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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

A gordura abdominal e sua relação com a autoestima


Se perguntássemos para dez mulheres se estão totalmente satisfeitas com seu corpo, pelo menos oito delas diriam que não. Todas querem mudar uma coisinha aqui ou outra ali, e é de conhecimento comum, que a maior vilã na busca pelo corpo considerado ideal é a gordura abdominal. Ela é a mais resistente a regimes e exercícios físicos.

Suas causas vão muito além de uma alimentação ruim e, por vezes, trata-se de uma soma de fatores. O acúmulo de gordura na região do abdômen pode ser causado pelo estresse, por um desequilíbrio hormonal, pela má postura, pelo sedentarismo e até pelo uso de roupas apertadas.

A gordura abdominal também é um risco à saúde. Pode ser a responsável pelo aparecimento de doenças como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, entre outras.
Por isso, é importante manter os exames em dia. No entanto, mesmo se o check up indicar que essa gordura não está prejudicando a saúde, isso não impede que a famosa “barriguinha” gere insatisfação com a imagem corporal, afetando diretamente a autoestima e o amor-próprio.

A gordura abdominal, na sociedade atual, tem sido um dos grandes fatores no desequilíbrio da autoestima. Vivemos uma ditadura do corpo perfeito e , quando não nos encaixamos em tal padrão, nos sentimos feios, inferiores, inadequados. De acordo com a psicóloga Luisa Restelli, a famosa “barriguinha” somente é tida como algo indesejável a ser repreendido por termos sido “ensinados” dessa forma, pela mídia, pela moda, pela pressão da sociedade.

A autoestima é imediatamente diminuída quando nos sentimos inferiores. “Algumas vezes, uma mudança externa pode ajudar em uma mudança interna. É possível recuperar a autoestima quando se consegue o corpo ideal. Porém, a causa desse sintoma é muito mais profunda e pode retornar em qualquer outra situação de sensação de inadequação”, esclarece Luisa, que também atua como psicoterapeuta corporal.

Conheça a seguir passos que podem ajudar a promover a mudança externa e estimular a mudança interna.

MUDANÇA EXTERNA

1.Alimentação balanceada: coma frutas, verduras e alimentos ricos em fibras, evite alimentos com gorduras saturadas e hidrogenadas, diminua o sal e faça entre cinco e seis pequenas refeições por dia, em intervalos médios de três horas.

2.Prática de exercícios físicos: exercícios aeróbicos, como a corrida, são os mais indicados para a queima de calorias.

3.Boa postura: a postura correta favorece a atuação dos músculos eretores da coluna e abdominais como uma espécie de cinta natural, minimizando os efeitos visuais da gordura salientada. A postura inadequada projeta o abdômen para a frente, dando a impressão de uma barriga maior.

4.Criolipólise: tratamento estético, não invasivo, que elimina a gordura localizada através do congelamento e destruição das células de gordura.

5.Ingestão de água: beba pelo menos dois litros de água por dia e evite o consumo de bebidas alcoólicas.

6.Dermocosméticos: produtos com ativos farmacológicos que agem diretamente na gordura localizada.

7.Acupuntura: além de equilibrar o indivíduo no sentido do bem-estar geral e autoestima, a acupuntura pode diminuir gordura localizada.

MUDANÇA INTERNA

1.Compreenda o que está por trás da insatisfação com a barriga: a psicóloga Luisa Restelli esclarece que é preciso compreender de forma mais profunda da baixa autoestima. “Esta gordurinha a mais é apenas um motivo para a pessoa acreditar que não é capaz de ser bem aceita, desejada, bem estimada. Na verdade, ela teme a rejeição. No mais profundo, é uma crença de não ser merecedora de amor. E a partir desta crença inconsciente, a pessoa busca de todas as formas se adequar ao caminho dito como certo para conseguir este amor. Ela busca aceitação, busca ser como dizem que precisaria ser para conseguir suprir essa falta interna”.

2.Fortaleça o amor próprio: de acordo com Luisa, suprir a falta interna é algo que só pode ser feito pela própria pessoa. “O mais importante é compreender que este amor, essa sensação de pertencimento, não virá de fora, não virá do outro. Não importa quantos digam que a pessoa é linda, quantos elogios ela receba. Se não sentir isso internamente, ela não acreditará no que lhe falam. Se esse amor próprio não brotar de dentro dela, não importa o que fizer externamente para mudar essa sensação, a insegurança permanecerá”.

