentos que dão energia antes de praticar atividades físicas!
Fonte: Made in natural

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Glúten pode ser vilão dos cabelos e pele



Quem diria que ter problemas com glúten pode interferir na saúde dos cabelos e da pele! Fios frágeis e pele desnutrida infelizmente são característicos de quem sofre de doença celíaca, que afeta pessoas que têm restrições ao glúten.
De acordo com a dermatologista especializada em cabelos da DOM Medicina Personalizada, a ingestão de glúten para quem tem a doença celíaca pode prejudicar a beleza favorecendo até a queda capilar. “Pode ocorrer nesses pacientes, com maior frequência do que na população normal, tanto a queda de cabelo, quanto a queda parcial dos fios em uma área específica (placas de alopécias), de origem autoimune”, explica a Dra. Inaê Cavalcanti.
A consequente inflamação no organismo propiciada pela ingestão do glúten também provoca danos a outros tecidos do corpo como a pele, por exemplo, que sofre uma diversidade de lesões. “Celíacos expressam a autoimunidade na forma de lesões de pele. Eles têm piora das doenças inflamatórias da pele como psoríase dermatite atópica, aftas púrpuras (pequenos sangramentos tipo “sarampo”) entre outros”.
De acordo com a profissional, a ingestão do glúten pode comprometer a boa nutrição e irrigação de todos os órgãos que se renovam, como pele, unhas, cabelo, e influencia a produção de colágeno. “O processo inflamatório gerado pelo glúten modificado que ingerimos hoje afeta tudo”, conta. Para não sofrer com os danos, a chave mesmo é apostar na hidratação e na boa alimentação, sempre evitando o glúten. Felizmente hoje existem diversas alternativas de produtos que não contém a substância, assim como receitas modificadas para quem tem restrições alimentares. Vale a pena experimentar e continuar com a beleza em dia!

Fonte: Mais Equilibrio

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Saiba que alimentos incluir na dieta para ganhar e manter a massa muscular



O ganho de massa muscular é comumente atribuído à prática de exercício físico. Mas tão importante quanto a série de musculação ou a ginástica aeróbica é a alimentação adequada. Incluir na dieta alimentos ricos em proteína, por exemplo, é fundamental para promover a reparação dos tecidos danificados após a atividade física, enquanto o alto teor de carboidratos favorece o fornecimento de energia para o treinamento. “Uma dieta baseada em carboidratos complexos e proteínas magras ajuda na hipertrofia muscular, mas não se pode esquecer da gordura boa, que é necessária para manter as taxas ideais hormonais, o que facilita o ganho de músculo”, explica a nutricionista Camila Monteiro.
A ingestão de alimentos com alto teor desses macronutrientes deve estar associada à absorção de micronutrientes, ou seja, as vitaminas e minerais. Pessoas que têm dificuldade de aumentar a massa magra mesmo treinando e se alimentando bem e que sofrem com a falta de disposição e de ânimo no dia-a-dia podem estar com carência dessas susbstâncias que são responsáveis pelo equilíbrio metabólico.
É por isso que não se deve abrir mão de um plano alimentar personalizado desenvolvido por um profissional, aliado a exercícios físicos que favoreçam o ganho de massa magra, o que vai se refletir na perda de calorias e no melhor desempenho em treinos. “A associação e a periodização são fundamentais para um bom resultado. Logo, uma rotina de treino adequada, um bom descanso, cuidados com a alimentação e, se precisar, a inclusão de suplementação, garantem alcançar o objetivo”, lista a nutricionista. Confira abaixo os alimentos mais recomendados para quem quer ganhar e manter a massa magra:
  • Ovos

    Ricos em proteína de alta qualidade, vitaminas, minerais e gorduras saudáveis, os ovos são um excelente aliado de quem busca ganhar e manter a massa magra. De acordo com a nutricionista Cintia Azeredo, do Vita Check-Up Center, a abulmina presente na clara é uma proteína de alto valor biológico e auxilia a reparação dos tecidos musculares após a atividade física.
  • Batata-doce

