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terça-feira, 15 de março de 2016

Passos para ter uma vida mais saudável


Estes pequenos detalhes vão fazer toda diferença para você!


1. A situação: deitar tarde e dormir pouco.
A mudança: dormir ao menos 8 horas por noite.
 

Eu não estou falando que você tem dificuldade para dormir. A minha dica é que você melhore a qualidade do seu sono no dia a dia. Por isso, programe o seu dia para que durma ao menos 8 horas. Você acorda às 6 horas? Então, às 22 horas esteja na cama. Quem dorme bem tem uma pele mais legal, fica mais disposta para encarar o dia e até cresce mais (afinal, o hormônio do crescimento é produzido durante a noite). Se você tem dificuldade para dormir cedo, crie uma rotina que estimula o sono: coma coisas leves à noite, tome um banho quente, desligue-se de computador e do celular, leia um livro na cama.

2. A situação: sair de casa correndo sem comer nada.
A mudança: jamais pular o café da manhã.
 

A refeição da manhã é importante porque:
  • Ao comer bem, você vai ter energia ao longo do dia.
  • Quem toma um bom café, por estar melhor alimentada, consegue resistir mais facilmente às besteiras, como chocolate ou alguma besteira no meio da tarde.
  • Essa é a hora em que você pode comer mais calorias! Afinal, vai ter o dia todo para gastá-las. Por isso, coma alguma coisa, nem que seja um iogurte e uma banana a caminho da escola/trabalho.

3. A situação: comer muito e de uma vez.
A mudança: comer mais vezes ao dia, em pequenas quantidades.
 

Quem quer emagrecer ou manter o peso nunca passa fome, pois faz pequenas refeições ao longo do dia. Esse hábito faz com que seu organismo aproveite apenas os nutrientes que de fato precisa e evita que você fique morta de fome, a ponto de comer a primeira besteira que aparecer. Se você passa o dia todo sem comer e só faz uma grande janta, por exemplo, seu organismo entende que vai demorar a receber comida novamente e faz uma “reserva” do que você come. E, nessa, você engorda.

4. A situação: comer na frente da TV ou do computador.

A mudança: curtir cada refeição.
Se você não presta atenção ao que come, acaba comendo muito mais do que precisa. É só reparar: ao ver um filme, você acaba rapidinho com um pacote gigante de pipoca. Agora, se faz uma refeição com calma, prestando atenção nos alimentos, ingere apenas o que precisa. E, assim, fica bem alimentada e sem peso na consciência depois.

5. A situação: beber muito chá e sucos prontos pra matar a sede.

A mudança: tomar mais água.
As bebidas prontas têm muito conservantes e açúcar ou adoçante e, por isso, não é legal consumi-las todo dia como se fosse água. Pra matar a sede, o ideal é beber água mesmo, que faz bem e não tem caloria nenhuma.

6. A situação: começar com tudo nos exercícios e parar logo depois.

A mudança: se exercitar aos poucos.Ao se matricular na academia ou começar a fazer exercícios em casa, é normal querer fazer duas horas por dia. Mas calma: ao fazer isso, você logo vai ficar acabada, com o corpo dolorido e com vontade de desistir. Por isso, comece fazendo exercícios aos poucos, nem que seja meia hora por dia. E assim, aos poucos, você vai conseguir fazer sempre.

Tenho certeza que esses pequenos detalhes vão fazer toda diferença para você!

Fonte: decorpenduricalhos


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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Você sabe como evitar a cãibra? Veja dicas aqui


Dor intensa e contração muscular. Esses são dois dos sintomas da cãibra. Não importa o momento, seja durante a madrugada, na prática de exercícios físicos ou até mesmo na rotina diária de trabalho, os espasmos frequentes e involuntários causam bastante incômodo ao corpo.

Mas afinal, o que elas são? As cãimbras se caracterizam por grandes contrações nos músculos e geralmente é causada em dias frios, falta de aquecimento do corpo antes da prática de exercícios físicos, ou até mesmo pela ausência de sódio e líquido no organismo.

“Essas dores musculares sinalizam que há com certeza um desajuste no corpo humano, como cansaço muscular e o desequilíbrio de componentes necessários ao nosso organismo, como o potássio, sódio e principalmente o cálcio”, comenta a terapeuta ocupacional Ana Lúcia Barbosa.

Mas é possível sim tomar algumas medidas para evitar que elas apareçam. Segundo a terapeuta é necessário sempre ter uma alimentação balanceada e não exagerar nos exercícios físicos.

Procurar um especialista antes de aderir a regimes e até mesmo para começar a praticar esportes também é uma boa opção.

“Tudo o que é em demasiado não faz bem ao corpo humano. Já vi pacientes que querem emagrecer, mas não consultam médicos para ver qual o cardápio recomendado, o que faz com que os componentes necessários não sejam consumidos, resultando em vários problemas, como também no surgimento das indesejadas cãibras”, afirma.

Por isso, é preciso se atentar a alguns tópicos diariamente. Antes de praticar algum esporte ou malhar na academia, é imprescindível fazer, pelo menos, uma série de alongamentos.

Exercitar o corpo antes da ginástica permite com que você prepare a musculatura para o esforço físico. Procure também hidratar o organismo antes, durante e depois dos exercícios, afinal, o seu corpo necessita repor o líquido perdido.

“Recomendo que você reponha sódio no intervalo dos exercícios leves ou pesados e para isso, você pode consumir os isotônicos que são vendidos em supermercados ou em farmácias”, sugere Ana.

