Compartilhe

Mostrando postagens com marcador stress. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador stress. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Síndrome de Burnout: você pode estar sofrendo desse mal e (ainda) não sabe!


A qualidade de vida é uma das armas para prevenir. Cuidar da saúde, dormir e alimentar-se bem, praticar exercícios e manter uma vida social bem ativa.


Trabalhar em condições estressantes, num mercado cada vez mais exigente e competitivo, tem levado muitos profissionais ao esgotamento físico e mental.

A síndrome de Burnout (do inglês "to burn out": queimar por completo), também chamada de síndrome do esgotamento profissional, foi assim denominada pelo psicanalista nova-iorquino Freudenberger, após constatá-la em si mesmo, no início dos anos 1970. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).

A dedicação exagerada à atividade profissional é uma característica marcante de Burnout, mas não a única. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é outra fase importante da síndrome: o portador de Burnout mede a auto-estima pela capacidade de realização e sucesso profissional. O que tem início com satisfação e prazer termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, a necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transformam em obstinação e compulsão; o paciente nesta busca sofre, além de problemas de ordem psicológica, forte desgaste físico, gerando fadiga e exaustão. É uma patologia que atinge membros da Área da Saúde, Segurança Pública, setor bancário, Educação, Cartorários, Tecnologia da informação, Gerentes de Projetos, profissionais da saúde em geral, jornalistas, advogados, professores e até mesmo voluntários.

ESTAGIOS

São doze os estágios de Burnout:

  1. Necessidade de se afirmar ou provar ser sempre capaz
  2. Dedicação intensificada - com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho e a qualquer hora do dia (imediatismo);
  3. Descaso com as necessidades pessoais - comer, dormir, sair com os amigos começam a perder o sentido;
  4. Recalque de conflitos - o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema. É quando ocorrem as manifestações físicas;
  5. Reinterpretação dos valores - isolamento, fuga dos conflitos. O que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos, e a única medida da auto-estima é o trabalho;
  6. Negação de problemas - nessa fase os outros são completamente desvalorizados, tidos como incapazes ou com desempenho abaixo do seu. Os contatos sociais são repelidos, cinismo e agressão são os sinais mais evidentes;
  7. Recolhimento e aversão a reuniões (antissocialização);
  8. Mudanças evidentes de comportamento (dificuldade de aceitar certas brincadeiras com bom senso e bom humor);
  9. Despersonalização (evitar o diálogo e dar prioridade aos e-mails, mensagens, recados etc);
  10. Vazio interior e sensação de que tudo é complicado, difícil e desgastante;
  11. Depressão - marcas de indiferença, desesperança, exaustão. A vida perde o sentido;
  12. E, finalmente, a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita, que corresponde ao colapso físico e mental. Esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência.

SINTOMAS

Os sintomas são variados: fortes dores de cabeça, tonturas, tremores, muita falta de ar, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, crises de asma, oscilações de humor, distúrbios do sono, dificuldade de concentração e problemas digestivos. Segundo Dr. Jürgen Staedt, diretor da clínica de psiquiatria e psicoterapia do complexo hospitalar Vivantes, em Berlim, parte dos pacientes que o procuram com depressão são diagnosticados com a síndrome do esgotamento profissional. O professor de psicologia do comportamento Manfred Schedlowski, do Instituto Superior de Tecnologia de Zurique (ETH), registra o crescimento de ocorrência de "Burnout" em ambientes profissionais, apesar da dificuldade de diferenciar a síndrome de outros males, pois ela se manifesta de forma muito variada: "Uma pessoa apresenta dores estomacais crônicas, outra reage com sinais depressivos; a terceira desenvolve um transtorno de ansiedade de forma explícita", e acrescenta que já foram descritos mais de 130 sintomas do esgotamento profissional.

Burnout é geralmente desenvolvida como resultado de um período de esforço excessivo no trabalho com intervalos muito pequenos para recuperação. Pesquisadores parecem discordar sobre a natureza desta síndrome. Enquanto diversos estudiosos defendem que Burnout refere-se exclusivamente a uma síndrome relacionada à exaustão e ausência de personalização no trabalho, outros percebem-na como um caso especial da depressão clínica mais geral ou apenas uma forma de fadiga extrema (portanto omitindo o componente de despersonalização).

