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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Pesquisa aponta que os descuidados com corpo e alimentação são os mais convictos de que genética influencia peso

Estudo ouviu 8,8 mil pessoas entre 18 a 79 anos

Na Grécia antiga, Moirai – trindade de deusas que determinavam o curso da vida humana – punia e recompensava rigorosamente os homens que, impotentes diante dela, aceitavam o destino com resignação. O mito foi superado pela ciência, que, especialmente nas sociedades ocidentais, procura explicar criteriosamente as condições humanas, biológicas ou não. Para alguns indivíduos, porém, as respostas científicas se tornaram uma espécie de moirai moderno: são usadas como muleta para isentá-los da responsabilidade pela própria saúde. Estudo publicado recentemente na revista Health Education & Behavior constata esse tipo de boicote: pessoas que justificam que a obesidade é determinada pela genética descuidam mais da saúde do que aquelas que, apesar de saber da influência do DNA, se preocupam em controlar o peso.

Mike Parent, da Universidade Texas Tech, nos Estados Unidos, chegou à conclusão depois de analisar dados de 4.166 homens e 4.655 mulheres com 18 a 79 anos e inscritos em uma pesquisa nacional de saúde e nutrição. A idade média dos participantes era de 46 anos. Eles foram instruídos a responder se concordavam com afirmativas apresentadas por um formulário. Entre elas, “algumas pessoas nasceram para ser gordas e outras para ser magras, não há muita coisa que se possa fazer para mudar isso”.

Os participantes também foram questionados sobre a atenção a informações nutricionais nos rótulos dos alimentos; se consumiam frutas e vegetais ou preferiam alimentos prontos; como tinha sido a ingestão de congelados um mês antes da pesquisa; além da quantidade de refeições realizadas fora de casa na semana anterior à investigação.

“A crença de que o peso é imutável foi negativamente relacionada com hábitos saudáveis, como a prática de exercícios físicos e a alimentação balanceada. Também encontramos evidências de que a relação entre a crença de que o peso pode ser controlado e esses hábitos saudáveis difere por faixa etária”, detalha Parent.

Segundo o pesquisador, à medida que envelhecem, as pessoas que acreditam que o peso é ditado pelo DNA se tornam menos atentas às informações nutricionais, preferem os alimentos congelados e descartam a prática de exercícios físicos da rotina. Os mais jovens e adeptos da mesma crença relataram, no experimento, seguir uma dieta levemente pior, mas não demonstraram ser tão resistentes às atividades físicas. Parent diz que outras estudos detectaram ainda diferenças de gênero na adoção de hábitos saudáveis, com as mulheres sendo mais cuidadosas. Essa relação, porém, não apareceu em seus resultados.

Passividade 

Trabalhos anteriores ao de Mike Parent mostram que, se as pessoas acreditam que um atributo especial pode ser alterado e melhorado, elas estabelecem metas persistentes para alcançá-lo. As que se dão por vencidas, contudo, enxergam esse atributo como intocável, inalcançável. A chamada teoria da entidade afirma que indivíduos com essa visão de mundo tendem a aceitar o fracasso sem questionar. Em 2010, Jeni Burnette, professora da Universidade da Carolina do Norte, também nos Estados Unidos, publicou, na revista Personality and Social Psychology Bulletin uma pesquisa para investigar esse fenômeno.

Algumas pessoas foram aleatoriamente escolhidas para ler artigos que defendiam ou refutavam a imutabilidade do peso. Conforme os resultados, aquelas que leram o primeiro material relataram menor disposição e intenção para se exercitar do as que ficaram com o conteúdo sobre a possibilidade de controle do peso. “Em outro estudo, participantes que expressaram interesse em perder peso e tinham os conceitos da teoria da entidade apresentaram expectativas de perda de peso menores, evitaram o enfrentamento quando confrontadas sobre o retrocesso no emagrecimento e, em última análise, emagreciam menos, mesmo com acompanhamento nutricional”, acrescenta Parent.

O pesquisador alerta que o convencimento de que a genética é o principal fator para a obesidade leva a um comportamento autodestrutivo, que gera problemas como diabetes tipo 2, doença cardiovascular, câncer, dores nas costas, depressão, distúrbios de autoimagem e transtornos do sono. 