    A batata-doce fornece carboidratos de digestão lenta, o que contribui para a geração de energia de forma constante por mais tempo. Além de atuar na reposição dos estoques de energia, esse alimento também ajuda a manter os níveis normais de açúcar no sangue. “O grande sucesso da batata-doce para o ganho de massa muscular se deve ao fato de que o músculo não é feito só de proteína. O carboidrato é essencial para balancear a dieta e para servir de principal fonte de energia para executar o exercício e aumentar a massa magra.”, descreve a nutricionista funcional Isabel Jereissati.
  • Azeite de oliva

    Inserido na categoria de gorduras saudáveis, o azeite atua na regulação hormonal e na produção de energia. Sua gordura monoinsaturada, explica a nutricionista Gabriela Maia, inibe a perda de massa muscular decorrente de lesões. Apesar do teor calórico desse ingrediente, uma comida regada a azeite aumenta a queima de calorias em repouso.
  • Queijo cottage

    O maior benefício associado ao consumo desse queijo, explica a nutricionista Cintia Azeredo, é o baixo teor de gordura em relação à presença de proteína. Rico em aminoácidos que aceleram a recuperação muscular após o exercício físico, o queijo cottage pode ser substituído na dieta por iogurte natural ou coalhada, sendo uma opção de proteína para os vegetarianos.
  • Oleaginosas

    Castanhas, amêndoas, nozes, amendoim e pistache são fontes de gorduras boas, segundo a nutricionista Gabriela Maia. As amêndoas, por exemplo, também contam com vitamina E em sua composição e a propriedade antioxidante dessa substância combate os radicais livres, ajudando a recuperação pós-treinos.
  • Frango

    Conhecido como um dos alimentos básicos na dieta de atletas, o frango tem alta concentração de aminoácidos essenciais, o que favorece a construção muscular e apresenta vantagens em relação à carne vermelha. “Os alimentos de origem animal são ótimas fontes de proteína, mas também possuem grande quantidade de gordura saturada (a gordura ruim, quando utilizada em excesso). A carne do frango possui o benefício de ter uma quantidade significativamente menor desta gordura, principalmente na região do peito“, explica Cintia Azeredo.
  • Frutas

    As frutas são fontes naturais de carboidratos, vitaminas e minerais. A banana, por exemplo, tem alto índice glicêmico, oferecendo energia rapidamente e contribuindo para o melhor desempenho durante o exercício, além de preservar a massa magra. Já o abacate, de acordo com a chef funcional Luciana Rocha, daWell Be, é riquíssimo em ácidos graxos monoinsaturados, tem fácil digestão, além de ser antioxidante e anti-inflamatório, o que promove a recuperação muscular de quem se exercita intensamente.
  • Aveia

    Cereal rico em proteínas, fibras, vitaminas, minerais e carboidratos complexos, a aveia tem baixo índice glicêmico,fornecendo energia liberada gradativamente para ser estocada como fonte de energia no músculo. Seu consumo, como explica a nutricionista Camila Monteiro, também favorece a sensação de saciedade e a perda de peso; e a presença de fibras atua na regulação do funcionamento do intestino.
  • Arroz com feijão

    combinação preferida dos brasileiros é rica em aminoácidos essenciais, aqueles que o corpo não produz e que precisam ser ingeridos através da dieta. Esses aminoácidos, garante a nutricionista Cintia Azeredo, são importantes para a síntese proteica, que ajuda na formação e recuperação muscular. Além disso, o arroz é uma ótima fonte de carboidrato complexo, o que garante o bom funcionamento do metabolismo.
  • Soja

    Esse grão tem alto valor proteico e uma boa quantidade de fibras solúveis, ajudando no funcionamento do intestino. Também é rico em um aminoácido chamado leucina, substância que contribui para a preservação da massa magra. De acordo com a nutricionista Cintia Azeredo, a presença de isoflavona, substância semelhante ao hormônio feminino, também auxilia no equilíbrio hormonal, evitando o acúmulo de gordura corporal.
  • Beterraba

    Fonte muito importante de betaína, a beterraba melhora a função hepática e protege as articulações. A nutricionista funcional Isabel Jereissati explica que a presença de nitrato em sua composição está relacionada à vasodilatação e à oxigenação dos músculos, aprimorando a absorção de nutrientes.
  • Peixes