Alimentação balanceada

Consumir alimentos ricos em carboidratos, potássio e cálcio durante os treinos também são ferramentas para evitar a indesejada cãibra. “As bananas, tomates e os nozes possuem potássio e são ideais para a prevenção. Além de serem deliciosos, também são alimentos que fazem bem para o coração”, recomenda a terapeuta.

Outra dica é que você se alimente bem de duas em duas horas, ou seja, consuma frutas e tenha sempre uma alimentação saudável. “Além de evitar o aparecimento das cãibras, ter uma alimentação equilibrada rica em frutas e verduras, garante ótimo funcionamento do organismo, o que evita futuros problemas de saúde”, afirma Ana.

Caso você pratique algum tipo de esporte, não esqueça que depois de terminar o exercício, tente relaxar os músculos para evitar possíveis contrações. “Enquanto você estiver finalizando os exercícios, vá reduzindo a intensidade e procure relaxar o músculo para evitar que as contrações apareçam. Não se esqueça que é importante não cansar demais a musculatura”, explica Ana Lúcia.

Fonte: Dicas de Mulher

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Veja dicas infalíveis para emagrecer e frequentar a academia sem preguiça

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Sempre consulte profissionais gabaritados para acompanhar a sua trajetória na busca de qualidade de vida. Treino e dieta são questões individuais. Não existe fórmula mágica para alcançar seus objetivos. Nada de reproduzir algo visto na internet – seja único.
Pesquisas científicas permitem afirmar que a perda de peso é a resolução mais comum na virada do ano, mas infelizmente apenas 8% conseguem mantê-la. E 92% restantes se perdem ao longo do tempo, isso se deve a três fatores e, junto com eles, existem algumas soluções para trabalhar ao seu favor.
Dicas infalíveis:
1) Prioridade: ao iniciar um programa de exercícios é necessária uma reorganização da sua agenda de compromissos, mas a boa notícia é que isto não implica na necessidade de uma grande quantidade de tempo. Frequentemente, nós nos preocupamos tanto com a quantidade de exercícios para fazer e acabamos não realizando nenhum.
Pesquisas recentes indicam que pequenas doses de exercícios durante o dia podem ser suficientes para que você alcance seus objetivos. Segundo Stone et al, ACSM’s & Fitness Journal, 2010, um dos principais argumentos que as pessoas utilizam para não praticar exercícios é a falta de tempo.
Plano para o sucesso:
1) Tempo: é muito fácil encontrar desculpas para não ter tempo para praticar exercícios. Você precisa definir suas prioridades e viver de acordo com elas. Marque o horário do treino na sua agenda como se fosse um compromisso de trabalho;
2) Hábito: nas primeiras semanas você precisa se obrigar a cumprir um programa pré estabelecido;
3) Repita, repita, repita o novo comportamento: a mesma rotina no mesmo horário do dia – evite mudanças constantes. Depois de o hábito estar estabelecido, pode ter um pouco mais de flexibilidade na sua agenda, mas nos três primeiros meses seja rígido, caso contrário aumenta muito o risco de abandonar a rotina;
4) Durma mais cedo e aproveite mais sua noite de sono: Consequentemente conseguirá acordar mais cedo, se alimentar melhor e começar aos poucos a acrescentar uma rotina de exercícios físicos seja de manhã, na hora do almoço ou à noite. Os benefícios são ótimos, tudo vai melhorar no seu trabalho e no seu dia-dia. Faça o teste;
5) Reserve apenas 30 minutos: Este momento do seu dia deve ser dedicado a melhoria do seu condicionamento físico;
6) Falta de tempo não é motivo para sedentarismo e sim falta de planejamento. Só depende de você;
7) Força de Vontade: o segundo fator que pode contribuir para o abandono da atividade física. Desmotivação momentânea, falta de força de vontade e o não cumprimento do programa de treinamento e de nutrição não devem ser encarados como uma derrota ou fracasso, e sim, como uma experiência que ensina a tomar novos rumos para o alcance das metas, ou até mesmo mais um desafio para estimular e provocar.
Plano para o Sucesso:
1) Quando bater aquela preguiça e falta de motivação, vá a academia nem que seja para conversar, trocar ideias, ver os amigos. O importante é que aquele horário do treino se torne hábito. Faça menos exercícios, alongue, ande. Faça qualquer coisa só para manter a rotina. Converse com o seu professor, peça alternativas de exercício – ele pode motivar você;
2) Altere os treinos e sua rotina de exercícios: seu organismo precisa de novos desafios e o mesmo acontece com sua mente. Experimente um estímulo diferente. É muito provável que encontre alguma atividade que possa lhe motivar, existem opções mais divertidas, desafiantes e porque não experimentá-las.
3) Experimente o conceito de Cross Training, uma combinação do treinamento aeróbio e força. Se você é daqueles que simplesmente aperta um botão na esteira e treina ininterruptamente por 30, 40 minutos, considere correr por apenas 15 minutos e, em seguida, realizar exercícios de força na sala de musculação, e novamente retorne a esteira;
4) Curta sua trilha sonora predileta: a música é um motivador fantástico e tem um efeito positivo no cérebro. Faz com que suas emoções respondam favoravelmente ao exercício;
3) Hábitos: um grande motivo de muitas resoluções se tornarem um fracasso. Deve-se ao fato delas exigirem uma mudança de hábito. Uma das razões da dificuldade de encaixar o exercício em uma agenda lotada de compromissos é porque não estamos acostumados a fazer.
Da mesma forma como precisamos de tempo todos os dias pela manhã para escovar os dentes, tomar banho, escolher a roupa – sempre encontramos esse tempo, é porque sabemos que é essencial e passa a ser um ato quase que involuntário. Incorpore o exercício em sua rotina diária como se fosse a sua higiene, faça dele um hábito.
Plano para o sucesso:
1) Encontre uma atividade que você realmente tenha algum tipo de prazer;
2) Acorde mais cedo: o sono é definitivamente importante para a saúde, mas vale o sacrifício da tentativa de despertar 30 minutos antes e exercitar-se antes de seu dia começar;
3) Manter uma alimentação saudável na geladeira permite que as escolhas saudáveis sejam mais acessíveis do que aquelas que podem prejudicar a sua dieta e cair em tentação;
4) A aquisição desse hábito de praticar exercícios nos traz inúmeros benefícios: regulação do apetite, aumento da disposição, energia e, talvez, o maior benefício de todos, a garantia de dever cumprido;
5) Esteja preparado para possíveis barreiras e dificuldades: tenha sempre que possível um suporte para quando você falhar. Sempre acontece algo inesperado que altera nosso plano e nos desvia um pouco de onde queremos chegar. Ter consciência disso lhe permitirá aceitar esses transtornos como parte do caminho e deixar a vida fluir na direção certa.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Alimentos falsos amigos da dieta