Trabalhadores da área de saúde são frequentemente propensos ao burnout. Os médicos parecem ter a proporção mais elevada de casos de burnout (de acordo com um estudo recente no Psychological Reports, nada menos que 40% dos médicos apresentavam altos níveis de burnout). Cordes e Doherty (1993), em seu estudo sobre esses profissionais, encontraram que aqueles que tem frequentes interações intensas ou emocionalmente carregadas com outros estão mais suscetíveis.

Os estudantes são também propensos ao burnout nos anos finais da escolarização básica (ensino médio) e no ensino superior; curiosamente, este não é um tipo de burnout relacionado com o trabalho, mas com o estudo intenso continuado com privação do lazer, de actividades lúdicas, ou de outro equivalente de fruição hedónica. Talvez isto seja melhor compreendido como uma forma de depressão. Os trabalhos com altos níveis de stress ou consumição podem ser mais propensos a causar burnout do que trabalhos em níveis normais de stress ou esforço. Profissionais de TI, policiais, Taxistas, bancários, controladores de tráfego aéreo, engenheiros, músicos, professores e artistas parecem ter mais tendência ao burnout do que outros profissionais.

DIAGNOSTICO

Importante ressaltar a relevância da consulta médica para um diagnóstico realizado de maneira competente, para que não se cometam erros, como a confusão entre Burnout e Depressão bastante comum nos estágios iniciais, pela similaridade de sintomas. O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho. Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.

TRATAMENTO

O tratamento para Síndrome de Burnout deve ser orientado por um médico, pois inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.

RECOMENDAÇÕES

  • Adote uma alimentação saudável e balanceada.
  • Pratique exercícios de relaxamento e participe de atividades físicas em grupo.
  • Desfrute de momentos de descontração e lazer.
  • Não consuma álcool ou outras drogas.
  • Avalie se as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental.

fonte: Wikipedia e Drauzio Varellla



sexta-feira, 7 de agosto de 2015

72% das pessoas estão insatisfeitas com o trabalho, aponta pesquisa



Profissionais reclamam de falta de reconhecimento e excesso de tarefas.
Empresa deve avaliar perfil do colaborador para resolver a situação.

A insatisfação com o trabalho é um problema que a cada dia afeta mais profissionais. Falta de concentração e de foco, produção reduzida e distração são algumas das características dos profissionais insatisfeitos. Pesquisa da Isma Brasil (International Stress Management Association) mostrou que 72% das pessoas estão insatisfeitas com o trabalho.

"Geralmente a insatisfação com o trabalho é silenciosa e apenas quando algum problema ou conflito aparece é que as reclamações surgem e as insatisfações são expostas", afirma o coach Riccardo Oliveira.

Esse problema pode ser potencializado, aumentando o número de erros do funcionário se não houver uma interferência do líder. "A pior decisão que um líder pode tomar é ignorar ou não agir para melhorar a situação com o funcionário ou equipe insatisfeita", diz Oliveira.

Segundo a pesquisa, a insatisfação em 89% dos casos tem a ver com reconhecimento, em 78% com excesso de tarefas e em 63% com problemas de relacionamento.

 "Deixar o tempo passar sem fazer alguma mudança pode até deixar a pessoa doente. Ela entra em um círculo vicioso e tudo parece dar errado. Nesse momento, o melhor a fazer é procurar ajuda".

Segundo Oliveira, profissional e empresa podem trabalhar juntos para tentar acabar com a insatisfação. A empresa deve avaliar o perfil do colaborador para saber se ele está na área e na função mais adequada e também entender quais os motivos da insatisfação.

Já o profissional deve listar os pontos negativos e apresentar para a chefia imediata. A partir daí, as duas partes devem trabalhar em conjunto para encontrar uma solução que seja boa para todos.