3.Busque motivação: por fim, busque encontrar dentro de si a motivação para sentir-se bem. Procure fazer algo que lhe traga a sensação de bem estar, de prazer. Busque ajuda, se for preciso, com uma terapia ou uma atividade que promova a autoestima. “Ninguém é igual e nem precisa ser. Somos todos únicos e especiais, inclusive (e principalmente) por nossas diferenças”, encerra Luisa.

Fonte: Personare

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Nutricionistas respondem quem é a vilã da dieta? Manteiga ou margarina?


Eis um duelo de titãs até bem antigo: o que passar no nosso pãozinho de cada dia, manteiga ou margarina? Preferências de paladar à parte, a questão é relevante, pois envolve a saúde.
A dúvida persiste e entendê-la torna-se ainda mais urgente por conta da atual geração-saúde, que hoje se vê cercada de blogueiras fitness, cada uma dando suas dicas. Mas o que os profissionais de nutrição têm a dizer sobre quem é a real vilã da história?
Antes de tudo, a nutricionista Kaliny Alves deixa claro um ponto crucial: tanto a margarina quanto a manteiga são gorduras, portanto, o ideal é o uso moderado para evitar o surgimento de doenças cardiovasculares. Agora se precisar indicar uma ou outra para um paciente seu com quadro de obesidade, lipidemia (presença de gordura saturada no sangue) ou trigilicerídeos altos, o lado pende para o da margarina. Para o indivíduo com saúde estável, ela explica que pode ser feito o uso tanto de uma quanto de outra, desde que em doses não excessivas.“Tudo está relacionado à quantidade e à frequência de uso. Porém, o corpo absorve mais rápido a manteiga e o seu excesso leva ao aumento do colesterol ruim”, alerta. No supermercado, ela recomenda olhar com cuidado para as informações nutricionais e procurar a margarina livre de gordura trans. “É uma questão de vigilância”, frisa a profissional.
Opção natural
Já a nutricionista Roberta Marquezini posiciona-se pela manteiga. Ela explica que a margarina é um produto obtido industrialmente a partir do acréscimo de hidrogênio ao óleo vegetal em um processo chamado de hidrogenação. Por conta disso, os óleos se solidificam, dando origem à gordura hidrogenada, base da margarina.
“O problema é que o processo de hidrogenação dá origem à gordura trans, que está relacionada às doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e alterações imunes”, aponta, mostrando que, de fato, devemos correr da gordura trans.
Sendo obtida em um processo mais natural, a manteiga seria a alternativa mais saudável no entendimento de Roberta. “Indico a manteiga por se tratar de uma gordura natural, rica em vitaminas antioxidantes e que pode ser obtida facilmente a partir da gordura do leite, até mesmo em processo artesanal”.
E assim como Kaliny, a nutricionista reforça a ideia de que o uso de nenhum dos dois produtos deve ser feito em demasia. “Independente da escolha, o consumo deve ser moderado e de acordo com as necessidades energéticas de cada pessoa, que diferem de acordo com o sexo, peso, altura e nível de atividade física. Em relação à gordura saturada (presente na manteiga), a recomendação é que o consumo não ultrapasse 10% das calorias totais da dieta”, explica.
Na hora das compras, Roberta recomenda ficar de olho nas informações nutricionais da manteiga. “Devemos dar preferência sempre às manteigas orgânicas, obtidas do leite de animais que vivem soltos e são alimentados por pasto. Como nem sempre isto é possível, nos supermercados, opte pelas versões sem sal”.
Para cozinhar
O fato é que tanto a manteiga como a margarina estão presentes em diversas receitas, e inclusive, são usadas frequentemente para a fritura de alimentos. Kaliny Alves aponta que nenhuma das duas – e nem mesmo o azeite de oliva – são indicadas para isso.
“Todas vão saturar em contato com o calor. O ideal é evitar o uso de fritura, principalmente quem está seguindo uma dieta de perda de peso. A gorduras saturadas causam danos às células e ao funcionamento dos órgãos”, ensina.
Roberta Marquezini também faz um alerta com relação à manteiga. “Ela não deve ser aquecida a altas temperaturas, pois seu ponto de fumaça é baixo. Então o ideal é preparar os alimentos em fogo brando. Pode ser utilizada para saltear rapidamente os vegetais ou adicioná-la ao final das preparações”, diz.
Em todo caso, a postura mais acertada é ficar de olho nas informações nutricionais do produto escolhido, seja margarina ou manteiga. E o vilão maior mesmo é o exagero.
Fonte: A Critica

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Afaste os riscos de infarto e derrame: cinco formas de reduzir e controlar a taxa de colesterol


O colesterol é um tipo de gordura que circula na corrente sanguínea e que carrega a fama de vilão pelo fato de, em excesso, aumentar o risco de doenças cardiovasculares, como derrame e infarto.