Na verdade, segundo ele, a genética responde por, no máximo, 60% da variação do peso. E em casos específicos.

Metabolismo 

Nutróloga e especialista em medicina do esporte pela Associação Médica Brasileira, Alice Amaral esclarece que não existe obesidade saudável, nem mesmo quando o obeso ainda não desenvolveu problemas metabólicos. “Ele apresenta risco 24% maior de morte prematura, que pode ser causada por eventos súbitos, como o infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular encefálico. Isso porque um dos riscos mais evidentes da obesidade é o acúmulo de gordura nas artérias”, explica. Pode ocorrer, diz a especialista, de o obeso ter uma reserva metabólica funcional orgânica que compense as alterações ocasionadas pelo peso em excesso. “Mas, com certeza, essas alterações vão aparecer muito antes do esperado”, adverte.

Segundo a nutróloga, as chances de uma criança filha de pais obesos desenvolver obesidade é 80% maior do que aquela com pais magros. Para médicos e cientistas, já está bem estabelecido que a genética responde por apenas parte dessa herança. Já o ambiente em que a pessoa está inserida é determinante para a expressão dos genes envolvidos na engorda. O estado mental do indivíduo, a médica acrescenta, também deve ser levado em consideração.

Alice Amaral conta que a depressão é responsável por aumentar em 30% as possibilidades de ganho de peso devido, principalmente, ao aumento das taxas de cortisol, hormônio do estresse que favorece o acúmulo de células de gordura na região abdominal. Outra relação é a redução da produção de noradrenalina e serotonina, substâncias que induzem a uma disfunção hormonal que tem como consequência o maior desejo por carboidratos. Todas essas dificuldades, porém, não devem ser consideradas barreiras, defende a nutróloga. “Importante é saber que existe luz no fim do túnel. Genética não é destino.”

Fonte: Correio Braziliense

sábado, 19 de setembro de 2015

Fatores que acarretam o aumento de peso 4/4 - Alimentação Fast Food



A maior vilã para o aumento de peso é a alimentação inadequada, e sua pior face, são os “Fast Foods”, ou seja, as comidas prontas, que tem como objetivo o consumo prático e rápido. Seus representantes são sanduíches, pizzas, pastéis, salgados, entre outros, vendidos em lanchonetes e restaurantes, ou até mesmo na rua, por ambulantes.

A principal justificativa do consumo dos chamados fast food, é a vida agitada e os poucos minutos reservados para as refeições.

Este comportamento, porém, contribui para o aumento de peso, pois tais refeições, normalmente, têm baixa qualidade nutricional e constitui uma alta fonte de calorias. É bom ficar atento (a) com sua alimentação, pois o resultado é frustrante para sua saúde.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Fatores que acarretam o aumento de peso 3/4 - Obesidade na Infância



O excesso de peso em crianças e adolescentes tem aumentado, acentuadamente, nas últimas décadas, tanto em países desenvolvidos, quanto em países em desenvolvimento. O fato acendeu o sinal de alerta nas organizações mundiais que cuidam da saúde, sobre o risco de uma epidemia generalizada.

Cuidar do problema, em questão, é um desafio considerável. Para tratar a obesidade infantil, é necessário modificar os hábitos de toda a família, com a disponibilidade dos pais e o entendimento das crianças e adolescentes, para compreender que precisam garantir um futuro saudável.

Uma das principais causas dessa crise de obesidade é o avanço da urbanização das cidades. Atualmente, com o crescimento desordenado dos grandes centros urbanos, e o consequente aumento da violência, não há espaços públicos apropriados para a prática de atividades físicas e recreativas, e nem a segurança necessária para que as crianças brinquem, em suas ruas ou parques.

Assim, as crianças do século XXI, trocaram a liberdade pela segurança da televisão, vídeo game e internet, acarretando uma baixa queima calórica, associada a uma dieta irregular, rica em doces e refrigerantes. Se os hábitos não forem mudados, a alimentação incorreta, aliada ao sedentarismo, acarretará graves problemas à saúde dos jovens, além de danos psicossociais, como a baixa estima e a depressão.