A pesquisa foi realizada em três captiais (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Aelgre) com 1.034 profissionais ativos no mercado de trabalho, no final de 2014.

fonte: G1 Globo


-------------------------------------------------------

Quem leu isto também gostou de:

"Oportunidade de Negócio"

domingo, 7 de junho de 2015

Estresse no trabalho engorda



Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos com cerca de seis mil pessoas revelou um dado curioso: quase a metade dos entrevistados, mais especificamente 44%, disseram que engordaram em seu emprego atual. As mulheres parecem mais propensas ao aumento de peso: 50% afirmaram ter engordado, contra 39% dos homens. Além do sedentarismo, o ambiente estressante no trabalho foi apontado como outro grande vilão para o aumento de peso.

Segundo a pesquisa CareerBuilder, 28% dos entrevistados disseram que já ganhou mais de 4,5kg em seu emprego atual e 44% disseram que já ganhou algum peso.

Cerca de um terço (32%) atribuiu o estresse como razão para seu ganho de peso.

Outros fatores citados incluem:

- sentado em uma mesa (49%)
- comer fora regularmente (25%)
- celebrações no local de trabalho (16%)

O estudo indicou que as mulheres eram mais propensas a ganhar peso do que os homens, com 50% dos trabalhadores do sexo feminino dizendo que ganharam peso em seu emprego atual em comparação com 39% dos homens.

E as mulheres somam mais peso, com 30% dizendo que ganharam 4,5kg ou mais, em comparação com 23% dos homens.

Para a nutricionista Virgínia Nascimento, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrição, a relação entre o ambiente estressante no trabalho e o aumento de peso é facilmente explicável: "O estresse durante a atividade profissional faz com que a pessoa tente compensar na hora de se alimentar, escolhendo comidas que dão mais prazer, concentradas em açúcar, gordura e sal".

Virgínia, inclusive, deu uma dica simples para aqueles que querem controlar o aumento de peso e disse ainda que o controle do peso deve ser baseado na disciplina: "A falta de água é um problema grave. Ao atender a necessidade da sede, se controla também o da fome. Quem bebe mais água come menos. Em um país tropical , temos tudo para ter uma alimentação saudável. É preciso controlar a quantidade do alimento ingerido. Feijão com arroz, no máximo três colheres de sopa. Ninguém compra sapato maior que os pés, respeitamos o tamanho deles, mas com o estômago não fazemos o mesmo".

Fonte: www.g1.globo.com e www.bizjournals.com

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Dicas para aumentar o seu pique no trabalho


Melhore o humor e a organização e mande o estresse para longe ... 

Tem semanas em que a vontade é ficar na cama, com os pés para cima e sem compromisso nenhum. Mas o trabalho não dá trégua e o jeito é buscar alternativas para manter o ânimo e dar conta das tarefas profissionais. "É fundamental identificar essas armadilhas que nos pegam durante a rotina, desviando o foco e roubando o tempo", afirma a psicóloga Milene Rosenthal, do projeto Psicolink. Para terminar o dia sem esgotamento e aguentar firme a semana, algumas dicas de organização são o segredo. Uma equipe de especialistas sugere opções para você adotar e conseguir vencer o expediente - em vez de ser vencido por ele. 

01. Crie uma agenda diária com prioridades 
Organização é palavra de ordem. "Quando o trabalho flui, você evita estresse, economiza tempo e poupa a mente de preocupações desnecessárias", afirma a psicóloga Glauca Lage, de Belo Horizonte (MG). Use a agenda para se manter pontual em todos os compromissos, eventos e reuniões e procure opiniões do chefe e dos colegas para definir o que é prioridade. Estar sempre com a sensação de que tudo está atrasado e acumulado é desmotivador. "A disciplina ajuda a vencer o excesso de trabalho e contribui para uma ótima imagem pessoal e, consequentemente, um destaque na profissional", diz a psicóloga.

02. Faça pausas 
Alguns minutinhos são revitalizantes e ajudam a manter um bom ritmo de trabalho. "Estudos comprovam que pequenas pausas durante o expediente estimulam o bem-estar do funcionário e otimizam o rendimento profissional", afirma a psicóloga Milene Rosenthal. Levante e dê uma volta no escritório, estique as pernas e converse um pouco. Vale até praticar algum exercício, como a ginástica laboral oferecida por algumas empresas. Estudo publicado no periódico Journal of Occupational and Environmental Medicine mostra que esse tipo de atividade permite alcançar níveis de produção ainda mais elevados.  