A substância, no entanto, é essencial para algumas funções do organismo, já que ajuda na regeneração dos tecidos e dos ossos e na produção de hormônios sexuais e de vitamina D. Prova disso é que 70% de todo o colesterol presente no corpo de uma pessoa é produzido por seu próprio organismo.

Para circular pela corrente sanguínea, o colesterol precisa se ligar a uma lipoproteína, molécula que contém proteína e gordura. Existem dois tipos dessas moléculas transportadoras: as lipoproteínas de baixa densidade (LDL) e as de alta densidade (HDL) — e são elas que determinam se o colesterol será mais ou menos prejudicial à saúde.

Enquanto o LDL deposita o colesterol nas paredes das artérias, podendo entupir os vasos e desencadear problemas cardiovasculares, o HDL leva o excesso de colesterol para o fígado para que seja eliminado pelo intestino. Por isso, o colesterol transportado pelas moléculas LDL e HDL é conhecido como colesterol ruim e bom, respectivamente.
Os médicos consideram que os níveis de HDL devem ser de, no mínimo, 60 miligramas por decilitro de sangue e os de LDL não devem ultrapassar 100 miligramas por decilitro de sangue. Em quantidade superior a essa, o colesterol "ruim" pode se acumular nas artérias e formar placas de gordura.

"Com o tempo, essas placas reduzem a circulação do sangue que vai para o coração e podem formar coágulos, interrompendo completamente a passagem do sangue, que é a causa do infarto ou derrame cerebral", diz o cardiologista Luiz Bortolotto, coordenador do Centro de Hipertensão do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo.

A alimentação é uma importante fonte de colesterol — e a qualidade dos hábitos alimentares é fundamental para controlar os níveis de gordura no sangue. Para garantir que o colesterol não prejudique a saúde, é essencial evitar o consumo de gorduras saturadas, como explica o endocrinologista Alex Leite, do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, em São Paulo.

Segundo ele, alguns alimentos ricos nesse tipo de gordura são laticínios e derivados integrais, como leite integral, queijos de coloração mais amarela, manteiga e requeijão, além de carnes gordas, como lombo de porco, picanha, cupim e embutidos.

Praticar atividade física, ingerir alimentos ricos em fibra e parar de fumar também ajuda a controlar o colesterol, reduzindo os níveis de LDL e aumentando os de HDL.

Tratamento

No entanto, existem casos em que as taxas de colesterol não se estabilizam com alimentação e atividade física. As causas para esses problemas podem estar em alguma doença metabólica, como o diabetes e a obesidade, ou na herança genética.

"Pessoas que têm familiares com colesterol alto tendem a apresentar taxa elevada de colesterol, independentemente da dieta", diz Marcelo Paiva, cardiologista do Núcleo de Cardiologia do Hospital 9 de Julho.

O tratamento à base de estatina é o mais utilizado nesses casos: o medicamento inibe a produção de colesterol pelo organismo. Mesmo esses pacientes, porém, devem seguir recomendações básicas para controlar o colesterol.



Fonte: Brasil Post

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Colesterol: saiba o que é, tipos e como manter em níveis saudáveis


O colesterol alto é um mal que afeta milhões de pessoas no mundo todo e representa perigo para a saúde, principalmente para o coração. Quem tem colesterol alto vive de dieta, se preocupando com o que pode ou não comer. Mas como o problema não apresenta sintomas, a pessoa pode estar com o colesterol nas alturas e nem desconfiar.

O aumento dos níveis de colesterol pode ter várias causas, entre elas uma alimentação com excesso de alimentos ricos em gorduras ruins e poucas frutas, verduras e legumes, que são excelentes fontes de fibra. Excesso de peso, sedentarismo ou ainda fator genético são outros fatores quem contribuem para essa condição de saúde perigosa.

Apesar de prejudicial à saúde quando em níveis elevados, o colesterol é importante para o funcionamento do organismo humano.

Ele é necessário para o crescimento e regeneração das células, é responsável pela formação dos hormônios sexuais e pelo metabolismo das vitaminas A, K, E e D. Além disso, o colesterol participa da produção da bílis, que ajuda no processo de digestão.

Portanto, o colesterol não faz mal para a saúde, mas sim o seu excesso. Quando o nível desse tipo de gordura ultrapassa os limites considerados aceitáveis para suprir as necessidades do organismo, tende a se acumular nas paredes das artérias. Com o tempo, a gordura depositada se transforma em placas que podem, pouco a pouco, entupir as artérias e levar a problemas cardiovasculares.