Vale lembrar que um jovem fisicamente ativo, com hábitos de vida saudável, tem mais possibilidades de tornar-se um adulto igualmente ativo, proporcionando um melhor equilíbrio emocional e facilidade no relacionamento em grupo.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Fatores que acarretam o aumento de peso 2/4 - Obesidade imitativa



Como seres sociais, num mundo globalizado, muitas pessoas adquirem os hábitos de outras com quem convivem, seja no trabalho, na vida em família, e até no modo de se alimentar. No último caso, ao convivermos com pessoas obesas e que sentem prazer em comer demais, a probabilidade de imitá-las é muito grande.

Cientistas da Universidade de Warwick, Dartmouth College e Universidade de Leuven, em pesquisa apresentada durante uma conferência de economia nos EUA, levantaram a questão da “Obesidade Imitativa”. Segundo eles, o aumento de peso não tem como causa, apenas, a questão socioeconômica das pessoas, existindo em conjunto com os aspectos psicológicos e sociológicos. Ao conviver com obesos, e ter acesso facilitado a alimentos mais calóricos, sentimos liberdade para modificar os hábitos alimentares e diminuir o controle sobre o peso e a forma física.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Fatores que acarretam o aumento de peso 1/4 - Sedentarismo





A característica da sociedade urbana que afeta o peso corporal, é a mecanização de vida. São elevadores, escadas rolantes, uso excessivo de carros, controle remoto, entre outros. A rotina, além de oferecer todas as comodidades, não oferece tempo disponível para a prática de exercícios físicos, tornando a população cada vez mais sedentária.

O sedentarismo é a ausência de atividade física. Uma pessoa que permanece, a maior parte do tempo, sentada, e que não pratica nenhum tipo de exercício, é sedentária.

A situação se agrava quando todos os integrantes da família trabalham fora, e alegam não encontrar tempo para preparar uma alimentação balanceada. Assim, optam pelas refeições congeladas ou pratos fáceis, como sanduíches e pizzas, com alto nível calórico.

Como consequência, o indivíduo pode ter, além do excesso de peso, outros problemas de saúde, como a hipertensão ou doenças cardíacas.

Não frequentar uma academia não é desculpa para o sedentarismo. Pequenas atitudes cotidianas podem colaborar com nosso corpo e com a nossa saúde, tais como:

Se você reside em apartamento, deve subir, até seu andar, de escadas e não de elevador. Comece com um lance e vá aumentando, gradualmente, até conseguir subir todos os andares. Se você anda de transporte público, desça um ponto antes ou um ponto depois, e faça uma caminhada até a sua casa. Isso vai ajudá-lo, inclusive, a conhecer melhor o seu bairro.

Fonte: PORTAL EDUCAÇÃO


sábado, 13 de junho de 2015

Quer emagrecer? De um "susto" no seu metabolismo...



Aprenda a dar um gás na dieta para continuar emagrecendo de forma saudável

Se você acha que pular o jantar ou viver de alface é a solução mais correta para conseguir emagrecer, está enganado. Ter sucesso na dieta não depende apenas das calorias que você consome, mas sim, de como o seu metabolismo funciona. É ele que determina o modo como o organismo transforma as calorias consumidas em energia e para isso precisa estar ativo. Quer saber como fazer ele funcionar de forma mais rápida?

Coma o café da manhã

Depois de uma longa noite de jejum, seu corpo precisa de combustível para acelerar o seu metabolismo. Pular o café da manhã pode diminuir a capacidade do seu corpo a queimar gordura enquanto tenta conservar energia. Por isso, procure fazer uma refeição saudável dentro de uma hora após acordar, para manter o seu metabolismo ativo.

Não pule refeições

Você deve achar que abrir mão do jantar pode te trazer uma figura mais esbelta, mas é justamente o contrário. Pular refeições pode enganar o seu corpo e levá-lo a acreditar que não está recebendo comida suficiente e que deve armazenar mais calorias quando é alimentado.


Garanta a queima de calorias

Sem tempo? Você ainda pode se manter esbelto com um exercício para queimar 200 calorias. Um estudo recente mostrou que uma explosão pequena de exercício intenso pode ajudar a queimar 200 calorias a mais ao longo do dia.