    Ricos em proteínas e ômega 3 – nutriente anti-inflamatório que auxilia na redução do risco de doenças cardiovasculares -, os peixes são essenciais para estimular a perda de gordura e garantir o bom funcionamento do metabolismo. O salmão, como garante a médica nutróloga Ana Luisa Vilela, da clínica Slim Form, é recomendado por proporcionar uma recuperação muscular mais rápida e a presença do aminoácido creatina contribui para a força da massa magra, sendo uma das substâncias mais usadas como suplemento para ganho de massa muscular.
Fonte: GNT

quarta-feira, 6 de abril de 2016

5 bons motivos para consumir iogurte




Além de saboroso e refrescante o iogurte pode trabalhar a favor da saúde de nosso corpo.
1-  Sua digestão é mais acelerada do que a do leite. A fermentação do iogurte transforma com mais rapidez a lactose em glicose e galactose – tornando-o uma ótima opção para quem tem intolerância leve a lactose.

2-  É um grande aliado do corpo durante qualquer tipo de tratamento em que são utilizados antibióticos. Como tais medicamentos costumam eliminar, além das bactérias ruins, as boas, o iogurte ajuda a repor os micro-organismos que foram perdidos no processo.

3-  É uma importante fonte de cálcio, que melhora a absorção do nutriente no organismo e, consequentemente, ajuda no combate da osteoporose.

4- As versões desnatadas são indicadas em planos de emagrecimento, pois possuem baixo teor calórico e servem como um snack magro saudável.

5- Estudos apontam que o cálcio, especialmente quando encontrado em produtos lácteos, pode ter um papel suplementar no emagrecimento por estimular a quebra de gordura e inibir o seu acúmulo nas células adiposas

Fonte: Revista Dieta Já

segunda-feira, 28 de março de 2016

Alimentação Pré-treino – O que comer antes do treino?





A alimentação pré-treino – o que você come antes de treinar – é um dos momentos mais importantes do dia, já que os nutrientes consumidos neste horário serão usados para manter os níveis de energia adequados para que você treine em seu máximo e também para auxiliar a recuperação e crescimento muscular quando o treino acabar.
É a refeição pré-treino que estará sendo absorvida antes, durante e depois do treino. Por isso o que comemos antes é até mesmo mais importante do que comemos depois do treino.

O que comer antes do treino ?

Ao contrário do que as empresas de suplementos querem fazer você acreditar, uma refeição pré-treino efetiva e que fará você treinar no ápice, não precisa ser complicada ou cheia de suplementos – qualquer proteína de qualidade e carboidratos farão o serviço com excelência.
As proteínas (frango, carne vermelha, ovos, whey, albumina) serão responsáveis por fornecer aminoácidos que evitarão a quebra de tecido muscular e ainda fornecerão o material necessário para iniciar a reconstrução depois do treino. Os carboidratos (arroz, batata doce, aveia) fornecerão combustível para os músculos e cérebro para que você possa treinar o mais pesado possível.
A respeito da gordura, não há razão para evitá-la antes do treino. Contudo, algumas pessoas poderão se sentir estufadas e letárgicas depois de uma refeição com muita gordura. Experimente e veja o que funciona melhor para você.

Que quantia de alimentos devemos comer antes do treino ?

Não há uma fórmula exata de quantos gramas de proteína e carboidratos você deve consumir antes de treinar, até porque existem pessoas de 40 a 100kg lendo este artigo. Como recomendação geral, 20-30g de proteína e 30-60g de carboidratos, são boas quantias para que você consiga fornecer energia sem ficar estufado durante o treino. Se você come mais do que isso e se sente bem, não há porque diminuir.

Quanto tempo antes do treino devemos comer ?

Para a maioria das pessoas, realizar uma refeição sólida contendo proteínas e carboidratos 1h30m a 2h antes do treino já abastece o corpo de maneira adequada. Se você não consegue se alimentar neste tempo (por treinar logo de manhã), uma refeição líquida feita 30 minutos antes do treino também fará o serviço.