Tipos de colesterol

O colesterol não é solúvel no sangue, por isso, precisa estar ligado a uma proteína para ser transportado do fígado para os outros tecidos através da circulação. Deste processo, têm origem as chamadas lipoproteínas de transporte, que são os dois tipos de colesterol: o HDL e o LDL.

Colesterol HDL

É o colesterol bom. O HDL ajuda a remover o colesterol acumulado nas paredes das artérias para o fígado. Dessa forma, o colesterol pode ser transformado em bílis e ser reutilizado pelo corpo. Portanto, quando existem altas concentrações do colesterol HDL no sangue, o risco de ataques cardíacos é menor.

Colesterol LDL

Considerado o colesterol ruim, já que ao contrário do HDL, as altas concentrações de LDL no sangue estão associadas a um maior risco de doenças do coração. Isso porque o colesterol LDL se oxida e se deposita nas paredes das artérias, dificultando a circulação do sangue. O processo de entupimento das artérias é gradual e pode causar ataques do coração, AVC (ou derrame), aterosclerose e trombose.

Colesterol e alimentação

A maior parte do colesterol é fabricado pelo nosso próprio corpo, em média 70% sintetizados pelo fígado. Os outros 30% são provenientes da alimentação, mais especificamente dos alimentos de origem animal. As principais fontes de colesterol são:

- leite integral;

- queijos amarelos;

- manteiga;

- creme de leite;

- gema de ovo;

- frios (salame, presunto, etc.) ;

- embutidos (salsicha, linguiça, etc.) ;

- bacon;

- miúdos de boi e aves (fígado, coração) ;

- frutos do mar.

Como evitar o colesterol alto

A melhor forma de evitar o colesterol alto é ter um estilo de vida saudável, o que inclui uma dieta à base de alimentos que ajudem a diminuir os níveis de colesterol. As fibras são um bom exemplo de alimentos com essa função, principalmente a linhaça e a aveia. As verduras, frutas, chá verde, alho, gengibre, ômega-3, proteína de soja e vitaminas C e E também devem fazer parte do cardápio.

Evite as frituras, o consumo excessivo de gordura saturada, presente nas carnes gordas e de gordura trans, muito utilizada na fabricação de pães, salgadinhos, bolachas, sorvetes, molhos para salada, entre outros produtos.

Fuja do sedentarismo e tenha uma vida mais ativa. Fazer exercícios físicos diminui os níveis de LDL e aumenta os níveis de HDL. Além disso, diminui o risco de doenças do coração e ajuda a perder peso. Pessoas acima do peso e obesas estão mais propensas a desenvolver doenças cardíacas e a sofrer derrame. Mexer o corpo só traz benefícios e melhora a saúde como um todo.

Outras dicas importantes são moderar o consumo de bebidas alcoólicas e largar o vício do cigarro. Não se esqueça de visitar o médico regularmente para fazer exames e verificar os níveis de colesterol no organismo. A prevenção e o controle do colesterol são armas poderosas para evitar doenças sérias e complicações.