A primeira atitude de quem está no regime é fazer uma listinha com os alimentos que podem ou não ser consumidos sem preocupação. Afinal, selecionar o que entra no seu prato é a regra básica para se alimentar corretamente e não ganhar os quilinhos a mais. Mas existem alimentos que aparentam ser benéficos ao regime, mas que na verdade, prejudicam, e muito, quando o assunto é controle alimentar.
Barrinhas de cereais e os chamados biscoitos cream cracker, por exemplo, devem ser consumidos de maneira moderada e com atenção. Segundo a nutricionista Gabriela Marcelino, é preciso avaliar principalmente os valores nutricionais de cada produto. “Em algumas marcas o conteúdo de sódio e gorduras está em excesso”, explica.
Para quem acredita que os queijos brancos podem ser consumidos sem preocupação, atenção: algumas marcas variam consideravelmente os valores de gorduras e calorias, o que acaba alterando os valores calóricos da dieta. Por isso, é recomendado optar pelas versões light.
Outro fator importante também é observar cuidadosamente os rótulos de cada alimento. Comprar com a promessa de que ele não engorda pode ser fatal para o desequilíbrio da dieta. Nada melhor do que ler e comparar os componentes nutricionais que ficam na parte de trás de cada produto.
No caso das bebidas, redobre os cuidados com os refrigerantes “zero”. Dependendo da marca, contem sódio em excesso, prejudicando a pressão arterial e sendo responsável pelos famosos inchaços no corpo.
Invista nos sucos naturais, sem adicionar açúcar. Algumas frutas como morango, abacaxi e melancia, por exemplo, já são doces naturalmente.
Gabriela lista algumas atitudes, que aparentemente são saudáveis e ajudam emagrecer, mas que na verdade são prejudiciais à saúde e comprometem o regime. Confira:
Deixar de lado o café da manhã: a maioria das pessoas acredita que pular a primeira refeição do dia é uma maneira eficaz de emagrecer. Mas saiba que sem ela, há ausência de proteínas e carboidratos que seu corpo precisa para manter a saúde do dia a dia.
Deixar de almoçar ou jantar: seu organismo precisa de nutrientes, fibras e vitaminas que somente em uma alimentação equilibrada e orientada por um nutricionista é que você conseguirá ter os componentes necessários à saúde. Por isso, nada de pular refeições.
Seguir as “dietas da moda”: Seja a dieta da lua, dos pontos ou outras que são orientadas a eliminar de vez certos tipos de alimentos são totalmente prejudiciais ao organismo e nada contribui para a redução do peso. Por isso, o recomendado é visitar o nutricionista, que orientará o melhor cardápio para o seu tipo de organismo, além de falar quais são os alimentos que você deve ou não comer no dia a dia.
Fonte: Dicas de Mulher

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Conheça os perigos da gordura abdominal