Fonte: Hipertrofia



segunda-feira, 21 de março de 2016

Recomendação para o consumo de açúcar é de 25g por dia



Pode parecer comum, mas atitudes simples como adoçar todos os dias o café, comer um doce após o almoço ou tomar refrigerante na hora do jantar elevam a carga de açúcar no organismo, causando diversos prejuízos à saúde.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a recomendação é que o consumo de açúcar não ultrapasse 10% das calorias ingeridas diariamente. As evidências científicas sugerem taxas mais altas de cáries dentárias em crianças quando o nível de ingestão de açúcares é superior a 10% da ingestão calórica total. A organização também aponta que maiores benefícios à saúde podem ser alcançados se o consumo diário de açúcar for reduzido para 5% das calorias ingeridas (ou cerca de 25g de açúcar por dia).
Para crianças, o excesso de açúcar ainda aumenta a hiperatividade e interfere no desempenho e aprendizagem, além de afetar os ossos devido à influência nos níveis sanguíneos de minerais, como o cálcio.
Segundo dados apresentados na última Pesquisa Nacional de Orçamentos Familiares (POF) realizada em 2008/09 pelo IBGE, boa parte dos açúcares consumidos pela população brasileira está “escondido” em alimentos ultraprocessados, como refeições prontas, temperos, sucos industrializados e refrigerantes.

DOENÇAS CAUSADAS PELO EXCESSO DE AÇÚCAR

O excesso de açúcar no sangue é uma das principais causas de diabete. Comer açúcar demais também pode interferir no funcionamento dos hormônios e sobrecarregar alguns órgãos, como o pâncreas, responsável pela produção de insulina e controle dos níveis de glicose no sangue.

DOR DE CABEÇA E ENXAQUECA

Excesso de açúcar pode causar dor de cabeça: os níveis glicêmicos sobem e caem muito rápido, fato conhecido como hiperglicemia, que leva o organismo a utilizar outros meios para manter a glicose cerebral, como aumento da produção de catecolaminas, que gera aumento da temperatura, da frequência cardíaca, irritabilidade e produção de prostaglandinas, que causam vasodilatação e, consequentemente, dores de cabeça.

AÇÚCAR E ESPINHAS

O açúcar é um dos principais alimentos que causam espinhas no rosto: em excesso, o açúcar provoca produção exagerada de insulina, que libera hormônios androgênicos que estimulam as glândulas sebáceas, favorecendo o aparecimento de acne.

RADICAIS LIVRES E PELE

Excesso de açúcar causa envelhecimento precoce da pele: o açúcar branco é rico em calorias e pobre em nutrientes. Seu consumo exagerado aumenta espécies reativas de oxigênio (EROs), que são radicais livres causadores do estresse oxidativo. Os EROs promovem uma reação em que o açúcar se liga às proteínas de sustentação da pele de maneira irreversível, impedindo que as células consigam realizar suas funções, causando problemas como endurecimento e degradação dos tecidos de suporte da pele, danos nas fibras dérmicas e principalmente ao colágeno, levando ao aparecimento de rugas e flacidez.
Fonte: Natue

quarta-feira, 9 de março de 2016

8 Benefícios do Repolho – Para Que Serve e Propriedades




O repolho é a porção comestível de uma planta herbácea, formado pela compactação das folhas mais superiores do caule. Além de ser uma hortaliça saborosa e geralmente de baixo custo, são vários os benefícios do repolho para a nossa saúde.

Histórico

O repolho é oriundo da Ásia Menor, região que hoje corresponde a uma boa parte do território da Turquia. Muitos consideram que os celtas foram os responsáveis pela introdução da hortaliça no continente europeu, aproximadamente em 600 a.C.
A hortaliça popularizou-se bastante na Rússia, Polônia e Alemanha. Na época das navegações, alemães e holandeses o fermentavam para o alimento ter uma maior durabilidade. O repolho também servia como prevenção do escorbuto (doença provocada pela deficiência de vitamina C).
A cultura de repolho chegou às Américas através dos europeus. Ela se consolidou na região sul do Brasil graças aos imigrantes eslavos e alemães. As áreas de clima temperado e úmido são as mais aptas para o seu desenvolvimento.

Variedades de repolho

São duas as espécies de repolho: Brassica oleracea L. var. capitata L. (o repolho liso) eBrassica oleracea L. var. sabauda Martens (o repolho crespo), ambas da famíliaBrassicaceae.
Os repolhos ainda são classificados de acordo com a forma (achatado, oval, pontudo e redondo) e a cor (branco ou roxo). Vamos agora saber para que serve o repolho.