03. Estabeleça metas possíveis 
Pode ser motivador ter objetivos cada vez mais desafiadores, mas é preciso um limite pra que o efeito não vire o contrário. A psicóloga Milene afirma que todo indivíduo tem potencial para aprender e se superar, mas algumas empresas e lideranças, para atingir resultados elevados, exigem demais da equipe. "A frustração em não conseguir atingir a meta pode diminuir a autoestima e desencadear até mesmo doenças psíquicas, como a depressão", afirma. Procure conversar sobre a viabilidade de suas metas caso perceba que elas estão difíceis de serem alcançadas. 

04. Preserve os momentos de lazer
Perder os momentos de descanso e descontração para horas extras de trabalho pode ser extremamente perigoso à saúde e ao rendimento profissional. "É preciso ter um equilíbrio entre vida pessoal e profissional para que nenhuma saia prejudicada", afirma Glauca Lage. Trabalhar 11 horas ou mais por dia pode dobrar risco de depressão e comprometer a disposição (Finnish Institute of Occupational Health, Finlândia), passar muitas horas sentado no trabalho aumenta risco de obesidade (Universidade de Montreal, Canadá) e expediente superior a dez horas diárias eleva as chances de problemas cardíacos (estudo publicado pelo European Heart Journal). 

05. Procure uma rotina de trabalho mais flexível 
Pare para refletir sobre o dia a dia no ambiente de trabalho e a relação entre superiores e funcionários. O que poderia ser melhor? Em um estudo americano publicado no Journal of Health and Social Behavior, 608 empregados de uma empresa passaram por uma mudança de rotina: os empresários permitiram que os funcionários decidissem quando e onde trabalhar, com base em suas necessidades individuais e responsabilidades no trabalho, sem que tivessem que pedir permissão ou avisar aos seus gerentes. Como resultado, os empregados: 

  • Relataram dormir quase uma hora (52 minutos) além do costume; 
  • Melhoraram os hábitos saudáveis, pois se sentiram menos pressionados a trabalhar doentes e mais propensos a procurar um médico quando necessário, mesmo que estivessem atarefados; 
  • Organizaram melhor o tempo para executar as tarefas e reduziram o conflito entre trabalho e família.  


06. Saiba dizer não
É muito difícil manter o pique nas tarefas se a todo o momento houver interrupções de outras pessoas. "Há muitos colegas de trabalho que, mesmo nos vendo concentrados e ocupados, não resistem e acabam interrompendo quem está por perto", afirma Milene Rosenthal. Isso pode afetar a produtividade da equipe. O ideal é avaliar se a solicitação é tão urgente a ponto de parar o que você está fazendo. Se não for, diga ao colega de forma educada que, após terminar sua atividade atual, você irá ajudá-lo. Também evite abraçar todas as tarefas que surgem sem realmente saber se dará conta. É melhor negar alguns compromissos do que ter vários mal cumpridos.  

07. Corra atrás do bom humor 
Não adianta esperar que o mau humor vá embora sozinho. Procure dormir bem, relaxe, esvazie a mente de preocupações e permita-se errar e progredir diante de frustrações. Um estudo da Ohio State University College of Business e da Universidade da Pensilvânia (EUA), apontou quem começa o dia bem humorado se sente mais disposto e produtivo, tendo mais sucesso na jornada de trabalho. Por que não procurar também momentos de risada e descontração dentro do ambiente de trabalho? De acordo com uma pesquisa da Universidade Bocconi (Itália), rir levanta o ânimo e favorece a imagem dos chefes perante os seus subordinados. Dos mais de 1.860 funcionários analisados, 98% disseram utilizar o humor para melhorar o ambiente de trabalho e 99% afirmaram que gostam da descontração para acelerar o ritmo das tarefas.  