Aposte nos intervalos

Se você aposta em exercícios cardiovasculares no mesmo ritmo todos os dias, você não está usando o seu tempo tão bem como poderia. Adicione intervalos de alta intensidade e queime mais calorias em cada sessão, e aposte também nas inclinações

Chocolate amargo

O chocolate amargo traz diversos benefícios para a saúde, e um deles é o fato de acelerar o metabolismo. Ele inclui dois ingredientes que atuam neste sentido: a cafeína e o antioxidante catequina. Apenas lembre-se de comer um quadradinho pequeno para não acumular calorias e gorduras

Beba mais água

Não beber água suficiente pode fazer com que você se sinta fadigado. Um estudo mostrou que pessoas que bebem de oito a 12 copos de águas por dia queimam mais gordura do que quem toma apenas quatro. Por isso, não se esqueça da sua garrafinha

Reduza o consumo de carboidratos processados

Todo o açúcar presente no carboidrato processado traz ao corpo calorias extras e muita gordura. Mantenha o seu metabolismo em movimento comendo pratos saudáveis e lanches que incluem proteína

Fonte: R7.com


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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Está acima do peso? Veja quais as técnicas para perder os quilos extras


É fato: o Brasil está engordando. Mais de 50% da população está em sobrepeso ou obesa, e o impacto desse ganho de peso reflete na saúde em geral, causando problemas que poderiam ser evitáveis. Entre eles estão os eventos cardiovasculares, como infarto e AVC, bem como diabetes e câncer. Sabe-se hoje que o excesso de gordura corporal está ligado ao aparecimento de 15 tipos de câncer em diferentes partes do corpo. Mas como se prevenir?

Epidemia de obesidade pode gerar "tsunami" de problemas cardíacos

O ideal, segundo o endocrinologista Bruno Zilberstein, do Hospital Samaritano, é que a prevenção comece ainda na infância, porque é nessa fase que se formam as células que armazenam gorduras. “Essas células já formadas não desaparecem nunca, apenas ‘murcham’ quando a pessoa emagrece”, explica. Logo, uma criança magra tem menos propensão a virar um adulto obeso.

Cardápio familiar gorduroso e açucarado é principal causa da obesidade infantil

O sedentarismo também contribuiu para o aumento do peso do brasileiro. “Cada vez mais se vê pessoas sentadas o dia todo dentro de escritórios, com controle remotos, telefones sem fio, celulares, tudo o que diminui a capacidade de fazer atividade física, seja da mais simples às mais complexas”, explica o endocrinologista Bruno Halpern, coordenador do Centro de Controle de Peso do Hospital 9 de Julho.

Além disso, cita Halpern, há outras coisas que podem estar envolvidas, mas não há evidências concretas ainda. “Sugere-se que a flora bacteriana intestinal é diferente em indivíduos magros e obesos, o que poderia propiciar o ganho de peso”, conta. Além disso, o médico explica que o excesso de luz noturna pode prejudicar e fazer com que a pessoa engorde.“Quem trabalha à noite ganha mais peso”.

Ele também comenta sobre a poluição e os disruptores endócrinos –elementos presentes nos plásticos, que soltam substâncias que podem levar ao ganho de peso. Por fim, há o estresse da vida moderna. Dormir mal faz com que a pessoa sinta mais fome, elevando o número diário de calorias ingeridas.

Para quem está com o IMC indicando obesidade, veja as alternativas existentes que ajudam a reduzir a gordura corporal:

Cirurgia bariátrica: é indicada para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 40 e, no caso de quem tenha alguma doença associada à obesidade, IMC acima de 35, explica o endocrinologista do Hospital 9 de Julho.

“Pode ser artrose, dor no joelho, apneia do sono, glicemia em jejum alterada, colesterol, mas que tenha tentado tratamento clínico por dois anos”, detalha ele. A cirurgia, como explica Zilberstein, do Hospital Samaritano, reduz o tubo digestivo, fazendo com que a pessoa coma menos.

Balão intragástrico: é indicado como coadjuvante de um tratamento para perda de peso. “Em vez de operar o paciente, você coloca o balão no estômago por endoscopia, porque ele ocupa o estômago traz satisfação rápida com pouca comida”, explica o endocrinologista do Hospital Samaritano. O balão pode permanecer no estômago durante seis meses, depois é retirado por endoscopia também, em uma forma sempre não invasiva. É necessário saber, no entanto, que a saciedade vai embora assim que o balão é retirado. Portanto, é preciso ter uma boa reeducação alimentar nesse período, e, se o problema for compulsão alimentar, um acompanhamento psicológico para esse controle.
Inibidores de apetite: liberados novamente para prescrições, esses medicamentos são receitados pelos endocrinologistas, que avaliam cada caso individualmente. Basicamente eles cortam bastante o apetite que a pessoa sentia antes e, comendo menos, a perda de peso virá. É importante associar com uma boa dieta e exercícios físicos, sempre sob orientação médica.