Sabe a “barriga de chope” tão comum nos homens? Pois bem, nem sempre o vilão é o chope. A saliência é causada pelo excesso de gordura visceral e pode desencadear uma série de danos à saúde. Nas mulheres, geralmente, este fenômeno é  mais comum após a menopausa, em virtude da queda dos níveis de estrógeno (hormônio).
Localizada dentro da cavidade abdominal, a gordura visceral tem como função proteger os órgãos como fígado e pâncreas, porém quando acumulada demasiadamente pode causar  doenças cardiovasculares e diabetes.
“O acúmulo da gordura nos órgãos abdominais tem impacto direto nos hormônios que controlam os níveis de açúcar no sangue, levando à dificuldade de ação da insulina no organismo e predispondo ao diabetes tipo 2. Além disso, esta gordura facilita o acúmulo de placas nos vasos sanguíneos, podendo levar a quadros graves, como infarto do coração e derrame cerebral”, explica o presidente da Sociedade Bahiana de Endocrinologia, o médico Joaquim Custódio da Silva Júnior.
E foi exatamente quando atingiu um desses “quadros graves”  que o engenheiro eletricista Miguel Orsolete, 57, entendeu que precisava ter mais qualidade de vida, ou seja, preocupar-se com a saúde. Ele conta que depois dos 40 anos de idade começou a engordar e chegou a pesar 140 kg.
O excesso de peso levou-o a desenvolver alguns problemas e, por fim, a uma mesa de cirurgia para reparar o coração, devido a um infarto.
“Minha alimentação era irregular e fui muito sedentário. A verdade é que eu só pensava em trabalhar e esqueci de cuidar da minha saúde. Fiquei com o coração debilitado e precisei colocar uma prótese”, conta.
Desde o dia 31 de junho, Miguel faz um tratamento em uma clínica de obesidade e já perdeu mais de 8 kg. “Tenho uma alimentação mais saudável e pratico yoga, hidroginástica, caminhada e aeróbica. Tudo dentro do limite”, comemora.
O susto levou Miguel a repensar a vida e , hoje, aconselha a todos que  deem mais atenção à saúde. “As pessoas precisam priorizar a saúde, porque, sem ela, nada do que for feito agora valerá depois, se não houver saúde para desfrutar”, diz.
Diagnóstico
Para avaliar a quantidade de gordura visceral no corpo, o exame-padrão a ser realizado é a  tomografia computadorizada de abdômen. Porém este exame pode ter um custo elevado (em média R$ 600). Mas outros métodos também podem ser utilizados, como bioimpedanciometria,  ressonância magnética ou  densitometria.
Além desses, o endocrinologista Sério Braga diz que  as medidas antropométricas (ramo da antropologia que estuda as medidas e dimensões das diversas partes do corpo humano) são o método mais simples e mais utilizado para se diagnosticar a gordura visceral.
“A circunferência da cintura é o método mais comumente usado na literatura (em ensaios clínicos) para avaliar a adiposidade (gordura) visceral, havendo sugestões de pontos de corte associados a maior risco cardiovascular”, explica. Ainda segundo o endocrinologista, existem alguns valores preestabelecidos para dimensionar a circunferência da cintura que estão associados à presença de risco cardiovascular. Sendo para mulheres 88 cm e para homens 102 cm. Os valores foram instituídos pela National Cholesterol Education Program.
“No entanto, recentemente, a  International Diabetes Federation  estabeleceu os valores de 94 cm para homens e 80 cm para mulheres, na população europeia, além de propor valores de corte diferentes para cada etnia. Na verdade, parece haver uma diferença racial na relação entre distribuição de gordura e síndrome metabólica”, ressalta Braga.
Tratamento
Para livrar-se da gordura visceral só mesmo mudando o estilo de vida. Adquirir hábitos alimentares saudáveis e praticar exercícios físicos são essenciais, como afirma a nutricionista  Gildete Fernandes.
“Aumentar a quantidade de raízes (batata-doce, aipim) e de frutas é um bom começo”, afirma. Ainda segundo a nutricionista, um cardápio ideal contém  50% de carboidratos (pães, arroz, massa, etc.), 30% de gordura (presente no óleo, manteiga, etc.) e 20% de proteína (carne, derivados do leite, etc.).
De acordo com o professor de educação física Marcus Paulo Brito, por se tratar de uma gordura intra-abdominal, não existe exercício físico específico para eliminação, e sim atividades que podem auxiliar em seu controle.  “Misturar exercícios que envolvam aeróbica, flexibilidade é o mais correto”, aconselha.
Ainda segundo Marcus, para quem está iniciando a prática,  o ideal é fazer exercícios 3 a 4 vezes por semana, em um tempo  de 35 a 45 minutos cada.
Fonte: A tarde – uol