- - - - - - -

Leia outras noticias no site Foco Em Vida Saudavel

Curta o facebook Foco em Vida Saudavel

Curta o facebook do Vida Ativa e Saudavel, Fit Camp Herbalife com aulas de Zumba Fitness ao ar livre, movimente-se do jeito que quiser, pratique exercicios em ritmo de festa! Saiba como participar:

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Adote uma dieta saudável para sua mente



De acordo com pesquisas, uma dieta saudável do cérebro é aquele que reduz o risco de doenças cardíacas e diabetes, incentiva um bom fluxo sanguíneo para o cérebro, e é pobre em gordura e colesterol. Assim como o coração, o cérebro precisa o equilíbrio certo de nutrientes, incluindo proteínas e açúcar, para funcionar bem. Uma dieta saudável do cérebro é mais eficaz quando combinado com atividade física e mental e interação social.

Gerenciar seu peso corporal para uma boa saúde geral do cérebro e do corpo. Um estudo de longo prazo com 1.500 adultos descobriu que aqueles que eram obesos na meia idade eram duas vezes mais propensos a desenvolver demência mais tarde na vida. Aqueles que também tinham níveis elevados de colesterol e pressão arterial elevada tinham seis vezes o risco de demência. Adotar um estilo de vida global de alimentos, ao invés de uma dieta de curto prazo, e comer com moderação.

Reduza o consumo de alimentos ricos em gordura e colesterol . Estudos têm demonstrado que o consumo elevado de gorduras saturadas e colesterol obstrui as artérias e está associado a maior risco de doença de Alzheimer . No entanto, HDL (ou "bom colesterol") podem ajudar a proteger as células do cérebro. Use gorduras mono e poli-insaturados, tais como azeite, por exemplo. Experimente assar ou grelhar alimentos em vez de fritar.

Aumente a ingestão de alimentos protetores . A investigação actual sugere que certos alimentos podem reduzir o risco de doença cardíaca e derrame, e parecem proteger as células do cérebro.

Em geral, frutas e legumes de pele escura têm os mais altos níveis de ocorrência natural os níveis de antioxidantes. Esses vegetais são: couve, espinafre, couve de bruxelas, brotos de alfafa, brócolis, beterraba, pimentão vermelho, cebola, milho e berinjela. Frutas com níveis elevados de antioxidantes incluem ameixas, passas, mirtilos, amoras, morangos, framboesas, ameixas, laranjas, uvas vermelhas e cerejas.

Peixes de água fria contêm ômega-3 os ácidos gordos benéficos: linguado, cavala, salmão, truta e atum. 

Algumas nozes podem ser uma parte útil da sua dieta; amêndoas, nozes e nozes são uma boa fonte de vitamina E, um antioxidante.

Não existe informação suficiente para indicar que quantidades desses alimentos pode ser mais benéfico para a saúde do cérebro. Por exemplo, não é clara a forma como muitos frutos teria de ser consumida a ter um benefício detectável. No entanto, um estudo de mulheres idosas mostrou que aqueles que comeram mais verde, arborizada e vegetais crucíferos no grupo eram um ou dois anos mais novo na função mental do que as mulheres que comeram alguns desses vegetais.

Vitaminas podem ser úteis . Existe alguma indicação de que as vitaminas, tais como vitamina E, ou vitaminas E e C, em conjunto, de vitamina B12 e de folato pode ser importante na redução do seu risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Uma dieta saudável do cérebro vai ajudar a aumentar a sua ingestão dessas vitaminas e os oligoelementos necessários para o corpo a usá-los de forma eficaz.

Fonte ALZ ORG


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Como o Stress pode afetar seu peso

Como o Stres pode afetar seu peso Foco Vida Ativa e Saudavel Herbalife
Como o Stres pode afetar seu peso


  estresse crônico pode causar ganho de peso...  

Existem várias maneiras em que o stress pode contribuir para o ganho de peso. Um deles tem a ver com cortisol , um hormônio do estresse. Quando estamos sob estresse, a resposta de luta ou fuga é acionado em nosso corpo, levando à liberação de vários hormônios.

Se estamos estressados por causa de exigências malucas, constantes no trabalho ou realmente em perigo, o nosso corpo responde como se estivéssemos prestes a ser prejudicados e precisam lutar por nossas vidas. Para responder a esta necessidade, nós experimentamos uma explosão de energia, mudanças no metabolismo e na circulação sanguínea, e outras alterações.