Para que serve o repolho?

O repolho serve para preparar diversos pratos culinários, como os famosos chucrutes (alemão) e charutos (árabe). As folhas também podem ser refogadas e utilizadas em sopas.
Os benefícios do repolho para a saúde já eram do conhecimento dos gregos e romanos. Ainda com relação ao seu uso como “remédio”, seus efeitos são mais pronunciados quando ele é consumido cru, por exemplo, na forma de saladas.

Propriedades do repolho

As propriedades do repolho, em geral, devem-se ao seu amplo teor de nutrientes. Em se tratando do repolho branco, 100 g de folhas cruas fornecem 25 calorias e cobrem as doses diárias recomendadas de:
  • Fibras em 10% e proteínas em 3%;
  • Vitamina K em 95%; vitamina C em 61%, ácido fólico em 11%, vitamina B6 em 6%, tiamina em 4%;
  • Vitaminas A, riboflavina e ácido pantotênico em 2%;
  • Vitamina E e niacina em 1%;
  • Manganês em 8%, potássio em 5%, cálcio em 4%;
  • Ferro, fósforo e magnésio em 3%;
  • Sódio, cobre e zinco em 1%.
No caso do repolho roxo cru, 100g apresentam 31 calorias e suprem:
  • 8% das necessidades diárias de fibras, 3% da de proteínas;
  • 95% das de vitamina C; 48% de vitamina K; 22% de vitamina A, 10% de vitamina B6; 5% de ácido fólico;
  • 4% das de tiamina e riboflavina;
  • 1% das de vitamina E e ácido pantotênico;
  • 12% das de manganês, 7% de potássio;
  • 4% das de cálcio, magnésio e ferro;
  • 3% das de fósforo;
  • 1% das de selênio, zinco, sódio e cobre.
Levando-se em conta os teores de polifenóis, um estudou constatou que 100 g de repolho branco possuem 45 mg dos mesmos, sendo 0,01 mg em antocianinas. Já as mesmas quantidades de repolho roxo têm 196,5 mg de polifenóis, dos quais 28,3 são de antocianinas.

Benefícios do repolho

Veja a seguir como as propriedades do repolho proporcionam benefícios para saúde e boa forma. Então, para que serve o repolho afinal?

1. O repolho ajuda a emagrecer

Como vimos, tanto o repolho branco como o roxo são pouco calóricos e muito nutritivos, uma ótima opção de alimento a ser incluído em seu plano de reeducação alimentar. Existe até uma famosa dieta da sopa que é feita com a hortaliça.
A presença de fibras proporciona uma sensação de saciedade, o que evita uma ingestão demasiada de comida ao longo do dia.

2. O repolho é bom para o coração

Os benefícios do repolho para o coração são proporcionados pelas fibras, pelo potássio e por suas antocianinas. Após comermos repolho, suas fibras “aprisionam” os ácidos biliares secretados pela vesícula biliar durante o processo de digestão. Assim, como esses ácidos biliares deixam de ser reabsorvidos no intestino, o fígado precisa recrutar o colesterol do sangue para sintetizar mais bile, o que reduz o nível do mesmo no organismo. O excesso de colesterol é um importante fator de risco para as doenças cardíacas.
O potássio, por sua vez, é um vasodilatador, o que também ajuda a poupar o coração de problemas influenciados pela hipertensão arterial.
A atividade antioxidante das antocianinas também ajuda a proteger o sistema cardiovascular.

3. O repolho é um bom alimento contra o câncer

Uma boa parte da defesa antioxidante do organismo é proporcionada por nutrientes da dieta. O repolho é um alimento que contém um grande aporte de compostos com capacidade antioxidante, como a vitamina C, o manganês e as antocianinas. O estresse oxidativo, condição em que os agentes oxidantes superam as defesas antioxidantes, está relacionado com o desenvolvimento de vários tipos de câncer. Os radicais livres podem provocar mutações no DNA, fazendo com que haja uma proliferação celular desenfreada.
Os benefícios do repolho contra o câncer também são decorrentes da presença de glucosinolatos, que no nosso corpo podem ser transformados em isotiocianatos. Estas moléculas ajudam a prevenir o surgimento de tumores na mama, próstata, cólon e bexiga. O mecanismo de ação anticâncer dos isotiocianatos parece envolver o controle de processos inflamatórios e/ou uma melhor desintoxicação do organismo. Vale destacar que a inflamação crônica é um fator de risco para a ocorrência de câncer e que as antocianinas também têm ação anti-inflamatória.