Veja dicas simples para ajudar a perder dois quilos:

 Monte um bom prato de salada antes de partir para a comida quente. Assim, você estará mais saciada quando for se servir dos alimentos mais calóricos. Foto: Getty Images
Hipnose: há cirurgias de inserção de balão intragástrico imaginários, mas apenas cerca de 10% da população é suscetível à hipnose. “Pode ser usado no lugar dos medicamentos, para pacientes sensíveis que podem ser submetidos à hipnose, mas são os psiquiatras que vão fazer isso”, explica Zilberstein.

A hipnose faz com que o cérebro acredite, mesmo que a pessoa tenha consciência de que não é real, que há um balão no estômago, levando a pessoa a comer menos. Há técnicas hipnóticas também que ajudam a controlar a compulsão alimentar.

Dieta: a dieta ideal é aquela que o paciente consegue seguir. Um nutricionista ou nutrólogo pode adaptar um plano alimentar para cada caso, que varia de acordo com o IMC corporal, bem como a quantidade de gordura corporal.

“O mundo está engordando principalmente por causa da comida pré-digerida”, explica o Zilberstein. Ele conta que hoje as coisas já vem prontas, há poucos alimentos crus. “O organismo humano foi feito para comer alimentos crus, não cozidos, então a absorção é muito grande”, diz. Ele ressalta que, com a vida moderna, a falta de tempo para preparar alimentos em casa leva as pessoas aos fast foods, que tem como base o carboidrato e gordura. “Eles são os grandes vilões. Antes comia-se 30% de gordura, hoje já representa 80%”, alerta.

Exercícios físicos: é recomendado para todos que precisam perder peso, mas cada pessoa pode ser de uma forma. “Tem que ser gradual, porque um obeso pode se machucar fazendo exercícios mais intensos. Recomenda-se exercícios em piscina, como a hidroginástica”, diz o médico do Hospital Samaritano.

O exercício físico é comprovadamente uma das melhores coisas para se ter uma vida longa e saudável. Com potencial de reduzir o estresse, ele pode reduzir o mau colesterol, melhorar depressão, queimar calorias e trazer bem-estar.

Corpo vitaminado: algumas vitaminas podem contribuir para a perda de peso. É necessário saber, no entanto, que ingerir vitaminas em excesso não faz ninguém emagrecer, mas a falta delas no organismo pode fazer com que a pessoa engorde. A nutróloga Alice Amaral, especialista em nutrologia e medicina do exercício e esporte, explica que as vitaminas D, B12, o cromo, magnésio e zinco devem estar presente na dieta, para o bom funcionamento do organismo.

A vitamina D ajuda a acelerar o metabolismo, ao passo que a B12 é fundamental na produção do sangue, e, com isso, o organismo consome mais oxigênio que ajuda a queimar gorduras durante a atividade física.

Por sua vez, o cromo ajuda a diminuir a compulsão por doces e carboidratos, assim como o zinco, que ajuda a controlar o apetite. O magnésio não pode faltar também em uma dieta balanceada porque a ausência dele causa fadiga, deixando a pessoa com indisposição para praticar exercícios físicos.

Fonte: MidiaNews

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Adote uma dieta saudável para sua mente



De acordo com pesquisas, uma dieta saudável do cérebro é aquele que reduz o risco de doenças cardíacas e diabetes, incentiva um bom fluxo sanguíneo para o cérebro, e é pobre em gordura e colesterol. Assim como o coração, o cérebro precisa o equilíbrio certo de nutrientes, incluindo proteínas e açúcar, para funcionar bem. Uma dieta saudável do cérebro é mais eficaz quando combinado com atividade física e mental e interação social.

Gerenciar seu peso corporal para uma boa saúde geral do cérebro e do corpo. Um estudo de longo prazo com 1.500 adultos descobriu que aqueles que eram obesos na meia idade eram duas vezes mais propensos a desenvolver demência mais tarde na vida. Aqueles que também tinham níveis elevados de colesterol e pressão arterial elevada tinham seis vezes o risco de demência. Adotar um estilo de vida global de alimentos, ao invés de uma dieta de curto prazo, e comer com moderação.