Fonte: Dicas de Mulher

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

7 alimentos que reduzem o colesterol



As doenças cardiovasculares são as principais causas de morte em todo o mundo e também no Brasil. É uma doença silenciosa e a melhor forma de prevenir o seu aparecimento e desenvolvimento é através da alimentação equilibrada, variada e colorida, prática regular de exercícios físicos, realização de exames periódicos e acompanhamento médico.
Segundo a diretriz sobre o consumo de gorduras e saúde cardiovascular (2013) o padrão alimentar interfere na prevenção das doenças cardiovasculares, pressão arterial e nas dislipidemias (ex: hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia).
Quando ingeridos em equilíbrio, as gorduras e o colesterol não são vilões, possuem funções importantes no organismo humano: formação das membranas celulares, base para a formação de diversos hormônios, absorção das vitaminas lipossolúveis A, D, E e K.
Alimentos que contribuem para proteção das doenças cardíacas e redução do colesterol:
Salmão, Atum, Sardinha
Excelente fonte de ômega 3, possui ação de redução do colesterol, antitrombótica e antinflamatória. Devemos aumentar a frequência de consumo de peixes na nossa alimentação.
Castanha-do-pará, amêndoas e nozes
São excelentes fontes de ácidos graxos monoinsaturado e poliinsaturado, proteína vegetal, vitamina E, polifenóis, fitoesteróis, selênio, fibras, cálcio, magnésio e zinco. Potente ação antioxidante. Estudos mostram relação inversa ao consumo de oleaginosas e doenças cardiovasculares e aterosclerose, pela redução da oxidação da LDL colesterol e do colesterol total e diminuição de marcadores inflamatórios.
Para prevenção de doenças crônicas e promoção da saúde sugere-se acrescentar diariamente 2 a 4 castanhas do pará, amêndoas e\ou nozes ao programa alimentar. Estudos científicos utilizam em média a porção de 30g/dia.
Farinha de aveia
Rica em fibras solúveis betaglucanas, no trato intestinal exercem o papel de reter água e formar géis, substrato para fermentação de bactérias colônicas, redução do colesterol sanguíneo e controle insulínico. Pode ser utilizada 1 colher de sopa diariamente em iogurte e frutas ou enriquecendo preparações.
Linhaça dourada e chia
Fontes de fibras, ômega 3, vitaminas (vitamina E, complexo B) e minerais (cálcio, selênio). O consumo regular de 1 colher de sopa diariamente ajuda na prevenção de doenças intestinais e cardíacas. Podem ser utilizados para enriquecer preparações como pães, bolos, biscoitos.
Frutas vermelhas e roxas: morango, jabuticaba, uva, cereja, amora
Excelente fonte de vitamina C e flavonóides (antocianinas), apresentando excelente ação antioxidante. Estudos mostram redução na formação de radicais livres e inibição da oxidação do LDL colesterol. O LDL quando oxidado danifica o endotélio e inicia o processo de aterosclerose.
Azeite de oliva extra virgem
Alto teor de ácido graxo Monoinsaturado e compostos fenólicos. Estudos demonstram que o consumo de azeite diminui o LDL oxidado e aumenta os níveis de HDL.
Chocolate Amargo 70%
Quanto maior concentração de cacau, maior a redução de açúcares e gorduras. Excelente fonte de flavonóides (epicatequinas), exerce ação antioxidante, inibe a oxidação do LDL podendo reduzir o risco de doenças cardíacas. Estudos recentes demostram que o consumo de chocolate amargo aumenta os níveis de HDL no sangue. Quanto maior a quantidade de cacau, maior a quantidade de flavonoides.
O cuidado com a ingestão de chocolate se dá pela sua alta concentração de gordura e consequentemente alta densidade energética. A utilização com moderação, 25g chocolate amargo/dia, pode ser incorporado a um programa alimentar para manutenção de estilo de vida saudável.
Vale ressaltar que nenhum alimento ou nutriente tem ação positiva de forma isolada, precisa fazer parte de um estilo de vida saudável através de alimentação equilibrada\ variada\ colorida e prática regular de exercícios.
Fonte: Eu Ateta – Globo.com

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Sinal verde para peixes e frutos do mar!



Peixes e mariscos são tradição na mesa dos alagoanos, mas é no verão que eles viram protagonistas. Especialistas em saúde e alimentação reconhecem os benefícios desses alimentos e criam pratos multifacetados para dietas saudáveis, coloridas e saborosas. Entre os ganhos: fortalecimento do sistema imunológico, redução de colesterol e prevenção de doenças cardiovasculares. 

Fonte de proteínas, fósforo e vitaminas, os peixes são ainda mais conhecidos pela presença de ômega 3 em sua composição. Segundo o nutricionista Keny Torres, essa característica é uma aliada no combate a várias doenças cardiovasculares. “O ômega 3 é uma gordura poli-insaturada essencial para nossa saúde, já que atua na redução do LDL, o colesterol ruim,  e no aumento do HDL, considerado bom para o organismo”, reforça.

Os frutos do mar, ricos em proteínas, também são opções para uma boa dieta. Keny Torres destaca que mexilhões, camarões, lagostas e lulas têm atuação semelhante a dos pescados, mas devem ser consumidos com equilíbrio. “Alguns frutos do mar apresentam maior quantidade de colesterol, mas se consumidos uma vez ou duas vezes na semana não causam prejuízos à dieta”, explica.

Para o especialista, a inserção de peixes e mariscos no cardápio deve estar associada à boa manipulação desses alimentos. O nutricionista recomenda a conservação dos frutos do mar no congelador, bem como o preparo adequado dos peixes – fator importante para a qualidade do produto e a quantidade de calorias do prato.

A chef Vera Moreira, responsável pela criação dos inconfundíveis pratos afro baianos do Akuaba, eleito pela Veja Comer & Beber o melhor restaurante de Maceió especializado em peixes e frutos do mar, também vem buscando agradar o paladar dos clientes que optam por comidas mais leves. Além dos célebres acarajé, abará, bobó e moqueca, Vera, ao lado do chef Jonatas Moreira, incluiu no cardápio do Akuaba deliciosas saladas com polvo e camarão, como a salada da Costa dos Caetés, peixe grelhado, filé de peixe ao molho de ervas e sucos tropicais feitos com a própria fruta.