4. O repolho ajuda o sistema imune

O sistema imune é responsável por proteger o nosso organismo de doenças. Os repolhos, sobretudo as variedades roxas, são excelentes fontes de vitamina C, que impulsiona a atividade das células brancas do sangue, principais células desse sistema de defesa. Ademais, o nutriente é um ótimo agente antioxidante, ajudando a evitar também inúmeras doenças provocadas pelos danos oxidativos.

5. O repolho protege o estômago

Comer repolho previne doenças de estômago que afligem uma grande quantidade de pessoas pelo mundo.
Como vimos, os glucosinolatos presentes no repolho são convertidos a isotiocianatos. Pesquisas revelam que tais compostos auxiliam no controle da população bacteriana deHelicobcater pylori. Estes micro-organismos ajudam a eliminar o muco protetor que reveste as paredes estomacais, o que deixa o órgão em contato com seus ácidos, provocando gastrites e até mesmo úlceras.

6. O repolho previne o Alzheimer

O mal Alzheimer tem sido relacionado com o avanço da idade e o estresse oxidativo. Estudos indicam que a atividade antioxidante das antocianinas ajuda a evitar esta doença degenerativa. A vitamina K também tem sido associada à prevenção Alzheimer, pois participa da síntese de esfingolipídios, lipídeos que são constituintes da bainha de mielina (envoltório que protege os neurônios).

7. O repolho fortalece os ossos

O cálcio, o fósforo, o magnésio e a vitamina K são os responsáveis pelos benefícios do repolho para a saúde dos ossos.
O cálcio e o fósforo são minerais básicos da matriz óssea. Já o magnésio age estimulando a calcitonina (hormônio que mobiliza o cálcio do sangue para ser fixado nos ossos) e convertendo a vitamina D em sua forma ativa (que promove a absorção de cálcio intestinal). A vitamina K participa do processo de carboxilação da osteocalcina, uma proteína não colagenosa, produzida pelos osteoblastos (células que promovem a formação óssea).

8. O repolho é bom para a pele

A grande quantidade de agentes antioxidantes no repolho (como as antocianinas, vitamina C, vitamina A, manganês) ajuda a minimizar os sinais de envelhecimento. Os radicais livres também estão associados ao surgimento de rugas e manchas senis.

Dicas

  • Coloque o repolho em um saquinho de plástico e armazene-o na geladeira (por 8 a 10 dias).
  • Quando cortada, a hortaliça perde nutrientes. Logo, faça o seu o consumo o mais breve possível.
  • Na hora da compra, selecione aquele cujo centro esteja claro e firme, e que não apresente manchas escuras na parte externa.

Precauções

Em geral, o consumo de repolho não promove muitos efeitos colaterais, mesmo em doses “medicinais”, isto é, quantidades um pouco mais significativas para se experimentar mais dos benefícios do repolho para a saúde.
Apesar de não haver evidências que restrinjam seu consumo como remédio, é preferível que mulheres grávidas os comam com moderação.
Já as lactentes não devem consumi-los, pois existem indícios de que eles provocam cólicas nos bebês.
O consumo de repolho, bem como dos demais membros da família Brassicaceae (couve-flor, brócolis, etc), pode afetar a absorção de iodo, o que prejudica especialmente os portadores de problemas de tireoide. Essas pessoas até podem comer a hortaliça, mas sem exageros.
O repolho pode aumentar a metabolização hepática de alguns medicamentos, o que diminui a eficácia dos mesmos. Consulte seu médico para saber se suas medicações são passíveis de decomposição pelo fígado. Exemplos são: digoxina, propranolol, haloperidol, entacapona, paracetamol, atorvastatina, lovastatina, oxazepam, diazepam dentre tantos outros.
O repolho também diminui a eficácia da varfarina e outros anticoagulantes. As folhas são ricas em vitamina K, que tem propriedades anti-hemorrágicas (estimulam a coagulação).
Fonte: mundoboaforma

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