Reduza o consumo de alimentos ricos em gordura e colesterol . Estudos têm demonstrado que o consumo elevado de gorduras saturadas e colesterol obstrui as artérias e está associado a maior risco de doença de Alzheimer . No entanto, HDL (ou "bom colesterol") podem ajudar a proteger as células do cérebro. Use gorduras mono e poli-insaturados, tais como azeite, por exemplo. Experimente assar ou grelhar alimentos em vez de fritar.

Aumente a ingestão de alimentos protetores . A investigação actual sugere que certos alimentos podem reduzir o risco de doença cardíaca e derrame, e parecem proteger as células do cérebro.

Em geral, frutas e legumes de pele escura têm os mais altos níveis de ocorrência natural os níveis de antioxidantes. Esses vegetais são: couve, espinafre, couve de bruxelas, brotos de alfafa, brócolis, beterraba, pimentão vermelho, cebola, milho e berinjela. Frutas com níveis elevados de antioxidantes incluem ameixas, passas, mirtilos, amoras, morangos, framboesas, ameixas, laranjas, uvas vermelhas e cerejas.

Peixes de água fria contêm ômega-3 os ácidos gordos benéficos: linguado, cavala, salmão, truta e atum. 

Algumas nozes podem ser uma parte útil da sua dieta; amêndoas, nozes e nozes são uma boa fonte de vitamina E, um antioxidante.

Não existe informação suficiente para indicar que quantidades desses alimentos pode ser mais benéfico para a saúde do cérebro. Por exemplo, não é clara a forma como muitos frutos teria de ser consumida a ter um benefício detectável. No entanto, um estudo de mulheres idosas mostrou que aqueles que comeram mais verde, arborizada e vegetais crucíferos no grupo eram um ou dois anos mais novo na função mental do que as mulheres que comeram alguns desses vegetais.

Vitaminas podem ser úteis . Existe alguma indicação de que as vitaminas, tais como vitamina E, ou vitaminas E e C, em conjunto, de vitamina B12 e de folato pode ser importante na redução do seu risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Uma dieta saudável do cérebro vai ajudar a aumentar a sua ingestão dessas vitaminas e os oligoelementos necessários para o corpo a usá-los de forma eficaz.

Fonte ALZ ORG


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Como o Stress pode afetar seu peso

Como o Stres pode afetar seu peso Foco Vida Ativa e Saudavel Herbalife
Como o Stres pode afetar seu peso


  estresse crônico pode causar ganho de peso...  

Existem várias maneiras em que o stress pode contribuir para o ganho de peso. Um deles tem a ver com cortisol , um hormônio do estresse. Quando estamos sob estresse, a resposta de luta ou fuga é acionado em nosso corpo, levando à liberação de vários hormônios.

Se estamos estressados por causa de exigências malucas, constantes no trabalho ou realmente em perigo, o nosso corpo responde como se estivéssemos prestes a ser prejudicados e precisam lutar por nossas vidas. Para responder a esta necessidade, nós experimentamos uma explosão de energia, mudanças no metabolismo e na circulação sanguínea, e outras alterações.

Se você permanecer nesse estado por um período prolongado de tempo, devido ao estresse crônico, sua saúde fica em risco. Além de uma série de outros perigos, o estresse crônico também pode causar ganho de peso - é por isso que alguns produtos a base de cortisol são comercializados como auxiliares de dieta.

O estresse crônico e cortisol podem contribuir para o ganho de peso das seguintes formas:

Metabolismo - Você se sente como você está propenso a colocar mais peso quando você está estressado, mesmo se você está comendo a mesma quantidade de comida que você sempre tem? Demasiado cortisol pode retardar seu metabolismo, fazendo com maior ganho de peso do que você normalmente experiência. Isso também faz com que a dieta mais difícil.

Ansiedade - Pessoas que experimentam estresse crônico tendem a procurar alimentos mais gordurosos, salgados e açucarados. Isso inclui doces, alimentos processados e outras coisas que não são tão boas. Esses alimentos são geralmente menos saudáveis e levam ao aumento de peso.