Se você permanecer nesse estado por um período prolongado de tempo, devido ao estresse crônico, sua saúde fica em risco. Além de uma série de outros perigos, o estresse crônico também pode causar ganho de peso - é por isso que alguns produtos a base de cortisol são comercializados como auxiliares de dieta.

O estresse crônico e cortisol podem contribuir para o ganho de peso das seguintes formas:

Metabolismo - Você se sente como você está propenso a colocar mais peso quando você está estressado, mesmo se você está comendo a mesma quantidade de comida que você sempre tem? Demasiado cortisol pode retardar seu metabolismo, fazendo com maior ganho de peso do que você normalmente experiência. Isso também faz com que a dieta mais difícil.

Ansiedade - Pessoas que experimentam estresse crônico tendem a procurar alimentos mais gordurosos, salgados e açucarados. Isso inclui doces, alimentos processados e outras coisas que não são tão boas. Esses alimentos são geralmente menos saudáveis e levam ao aumento de peso.

Açúcar no sangue - o estresse prolongado pode alterar seus níveis de açúcar no sangue, causando alterações de humor, fadiga e condições como hiperglicemia. Demasiado stress tem sido associado a síndrome metabólica, um conjunto de problemas de saúde que podem levar a problemas maiores de saúde, como ataques cardíacos e diabetes.

Armazenamento de gordura - Níveis mais altos de estresse estão ligados a maiores níveis de gordura abdominal. Infelizmente, a gordura abdominal não é apenas esteticamente indesejável, está relacionada com maiores riscos para a saúde do que a gordura armazenada em outras áreas do corpo.

Comer emocional - aumento dos níveis de cortisol não só pode fazê-lo implorar comida pouco saudável, mas o excesso de energia nervosa muitas vezes pode fazer com que você coma mais do que faria normalmente. Quantas vezes você se encontrou vasculhando a cozinha para um lanche, ou distraído comendo comida pouco saudavel quando você está estressado, mas não é realmente com fome?

Fast Food - Especialistas acreditam que um dos grandes motivos que estamos vendo mais obesidade em nossa sociedade nos dias de hoje é que as pessoas estão muito estressados e ocupados para fazer refeições saudáveis, muitas vezes optando por comer no fast food mais próximo.

Ocupado demais para o exercício - Com todas as demandas em sua programação, o exercício pode ser uma das últimas coisas em sua lista de afazeres. Se assim for, você não está sozinho. A maioria das pessoas vive um estilo de vida sedentário, nossas mentes parecem estar correndo de tudo o que temos que fazer. Infelizmente, trânsito, horas de trabalho, TV, exuastão no final do dia, interferem na mudança de habitos, impedem que tomemos a iniciativa de introduzir exercícios em nosso dia a dia.

Fontes: ABOUT HEALTHY, Stress System Malfunction Could Lead To Serious, Life-Threatening Disease. NIH Backgrounder September 9, 2002. Teitelbaum, Jacob, M.D. How Stress Can Make You Gain Weight. Total Health Vol 25. no. 5. Oct/Nov 2003. 


- - - - - - -

Leia outras noticias no site Foco Em Vida Saudavel

Curta o facebook Foco em Vida Saudavel

Curta o facebook do Vida Ativa e Saudavel, Fit Camp Herbalife com aulas de Zumba Fitness ao ar livre, movimente-se do jeito que quiser, pratique exercicios em ritmo de festa! Saiba como participar:

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Hábitos alimentares afetam o humor



Se você está nervosa, irritada ou estressada, preste atenção no seu prato. Certos alimentos (que você acredita que mandarão o baixo-astral embora) podem deixá-la ainda mais deprê. Saiba como se livrar dessa enrascada.

1. Consumir muito carboidrato

Há uma razão para que muitas das chamadas comfort foods (comida de conforto, aquela que parece fazer um carinho na alma), sejam carboidratos, como purê de batata e lasanha. Os carbos favorecem a produção de serotonina, o neurotransmissor da sensação de bem-estar no cérebro, ativando os receptores que ajudam no humor e no apetite.