“Nossa preocupação é poder oferecer opções leves, gostosas e saudáveis ao público, principalmente diante dessa maior preocupação com a saúde, em um momento em que as pessoas estão cada vez mais regradas na alimentação. Fizemos uma releitura da moqueca de peixe, por exemplo, criando uma versão light com molho de tomate. É uma opção bacana e leve para o almoço da semana, e não menos saborosa que a receita que leva leite de coco e dendê, ingredientes típicos da comida afro baiana. Nossa intenção é oferecer, de forma bem democrática, pratos para quem está fazendo dieta e para quem quer se permitir”, destaca Vera Moreira.

Fonte: Primeira Edição

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Conheça os alimentos que abaixam o colesterol


O colesterol é visto como um grande vilão, porém é um tipo de gordura essencial para o organismo. Ele é indispensável para a produção de novas células, sais biliares, vitamina D e hormônios como progesterona e testosterona. O problema aparece quando o excesso de colesterol começa prejudicar a saúde. Entretanto, ele pode ser tratado de várias formas, incluindo uma boa alimentação
Conheça os alimentos que abaixam o colesterol e passe a incluí-los na sua dieta diária. Fazendo isso, você vai levar uma vida saudável e estará se protegendo de algumas das doenças mais perigosas do mundo, como o acidente vascular cerebral (AVC) e o infarto.
O colesterol alto é um dos principais vilões da saúde, já que ele aumenta bastante os riscos de desenvolver arteriosclerose, doença silenciosa que leva ao entupimento das artérias, elevando as chances de aparecimento de doenças como as citadas acima.
Diante disso, muitas pessoas vivem se perguntando como baixar o colesterol. Uma das principais medidas é modificar os hábitos alimentares, passando a ingerir mais alimentos que reduzem o colesterol. Confira a seguir as dicas por Horizonte MS!
SUCOS PARA CONTROLAR O COLESTEROL
1. Suco de berinjela
Propriedades da berinjela: a berinjela possui propriedades curativas, dentre elas está a redução dos níveis de colesterol.
Ingredientes: 2 fatias de berinjela, 1 laranja descascada inteira e meio copo com água.
Modo de preparo: bata todos os ingredientes no liquidificador por aproximadamente 3 minutos. Tome o suco durante 72 dias, em jejum, pela manhã.
2. Suco de abacaxi
Propriedades do abacaxi: trata-se de um excelente suco para controlar os níveis de colesterol, pois a fruta é rica em fibras solúveis.
Ingredientes: 1 abacaxi, 1 litro de água e açúcar a gosto.
Modo de preparo: descasque o abacaxi e corte-o em pequenos pedaços. Coloque os ingredientes no liquidificador e bata. Adoce o suco e beba sem coar.
3. Suco de uva
Propriedades:  a uva é uma fruta deliciosa, rica em resveratrol que atua na redução do colesterol LDL e trata-se de uma excelente antioxidante.
Ingredientes: 1 kg de uva, 1 litro de água e açúcar.
Modo de preparo:o primeiro passo é colocar as uvas em uma panela, adicionar os demais ingredientes e deixar ferver por alguns minutos. Coe o suco e bata no liquidificador com água gelada. Tome em jejum para reduzir o colesterol.
ALIMENTOS QUE REDUZEM O COLESTEROL
Aveia – esse alimento é rico em betaglucana, uma fibra solúvel que colabora com a diminuição dos níveis de gordura, por inibir a síntese do colesterol
Berinjela e quiabo  – esses dois alimentos são ricos em fibras solúveis, além de serem substâncias antioxidantes. Ou seja, que previnem a formação de radicais livres
Cevada – semelhante a aveia, esse alimento é rico em fibras. Além disso, fornece vitaminas e minerais essenciais ao organismo, como a vitamina B e o selênio
Feijão  – além de ser uma ótima fonte de proteínas, ele é rico em fibras, as quais são as responsáveis pela diminuição dos níveis de colesterol. Outra vantagem oferecida é que o feijão aumenta a sensação de saciedade
Fitoesteróis–  eles são moléculas de vegetais que podem ser encontrados na soja, margarina, iogurtes e leites. Seu principal benefício é o de diminuir a absorção do colesterol ingerido

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Descubra o que acontece se você tomar água com mel de estômago vazio



O mel é uma substância bastante utilizada em receitas naturais quando o assunto é saúde. Não é para menos, ele possui diversas propriedades que fazem bem ao organismo.

Além de ser nutritivo e uma fonte de energia, ele também ajuda a tratar doenças respiratórias e reforça o sistema imunológico.