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

5 maneiras ridiculamente simples de comer menos açúcar


O açúcar, esse nosso doce companheiro diário, apesar de ser um alimento importante na nutrição e capaz de alegrar a vida, se consumido em excesso pode se tornar um grande inimigo. É necessário que tenhamos atenção constante na quantidade de açúcar que ingerimos diariamente. Essa recomendação está longe de ser indicada apenas a gordinhos e diabéticos. O excesso de açúcar está relacionado a diversas doenças, desde cáries e enxaqueca até osteoporose, obesidade, depressão e alguns tipos de câncer.
A nutricionista mestre em nutrição humana, Roberta Santiago de Brito, explica que “a ingestão de altas doses de açúcar acabam por promover no organismo um ‘ciclo vicioso’, visto que o açúcar age na mesma ‘área de recompensa’ do cérebro que as drogas ilícitas, causando nos indivíduos um intenso desejo de consumir cada vez mais doces e uma maior resistência à adesão de uma alimentação balanceada”.
Além do que consumimos por conta própria, adoçando o café e na culinária, o excesso de açúcar em alimentos industrializados ainda é ignorado por muita gente.
Basta olhar o rótulo de produtos embalados para se encontrar a quantidade de açúcar e perceber que essa concentração é geralmente grande. Não apenas em refrigerantes e doces, mas também em sucos de caixinha, molhos de tomate, condimentos, alimentos processados, cereais e iogurtes. O açúcar se esconde nestes e em outros produtos que muitas vezes nem se imagina.
Dica: Rótulos nutricionais de alimentos embalados possuem um padrão de organização em que os ingredientes são enumerados em ordem decrescente de quantidade, ou seja, do que mais tem ao que menos tem na composição. Com essa informação em mãos é possível controlar melhor o açúcar escondido dos alimentos. A maioria dos sucos de caixa, por exemplo, contém mais água e açúcar do que propriamente a polpa de fruta.
Fundamental é estar sempre atento e evitar excessos, mas sem a necessidade de paranoia. Uma dieta balanceada já afasta a possibilidade de você estar ingerindo açúcar demais. Confira abaixo algumas dicas fáceis de como consumir menos açúcar.
Mantenha o refrigerante bem longe: O refrigerante é um dos campeões na presença do açúcar em sua composição. A quantidade de calorias de apenas uma latinha pode preencher ou até ultrapassar o indicado para consumo diário. Substitua a bebida por sucos naturais, chás ou água.
Diversifique no adoçante: Existem várias opções para a substituição do açúcar. O mel ou o açúcar mascavo, por exemplo, podem deixar o sabor ainda mais gostoso. E ainda há uma infinidade de adoçantes naturais e artificiais, como a frutose e o aspartame. Cada um deles possui características e indicações variadas, por isso convém pesquisar antes de eleger seu adoçante favorito.
Abuse das frutas: Frutas são as sobremesas da natureza. Além de naturais e muito saudáveis, são uma boa opção para um doce depois das refeições ou no lanche. E, no Brasil, ainda temos a sorte de contar com uma enorme diversidade de produtos. Alguma frutas cozidas na água, como banana, pera e maçã, se transformam em doces deliciosos que servem, inclusive, para adoçar bebidas. Roberta ainda indica a substituição das sobremesas por porções de frutas secas, que por serem desidratadas tem seu sabor adocicado apurado.
De olho nos excessos: Você não precisa excluir os doces da sua vida. Experimente limitar o consumo para um ou dois dias da semana. Anotar esses dias na agenda ou um recadinho na porta da geladeira pode ajudar na organização da sua alimentação e evitar que você caia na tentação. Deixe as tortas, chocolates e gostosuras mais calóricas apenas para os dias escolhidos. Mas não vale comer uma caixa inteira de bombons – uma porção pequena já sacia a vontade e é suficiente para o prazer sem arrependimento.
Alimente-se regularmente: Quando o corpo sente falta de energia, a primeira coisa que ele pede é uma fonte rápida de açúcar. Alimentar-se sempre em intervalos de três horas ajuda a evitar a tentação. Essa medida também diminui o armazenamento de gorduras e auxilia na absorção correta dos nutrientes.
Fonte: Dicas de Mulher

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Para emagrecer: reduzir gordura ou carboidratos?



Um novo estudo dos Institutos Nacionais da Saúde, agência governamental dos Estados Unidos, mostrou que tipo de dieta tem mais benefícios para perda de gordura corporal.
Em um artigo publicado na revista Cell Metabolism, os pesquisadores afirmaram que, ao contrário do senso comum, restringir gordura na dieta pode levar a uma maior perda de gordura corporal do que a restrição de carboidratos. Apesar disso, a dieta baixa em carboidratos reduz a insulina e aumenta a queima de gordura.

A teoria

Kevin Hall, físico pesquisador do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, utilizou dados de dezenas de estudos de alimentação realizados ao longo de décadas para construir modelos matemáticos de como os diferentes nutrientes afetam o metabolismo humano e o peso corporal.
Suas simulações mostraram que apenas a dieta restrita em carboidratos levaria a mudanças na quantidade de gordura queimada pelo corpo, enquanto que a dieta pobre em gordura levaria a uma maior perda global de gordura corporal.
No entanto, ele precisava coletar dados humanos para apoiar esses modelos matemáticos.

O estudo

Estudar os efeitos de dietas na perda de peso é muitas vezes complicado, por causa da dificuldade em medir o que as pessoas realmente comeram – participantes podem não aderir a planos de refeição com eficiência, subestimar quantias ou mentir nas pesquisas de acompanhamento.
Para contornar esta situação, Hall e seus colegas confinaram 19 adultos voluntários com obesidade a uma enfermaria por 2 semanas, onde eles foram acompanhados de perto.
Para manter as variáveis simples, os dois períodos de observação foram como dois lados de uma balança: durante a primeira semana, 30% das calorias de uma dieta-base foram cortadas através de restrição de carboidratos, enquanto a ingestão de gordura permaneceu a mesma. Durante o segundo período, as condições foram invertidas.
A cada dia, os pesquisadores mediram a quantidade de gordura que cada participante comeu e queimou, e usaram essa informação para calcular a taxa de perda de gordura corporal.

Resultados

No final do estudo, o modelo matemático se provou correto. A gordura corporal perdida com a restrição de gordura na dieta foi maior em comparação com a restrição de carboidratos, embora mais gordura tivesse sido queimada com a dieta de baixo carboidrato.
No entanto, em períodos maiores de dieta, o modelo prevê que o corpo age para minimizar as diferenças de gordura corporal entre as dietas que são iguais em calorias e diferentes na proporção de carboidratos e gordura.
“Há um conjunto de crenças que diz que todas as calorias são exatamente iguais quando se trata de perda de gordura corporal”, diz Hall. “Nossos resultados mostraram que, na verdade, nem todas as calorias são iguais quando se trata de perda de gordura corporal, mas a longo prazo, são quase iguais”.

Calma lá!