Solução: coma carboidratos complexos, como cereais integrais e aveia, que são digeridos mais lentamente do que grãos refinados, dando a sensação de saciedade por mais tempo. No caso da batata, a dica é substituir a tradicional pela doce, pois possui baixo índice glicêmico e é rica em vitaminas B e licopeno, aliados na luta contra a depressão. "Refrigerantes, balas de goma e chocolate branco são alimentos que não possuem nutrientes, por isso devemos ficar distante deles", alerta a nutróloga Ana Luisa Vilela.

2. Ingerir gordura ruim

Alguns especialistas dizem que a tendência de procurar alimentos que engordam durante o inverno pode ser um impulso evolutivo. De acordo com Ana Luisa, nosso corpo precisa gastar mais energia para esquentar quando está frio. "É como se ele pedisse mais e, por isso, o aumento do desejo de ingerir coisas gordas", explica. Além disso, passamos mais tempo em casa na tentativa de ficarmos aquecidas, aumentando a vontade de comer.

Solução: seja amiga das gorduras certas. As saudáveis, que contêm ômega-3, são conhecidas por apoiar a função das células cerebrais e aumentar o nosso estado de espírito positivo, segundo a nutricionista Elizabeth Somer, especialista em dietas e autora de Eat Your Way to Happiness (inédito no Brasil). Os peixes estão entre as melhores fontes, especialmente o salmão e o atum. Além disso, inclua o abacate no menu ao menos uma vez por semana, pois a fruta tem fibras e dá a sensação de saciedade por mais tempo. O leite com baixo teor de gordura também é uma boa escolha e muitas vezes tem vitamina D.

3. Esquentar a comida

Muitos nutrientes de alimentos capazes de melhorar o nosso humor, incluindo o ácido fólico (encontrado em couve, lentilha, aspargos, brócolis e beterraba), são danificados pelo calor, segundo Drew Ramsey, clínico e professor de psiquiatria na Universidade de Columbia, nos EUA. Além disso, pesquisadores de Harvard descobriram que cozinhar o alimento pode realmente diminuir as calorias que seu corpo usa para digerir algo. Nós queimamos cerca de 10% do que consumimos por meio da digestão, um número não tão pequeno para uma dieta.

Solução: quanto menos você aquecer o alimento, melhor. Se não é adepta dos crus, experimente pelo menos cozinhar os legumes no vapor e preparar uma salada com eles. Um estudo da publicação americana Journal of Agricultural and Food Chemistry revelou que cozinhar os alimentos assim é o melhor jeito para preservar os nutrientes de que tanto precisamos.

4. Exagerar nos doces

O inverno proporciona menos momentos de luz solar ao dia, o que significa que o corpo pode estar produzindo mais melatonina, um hormônio indutor de sono. Ou seja, seu desejo por açúcar aumenta por ser uma fonte rápida de energia. Mas é preciso tomar cuidado, pois dietas ricas em açúcar estão ligadas a um alto risco de depressão e podem ter o efeito inverso, potencializando o mau humor. "O açúcar e a gordura são indutores de serotonina e, por isso, proporcionam um grande prazer momentâneo", alerta Ana Luisa.

Solução: obtenha mais energia da cafeína. Um estudo divulgado na revista Archives of Internal Medicine, dos EUA, revelou que ela pode reduzir o risco de depressão em mulheres. Segundo a pesquisa, dois ou três copinhos de café por dia não são prejudiciais. Se cortou a bebida quente da dieta, substitua por vitaminas do complexo B, que ajudam a converter aminoácidos em neurotransmissores de serotonina, aumentando os índices de energia, segundo Ramsey. As fontes incluem aves, verduras, peixes, lentilhas e ovos.