Açúcar no sangue - o estresse prolongado pode alterar seus níveis de açúcar no sangue, causando alterações de humor, fadiga e condições como hiperglicemia. Demasiado stress tem sido associado a síndrome metabólica, um conjunto de problemas de saúde que podem levar a problemas maiores de saúde, como ataques cardíacos e diabetes.

Armazenamento de gordura - Níveis mais altos de estresse estão ligados a maiores níveis de gordura abdominal. Infelizmente, a gordura abdominal não é apenas esteticamente indesejável, está relacionada com maiores riscos para a saúde do que a gordura armazenada em outras áreas do corpo.

Comer emocional - aumento dos níveis de cortisol não só pode fazê-lo implorar comida pouco saudável, mas o excesso de energia nervosa muitas vezes pode fazer com que você coma mais do que faria normalmente. Quantas vezes você se encontrou vasculhando a cozinha para um lanche, ou distraído comendo comida pouco saudavel quando você está estressado, mas não é realmente com fome?

Fast Food - Especialistas acreditam que um dos grandes motivos que estamos vendo mais obesidade em nossa sociedade nos dias de hoje é que as pessoas estão muito estressados e ocupados para fazer refeições saudáveis, muitas vezes optando por comer no fast food mais próximo.

Ocupado demais para o exercício - Com todas as demandas em sua programação, o exercício pode ser uma das últimas coisas em sua lista de afazeres. Se assim for, você não está sozinho. A maioria das pessoas vive um estilo de vida sedentário, nossas mentes parecem estar correndo de tudo o que temos que fazer. Infelizmente, trânsito, horas de trabalho, TV, exuastão no final do dia, interferem na mudança de habitos, impedem que tomemos a iniciativa de introduzir exercícios em nosso dia a dia.

Fontes: ABOUT HEALTHY, Stress System Malfunction Could Lead To Serious, Life-Threatening Disease. NIH Backgrounder September 9, 2002. Teitelbaum, Jacob, M.D. How Stress Can Make You Gain Weight. Total Health Vol 25. no. 5. Oct/Nov 2003. 


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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Café-da-manhã emagrece

 

Um ponto importantíssimo para perder peso e fazer a digestão corretamente é ter um metabolismo saudável. Se o seu metabolismo está devagar e você está ganhando peso ou sentindo-se lento, isso pode ser resultado de diversos fatores, dentre os quais a genética, a idade ou apenas uma má alimentação. Apesar de o café da manhã ser designado como "a refeição mais importante do dia", alguns optam por pular esta refeição. No entanto, comer alimentos de baixa caloria neste horário irá aumentar o seu metabolismo, quebrando o jejum da noite.

 

 

 

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Reduza o consumo de carboidratos processados - Fit Camp



Estudo demonstrou risco dobrado de doenças cardíacas...

Carboidratos pesam na balança. E a maneira que muitas pessoas encontram para fazer os ponteiros baixarem é reduzir o consumo ou cortá-los da dieta. Só que eles são a principal fonte de energia do cérebro e dos músculos e não dá para radicalizar. Na ausência de carboidrato o corpo pode responder com mau humor, dor de cabeça e até mau hálito.

Nem mesmo a dieta low-carb (pobre em carboidrados) elimina totalmente o nutriente – a ideia é apenas limitar o consumo e dar preferência aos carboidratos integrais. Essa mudança, segundo os especialistas, força o organismo a queimar gordura em vez de acumulá-la.

Além de ajudar na perda e manutenção do peso, reduzir os carboidratos no cardápio também pode preservar a saúde. Um estudo recente, coordenado pela pesquisadora Sabina Sieri, da Fondazione IRCCS Instituto Nazionale dei Tumori, em Milão, analisou 32 mil mulheres e chegou à conclusão de que as que consumiram carboidratos com altos índices glicêmicos, como pães, pizzas e arroz branco, apresentaram risco dobrado de doenças cardíacas.

Reduzindo o carbo, é importante ainda reforçar o cardápio com proteínas magras, vindas de fontes como frango, peixe, leite desnatado e queijos, além de aumentar o consumo de frutas como mamão, laranja e maçã. Verduras e legumes, ricos em fibras e vitaminas e com poucos carboidratos, também são bem-vindos.

Fonte: IG Bem Estar 

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