Hall não recomenda que as pessoas comecem dietas restritas em gordura por causa desse estudo. O objetivo da pesquisa foi explorar a fisiologia da redução de calorias baseadas em gorduras e carboidratos no corpo humano.
A pesquisa é limitada pelo tamanho da amostra, apesar de ser estatisticamente relevante. Além disso, o menu que os participantes seguiram não rivaliza com uma dieta normal e não leva em conta que plano alimentar seria mais fácil de seguir durante longos períodos.
“Nós estamos tentando fazer estudos cuidadosos para um dia sermos capazes de ajudar a gerar melhores recomendações sobre dieta no dia-a-dia”, argumenta Hall. “Mas existe atualmente um desfasamento entre a nossa compreensão da fisiologia e nossa capacidade de fazer recomendações dietéticas eficazes para perda de peso duradoura”.
Por enquanto, a dica de Hall é fazer a dieta que você melhor conseguir seguir.
Autor: Natasha Romanzoti
Fonte: Hypescience

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

5 motivos para afirmar: emagrecer com cirurgia bariátrica não é fácil


Comigo nunca aconteceu (até agora), mas sei que é extremamente comum ouvir variações da seguinte frase: “mas, com bariátrica, até eu emagreço!”. Não condeno quem pensa assim. Até eu mesma ser operada, via a cirurgia como uma ferramenta que me permitiria fazer com facilidade o que jamais consegui – fechar a boca. Cheguei a dizer, inúmeras vezes, “esta cirurgia será um freio”, “será uma barreira física que me impedirá de comer”, “vou poder comer tudo, só que pouco, e nunca mais vou engordar”.
O que eu estava querendo era terceirizar uma responsabilidade que sempre foi minha. Hoje, penso que abracei essa responsabilidade, mas não sem contar com uma ajuda externa, que tive a coragem de pedir. Para mim, que trabalho com questões psíquicas, era ainda mais difícil assumir essa dificuldade. Criei a fantasia de que precisava ser perfeita. E isso tinha tudo a ver com gerir com eficiência meu consumo de calorias e gorduras, além dos níveis de sedentarismo. Suspiro de alívio: que bom, eu não preciso ser perfeita, nenhum psicanalista precisa e, na verdade, é até bom que não seja.
Voltando à frase que mais cedo ou mais tarde atinge os bariátricos, a de que é fácil emagrecer com cirurgia, acho que só é possível desconstruir esse tipo de pensamento a partir da experiência. As cirurgias bariátricas ou metabólicas têm dois lados, um ótimo e outro verdadeiramente ruim. É preciso abrir mão de parte do estômago e, em alguns casos, mudar a rota do intestino para descobrir.
O que eu descobri neste primeiro mês é que agora tenho uma nova chance de mudar de vida. Não só de perder peso, o que, evidentemente, acontece, mas de cultivar novos hábitos. Eu perdi 11 quilos desde que operei e já me sinto muito mais disposta. Durmo menos (antes, eu praticamente hibernava), ando mais, muito mais, sem perder o fôlego, consigo recusar iguarias que antes repetiria sem dó ou sofreria demais se comesse só uma porção. Finalmente, vejo alguns contornos corporais se definindo no espelho.
O lado complicado vem em forma de lista. Preparados?
1) Cirurgias são arriscadas
De acordo com o dado mais recente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, de 2010, a taxa de mortalidade média relacionada à operação por via laparoscópica (o meu caso) é de apenas 0,23% – abaixo do índice de 1% estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) -, contra 0,8% a 1% da cirurgia aberta (laparotomia). É um risco baixo, mas existe. E eu poderia ter morrido. Não senti medo de operar até me ver deitada numa maca fria, com um avental revelador (e constrangedor) e chegar ao centro cirúrgico. Como não tenho religião, crença ou mesmo fé em qualquer deus, tive que me lançar ao incerto da vida e esperar voltar da anestesia com saúde. Meus últimos pensamentos antes de apagar tinham a ver com “precisava mesmo estar aqui?”. Bem, eu queria.
2) Durante 21 dias você não vai ingerir nada além de líquidos ralos (nem sopinha cremosa pode)
Cada cirurgião segue seu protocolo, então talvez você conheça alguém que não passou 21 dias fazendo uma dieta líquida. Mas todos, todos os cirurgiões, irão estabelecer um prazo para que você só tome líquidos, nada mais, em goles pequenos por uma semana, duas, três ou até um mês. Não existe fome, mas isso não significa que você não enlouqueça sentindo aromas. E eles parecem ainda mais intensos e tentadores. A definição perfeita de privação (não no conceito psicanalítico).
3) Comida, finalmente!
Você sonhou tanto com esse dia e agora ele está bem aqui, à sua frente. Prepare-se para entalar. A verdade é que para você ter uma boa experiência em sua primeira refeição de verdade, será necessário mastigar muito bem os alimentos. Tão bem que eles deverão ficar pastosos antes de chegar ao estômago. Nesse processo, a comida vai perdendo seus sabores e texturas. Não é de todo ruim, na verdade é excelente prestar atenção ao ato de comer. Mas exige uma adaptação e tanto. E quando você esquece, lá estão dores horríveis a lembrar que um pedaço de comida está parado na entrada do seu estômago. E não há jeito de fazer descer. Resta esperar.
4) O medo de tudo ser em vão
Pessoas que sofrem para emagrecer ou mesmo que não conseguem emagrecer irão continuar lidando com esse fantasma após a cirurgia. O corpo pode ter uma grande ajuda para acelerar o metabolismo, mas em alguns momentos ele vai parar, simplesmente parar. Mesmo comendo pouco e comendo coisas saudáveis, será comum enfrentar períodos de estagnação e a sombra da vergonha, frustração e desespero vai começar a dar o ar da graça. O que nos leva ao quinto tópico desta lista.
5) É preciso se controlar
Ou seja, voltamos ao começo do texto. Pessoas que fizeram cirurgia bariátrica não poderão comer qualquer besteira com frequência. A simples diminuição das quantidades não garante que não haverá reganho de peso, razão pela qual muitos operados voltam a engordar ou não conseguem emagrecer tanto quanto gostariam. Emagrecer com cirurgia é um empurrão para, rapidamente, adotar práticas saudáveis que o antigo peso impossibilitava (além dos fatores psíquicos, como vergonha de sair de casa). Com a cirurgia, é possível perder 30, 40 quilos em meses. Sem cirurgia, isso pode levar anos. Mas, como a maior parte das pessoas, nós também precisamos vigiar o que comemos para o resto da vida. Então pergunto: será que existe mesmo um caminho fácil?
Fonte: BrasilSpot