Mas as propriedades benéficas do mel não param por aí. Ele pode ter efeitos ainda mais poderosos se você ingeri-lo com água.

Vários estudos apontam que o consumo da mistura com o estômago vazio pode ter muitas vantagens. Duvida? Então confira algumas delas:




Ajuda a perder peso

Como o mel é um alimento que promove uma sensação de saciedade, ele aliado a água pode ser uma alternativa ao controle de peso.

Além de causar sensação de saciedade, a mistura também controla o mecanismo do cérebro que provoca o desejo de ingerir açúcar.




Combate a artrite

Pode parecer inacreditável, mas um estudo realizado pela Universidade de Copenhagen demonstrou que os pacientes que consumiram água com mel sentiram um alívio de suas dores em questão de minutos.

Por isso, se recomenda o consumo de água com mel para prevenir e combater as dores provocadas pela artrite.




Ajuda a reduzir os níveis de colesterol

Outro estudo realizado pela mesma universidade apontou que os pacientes com colesterol alto podem diminuir seus níveis em até 10% após duas horas de ingerir água com mel.

Por causa disso, o mel diluído em água poderia ajudar a resolver problemas de circulação e doenças cardiovasculares.




Fortalece o sistema imunológico

Não é à toa que o consumo de mel é indicado para pessoas com gripes ou resfriados. O mel é um alimento com propriedades antibióticas e antibacterianas, que ajudam a manter longe os vírus e bactérias causadores de infecções.

A água com mel em jejum é uma excelente alternativa para aumentar as defesas e prevenir uma grande quantidade de doenças.




Reduz a fadiga

O consumo de água com mel pode ajudar a combater a fadiga, já que o mel é capaz de revitalizar o corpo e manter quem o consome mais ativo.




Aumenta as energias

A água com mel também pode ter efeitos energizantes, capazes de melhorar o condicionamento físico. Sendo assim, uma boa opção é consumir água com mel com o estômago vazio.

Já que a mistura acaba sendo uma fonte de energia natural, que também inclui outros nutrientes importantes para o organismo.




Aprenda a preparar

Não há segredo! Para preparar a mistura basta diluir uma colher de mel orgânico em um copo de água morna e bebê-lo em jejum. Para maximizar os efeitos, especialistas recomendam que a solução seja consumida todas as manhãs com o estômago vazio.

fonte: Salud y Bienestar

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Adote uma dieta saudável para sua mente



De acordo com pesquisas, uma dieta saudável do cérebro é aquele que reduz o risco de doenças cardíacas e diabetes, incentiva um bom fluxo sanguíneo para o cérebro, e é pobre em gordura e colesterol. Assim como o coração, o cérebro precisa o equilíbrio certo de nutrientes, incluindo proteínas e açúcar, para funcionar bem. Uma dieta saudável do cérebro é mais eficaz quando combinado com atividade física e mental e interação social.

Gerenciar seu peso corporal para uma boa saúde geral do cérebro e do corpo. Um estudo de longo prazo com 1.500 adultos descobriu que aqueles que eram obesos na meia idade eram duas vezes mais propensos a desenvolver demência mais tarde na vida. Aqueles que também tinham níveis elevados de colesterol e pressão arterial elevada tinham seis vezes o risco de demência. Adotar um estilo de vida global de alimentos, ao invés de uma dieta de curto prazo, e comer com moderação.

Reduza o consumo de alimentos ricos em gordura e colesterol . Estudos têm demonstrado que o consumo elevado de gorduras saturadas e colesterol obstrui as artérias e está associado a maior risco de doença de Alzheimer . No entanto, HDL (ou "bom colesterol") podem ajudar a proteger as células do cérebro. Use gorduras mono e poli-insaturados, tais como azeite, por exemplo. Experimente assar ou grelhar alimentos em vez de fritar.

Aumente a ingestão de alimentos protetores . A investigação actual sugere que certos alimentos podem reduzir o risco de doença cardíaca e derrame, e parecem proteger as células do cérebro.

Em geral, frutas e legumes de pele escura têm os mais altos níveis de ocorrência natural os níveis de antioxidantes. Esses vegetais são: couve, espinafre, couve de bruxelas, brotos de alfafa, brócolis, beterraba, pimentão vermelho, cebola, milho e berinjela. Frutas com níveis elevados de antioxidantes incluem ameixas, passas, mirtilos, amoras, morangos, framboesas, ameixas, laranjas, uvas vermelhas e cerejas.

Peixes de água fria contêm ômega-3 os ácidos gordos benéficos: linguado, cavala, salmão, truta e atum. 

Algumas nozes podem ser uma parte útil da sua dieta; amêndoas, nozes e nozes são uma boa fonte de vitamina E, um antioxidante.