----
fonte: M de Mulher

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Benefícios que sorrir traz à saúde

"Um dia sem rir é um dia desperdiçado." Charles Chaplin

"Um dia sem rir é um dia desperdiçado." 
Charles Chaplin

O maior objetivo do ser humano é (ou deveria ser) a felicidade, e para atingir isso é preciso sorrir mais. Todo mundo deve passar por momentos sérios, especialmente no trabalho ou ao lidar com problemas, mas a quantidade de risadas durante o dia deve ser grande até mesmo para poder lidar com situações difíceis que ocorrem com todo mundo. A contribuição do sorriso para nossa vida é tão grande que traz até mesmo benefícios para saúde. Veja abaixo sete melhoras que dar gargalhadas pode causar a você:

1. RIR REDUZ A PRESSÃO ARTERIAL

Para quem possui pressão alta, uma sessão de risadas pode ajudar a diminuir a pressão arterial, reduzindo o risco de derrames e ataques cardíacos também para quem possui níveis normais. Assistir um bom filme de comédia no final do dia para ir dormir relaxado é uma boa opção;

2. RIR REDUZ OS NIVEIS DE ESTRESSE

A rotina diária pode ser muito cansativa, causando estresse frequente. Quem ri durante boa parte do dia libera endorfina, o hormônio do prazer, que diminui o estresse e também a ansiedade. Ao reduzir o estresse nosso corpo pode responder com a melhora do sistema imunológico, evitando o surgimento de doenças. Que tal pesquisar algumas piadas para contar para os amigos no trabalho?

3. RIR FORTALECE OS MUSCULOS DO ABDOMEN

O exercício que seu abdômen faz quando você ri ajuda na definição dessa região do corpo. Os músculos se expandem e contraem da mesma forma que acontece durante um abdominal, por exemplo, mas com menos intensidade. É uma maneira muito agradável de definir o abdômen, então tente assistir peças de teatro com frequência;

4. RIR MELHORA A SAUDE CARDIACA

Para as pessoas que não podem praticar esportes com regularidade devido à lesão ou doença, ter uma sessão de risadas na rotina pode ser a melhor forma de dar ao corpo o exercício que ele precisa. Com isso, há um bombeamento de sangue maior ao coração e a queima de calorias em quantidade semelhantes a um caminhar em ritmo lento. Portanto, sim, rir com a sua série favorita todos os dias pode ser um pequeno exercício físico que ajuda a saúde do seu coração;

5. RIR MELHORA O SISTEMA IMUNOLOGICO

As células T são células do sistema imunológico especializados apenas esperando em seu corpo para a ativação. Quando você ri, você ativa as células T que começam imediatamente para ajudá-lo a lutar contra a doença. Da próxima vez que você se sentir um frio chegando, rindo adicionar ao seu plano de prevenção de doenças.

6. RIR FUNCIONA COMO ANALGESICO

Com a liberação de endorfina, analgésico natural, quando você ri a dor que você pode estar sentido é eliminada ou pelo menos diminuída. Dessa forma, há uma sensação de bem-estar em todo corpo sempre que você dá uma risada, melhorando a qualidade de vida. Por isso, vá para o bar com os amigos para contar aquela história engraçada que ninguém sabe.

7. RIR AUMENTA A SENSAÇÃO GERAL DE BEM-ESTAR

Apesar de todos os benefícios que rir traz para a saúde, é preciso que haja a prática frequente de exercícios físicos para que não manter-se em forma e protegido contra doenças. Além disso, uma alimentação balanceada é fundamental para manter uma vida saudável e bem-estar durante a sua rotina. Dar risada faz com que as pessoas se aproximem de você e traz felicidade à sua vida, portanto, sorria mais!

Fonte: Gaiam Life

--------------------------------

Para maiores informações sobre produtos, preços, como comprar e sobre a oportunidade de negocio da Herbalife, por gentileza entre em contato com a Distribuidora Independente Herbalife:

SILVANA COSTA GONÇALES
cel. (011) 97153-0245

VOCE GOSTOU DESTE CONTEUDO?

Curta mais dicas na pagina oficial da Consultora Herbalife

FOCO EM VIDA SAUDAVEL
Consultora Independente Herbalife
Espaço Vida Saudável

Centro Empresarial Araguaia (CEA)
Alameda Araguaia, 2044, Alphaville
Torre 1, 1º andar, Sala 107
Cep 06455-906 Barueri SP

whatsapp (011) 97153-0245

Curta nas Redes Sociais:

Grupo Bem Estar Herbalife