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Correr ao ar livre é ótimo – se você tomar alguns cuidados


A relação do corredor com o sol é complicada. Quer sensação mais gostosa do que sentir na pele o calor e a energia dele, especialmente depois de dias frios ou uma temporada de corrida nas esteiras?
O problema é quando surgem manchas, marcas indesejadas de bronzeado ou queimaduras. Sem contar o dano no longo prazo.
Não é segredo que há motivos sérios para reforçar a cautela ao ar livre, principalmente se a ideia é percorrer longos quilômetros no verão.
Mas, acredite, o sol também faz bem ao corpo. Veja a seguir como equilibrar riscos e benefícios.
Más notícias para a pele…
Raios ultravioleta podem provocar câncer de pele — e os corredores estão particularmente vulneráveis a esse risco.
Um estudo feito pela revista científica Archives of Dermatology mostrou que maratonistas apresentaram maior quantidade de manchas senis e pintas anormais, o que aumenta o risco de desenvolver melanoma.
Além da exposição maior ao sol, os pesquisadores citaram outro fator de contribuição menos evidente: exercíciosintensos por períodos prolongados, como treinos para uma maratona, podem suprimir o sistema imunológico, fazendo crescer a vulnerabilidade a lesões de pele.
Com esse quadro, outros problemas de pele não tão ameaçadores, mas ainda assim incômodos, encontram terreno fértil para surgir, como bolhas e descamações.
“O excesso de exposição à radiação ultravioleta pode diminuir a capacidade da pele de se proteger e cicatrizar adequadamente”, explica a médica e maratonista Elizabeth K. Hale, professora do corpo clínico de dermatologia na Faculdade de Medicina da Universidade de Nova York.
Além disso, os raios UV são um dos fatores que levam ao surgimento de danos oculares, como catarata, e de até 90% dos sinais visíveis de envelhecimento. Manchas e rugas são alguns dos exemplos.
… boas notícias para a saúde
Depois de todas essas informações, você deve estar pensando que não deve nem sair de casa!
Mas, do ponto de vista biológico, o sol é essencial para a saúde física e mental.
“Expor-se a ele faz parte de uma rotina de vida saudável”, afirma Martin Feelisch, professor de Medicina Experimental e Biologia Integrativa na Universidade de Southampton, na Inglaterra.
O fato é: o corpo só produz intensivamente a vitamina D quando a pele é exposta aos raios UVB.
A deficiência da “vitamina solar” pode levar a casos de depressão, fraturas, hipertensão, doenças autoimunes e até câncer.
A falta de exposição ao sol é a principal responsável por essa carência, segundo pesquisa publicada na revista científica The American Journal of Clinical Nutrition.
Mas esse não é o único papel que o sol desempenha na saúde. Um estudo recente feito na Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, mostra que a pele abriga grandes quantidades de óxido nítrico, um composto que dilata os vasos sanguíneos para reduzir a pressão arterial e o risco de infarto e AVC.
“A luz solar ativa essa substância e a libera para a circulação”, afirma o médico Richard Weller, professor de dermatologia responsável pela pesquisa.
E o mais surpreendente: passar um tempo ao ar livre pode aumentar sua velocidade nas pistas, segundo uma pesquisa apresentada em maio no congresso da American College of Sports Medicine.
“Depois de ciclistas terem passado 20 minutos sob uma luz de UVA, terminaram uma prova de 16 km mais rapidamente do que conseguiram sem essa exposição”, explica Chris Easton, fisiologista do exercício na University of West Scotland.
“O grande suprimento de óxido nítrico liberado contribuiu para aumentar o fluxo de sangue e oxigênio para os músculos”, diz Easton.
“Além disso, ao reduzir a quantidade de oxigênio que os músculos usam para gerar força, o óxido nítrico ajuda o atleta a seguir em frente por mais tempo e com mais garra.”
Considerando todos esses benefícios, fica fácil entender por que um estudo de longo prazo feito com dinamarqueses acima dos 40 anos mostrou que quem havia recebido diagnóstico de câncer de pele tinha menor probabilidade de sofrer infarto ou fratura de quadril: eles se expunham mais ao sol.
Daí a importância de se expor ao sol – sempre com segurança.
Fonte: Exame – Abril

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Saiba quantas calorias você precisa queimar para emagrecer um quilo