Não existe informação suficiente para indicar que quantidades desses alimentos pode ser mais benéfico para a saúde do cérebro. Por exemplo, não é clara a forma como muitos frutos teria de ser consumida a ter um benefício detectável. No entanto, um estudo de mulheres idosas mostrou que aqueles que comeram mais verde, arborizada e vegetais crucíferos no grupo eram um ou dois anos mais novo na função mental do que as mulheres que comeram alguns desses vegetais.

Vitaminas podem ser úteis . Existe alguma indicação de que as vitaminas, tais como vitamina E, ou vitaminas E e C, em conjunto, de vitamina B12 e de folato pode ser importante na redução do seu risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Uma dieta saudável do cérebro vai ajudar a aumentar a sua ingestão dessas vitaminas e os oligoelementos necessários para o corpo a usá-los de forma eficaz.

Fonte ALZ ORG


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Benefícios que sorrir traz à saúde

"Um dia sem rir é um dia desperdiçado." Charles Chaplin

"Um dia sem rir é um dia desperdiçado." 
Charles Chaplin

O maior objetivo do ser humano é (ou deveria ser) a felicidade, e para atingir isso é preciso sorrir mais. Todo mundo deve passar por momentos sérios, especialmente no trabalho ou ao lidar com problemas, mas a quantidade de risadas durante o dia deve ser grande até mesmo para poder lidar com situações difíceis que ocorrem com todo mundo. A contribuição do sorriso para nossa vida é tão grande que traz até mesmo benefícios para saúde. Veja abaixo sete melhoras que dar gargalhadas pode causar a você:

1. RIR REDUZ A PRESSÃO ARTERIAL

Para quem possui pressão alta, uma sessão de risadas pode ajudar a diminuir a pressão arterial, reduzindo o risco de derrames e ataques cardíacos também para quem possui níveis normais. Assistir um bom filme de comédia no final do dia para ir dormir relaxado é uma boa opção;

2. RIR REDUZ OS NIVEIS DE ESTRESSE

A rotina diária pode ser muito cansativa, causando estresse frequente. Quem ri durante boa parte do dia libera endorfina, o hormônio do prazer, que diminui o estresse e também a ansiedade. Ao reduzir o estresse nosso corpo pode responder com a melhora do sistema imunológico, evitando o surgimento de doenças. Que tal pesquisar algumas piadas para contar para os amigos no trabalho?

3. RIR FORTALECE OS MUSCULOS DO ABDOMEN

O exercício que seu abdômen faz quando você ri ajuda na definição dessa região do corpo. Os músculos se expandem e contraem da mesma forma que acontece durante um abdominal, por exemplo, mas com menos intensidade. É uma maneira muito agradável de definir o abdômen, então tente assistir peças de teatro com frequência;

4. RIR MELHORA A SAUDE CARDIACA

Para as pessoas que não podem praticar esportes com regularidade devido à lesão ou doença, ter uma sessão de risadas na rotina pode ser a melhor forma de dar ao corpo o exercício que ele precisa. Com isso, há um bombeamento de sangue maior ao coração e a queima de calorias em quantidade semelhantes a um caminhar em ritmo lento. Portanto, sim, rir com a sua série favorita todos os dias pode ser um pequeno exercício físico que ajuda a saúde do seu coração;

5. RIR MELHORA O SISTEMA IMUNOLOGICO

As células T são células do sistema imunológico especializados apenas esperando em seu corpo para a ativação. Quando você ri, você ativa as células T que começam imediatamente para ajudá-lo a lutar contra a doença. Da próxima vez que você se sentir um frio chegando, rindo adicionar ao seu plano de prevenção de doenças.

6. RIR FUNCIONA COMO ANALGESICO

Com a liberação de endorfina, analgésico natural, quando você ri a dor que você pode estar sentido é eliminada ou pelo menos diminuída. Dessa forma, há uma sensação de bem-estar em todo corpo sempre que você dá uma risada, melhorando a qualidade de vida. Por isso, vá para o bar com os amigos para contar aquela história engraçada que ninguém sabe.

7. RIR AUMENTA A SENSAÇÃO GERAL DE BEM-ESTAR

Apesar de todos os benefícios que rir traz para a saúde, é preciso que haja a prática frequente de exercícios físicos para que não manter-se em forma e protegido contra doenças. Além disso, uma alimentação balanceada é fundamental para manter uma vida saudável e bem-estar durante a sua rotina. Dar risada faz com que as pessoas se aproximem de você e traz felicidade à sua vida, portanto, sorria mais!

Fonte: Gaiam Life

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