A maioria das dietas mais populares que existe, são baseadas em cálculos de calorias e pontos. Porém a dúvida é referente a quantas calorias corresponde a um quilo de gordura eliminado.
A explicação é simples. Para eliminar um quilo de gordura corporal, é necessário perder ou suspender a ingestão de 7 mil calorias. O cálculo deve ser feito sabendo a sua necessidade diária de calorias, se seu MB (Metabolismo basal) é de 2.200 calorias diária e houver a diminuição de 500 calorias consumidas, o limite de calorias corresponderá a 1.800. Em duas semanas, um quilo de gordura poderá ser perdido.
Esse número pode variar de acordo a cada pessoa, a balança que pode medir o peso, não limita a contagem apenas a gordura. Existe também a massa muscular magra e a água corporal, que também pode ser eliminado nesse processo de emagrecimento. Principalmente se a pessoa está fazendo atividade física de intensidade, deverá perder gordura corporal e ganhar músculos, esses músculos, pesam mais que a gordura que foi eliminada, então pode não haver diferença tão grande na balança, mas poderá facilmente ser notado nas roupas e no espelho.
Os músculos são maiores comparado com a gordura, a aparência poderá ser de emagrecimento, mas na balança não aparecerá muita diferença nos números de quilos perdidos.
É extremamente importante procurar o auxílio de um profissional, principalmente se o desejo é emagrecer ou começar a fazer uma dieta, para manter o corpo ou eliminar alguma gordurinha indesejada.
As calorias também devem ser olhadas de outras formas. Alguns profissionais dizem que não existe diferença em calorias, mas vejamos: uma lata de refrigerante contém 100 calorias, igual a uma banana que tem o mesmo valor de calorias. A diferença é o alimento em si, um não faz bem à saúde por ser uma bebida industrializada cheia de substancias artificiais, com corantes aromatizantes e sem nenhum valor nutricional, já a banana que é uma fruta, tem suas vitaminas preservadas e fazem bem a saúde, e pode ser uma aliada para o emagrecimento.
Fonte: Blasting News

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Conheça os alimentos que abaixam o colesterol


O colesterol é visto como um grande vilão, porém é um tipo de gordura essencial para o organismo. Ele é indispensável para a produção de novas células, sais biliares, vitamina D e hormônios como progesterona e testosterona. O problema aparece quando o excesso de colesterol começa prejudicar a saúde. Entretanto, ele pode ser tratado de várias formas, incluindo uma boa alimentação
Conheça os alimentos que abaixam o colesterol e passe a incluí-los na sua dieta diária. Fazendo isso, você vai levar uma vida saudável e estará se protegendo de algumas das doenças mais perigosas do mundo, como o acidente vascular cerebral (AVC) e o infarto.
O colesterol alto é um dos principais vilões da saúde, já que ele aumenta bastante os riscos de desenvolver arteriosclerose, doença silenciosa que leva ao entupimento das artérias, elevando as chances de aparecimento de doenças como as citadas acima.
Diante disso, muitas pessoas vivem se perguntando como baixar o colesterol. Uma das principais medidas é modificar os hábitos alimentares, passando a ingerir mais alimentos que reduzem o colesterol. Confira a seguir as dicas por Horizonte MS!
SUCOS PARA CONTROLAR O COLESTEROL
1. Suco de berinjela
Propriedades da berinjela: a berinjela possui propriedades curativas, dentre elas está a redução dos níveis de colesterol.
Ingredientes: 2 fatias de berinjela, 1 laranja descascada inteira e meio copo com água.
Modo de preparo: bata todos os ingredientes no liquidificador por aproximadamente 3 minutos. Tome o suco durante 72 dias, em jejum, pela manhã.
2. Suco de abacaxi
Propriedades do abacaxi: trata-se de um excelente suco para controlar os níveis de colesterol, pois a fruta é rica em fibras solúveis.
Ingredientes: 1 abacaxi, 1 litro de água e açúcar a gosto.
Modo de preparo: descasque o abacaxi e corte-o em pequenos pedaços. Coloque os ingredientes no liquidificador e bata. Adoce o suco e beba sem coar.
3. Suco de uva
Propriedades:  a uva é uma fruta deliciosa, rica em resveratrol que atua na redução do colesterol LDL e trata-se de uma excelente antioxidante.
Ingredientes: 1 kg de uva, 1 litro de água e açúcar.
Modo de preparo:o primeiro passo é colocar as uvas em uma panela, adicionar os demais ingredientes e deixar ferver por alguns minutos. Coe o suco e bata no liquidificador com água gelada. Tome em jejum para reduzir o colesterol.
ALIMENTOS QUE REDUZEM O COLESTEROL
Aveia – esse alimento é rico em betaglucana, uma fibra solúvel que colabora com a diminuição dos níveis de gordura, por inibir a síntese do colesterol
Berinjela e quiabo  – esses dois alimentos são ricos em fibras solúveis, além de serem substâncias antioxidantes. Ou seja, que previnem a formação de radicais livres
Cevada – semelhante a aveia, esse alimento é rico em fibras. Além disso, fornece vitaminas e minerais essenciais ao organismo, como a vitamina B e o selênio
Feijão  – além de ser uma ótima fonte de proteínas, ele é rico em fibras, as quais são as responsáveis pela diminuição dos níveis de colesterol. Outra vantagem oferecida é que o feijão aumenta a sensação de saciedade
Fitoesteróis–  eles são moléculas de vegetais que podem ser encontrados na soja, margarina, iogurtes e leites. Seu principal benefício é o de diminuir a absorção do colesterol ingerido

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