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segunda-feira, 11 de abril de 2016
A Herbalife já ocupa o 3º lugar entre as 100 maiores empresas de marketing multinível do mundo (foco em vida saudavel)
A Direct Selling News* publicou o ranking das maiores empresas de marketing multinível do mundo em 2016.
Neste ano de 2016, com base na receita anual de 2015, a Herbalife já desponta em terceiro lugar no ranking mundial das 100 maiores empresas.
Esta é uma ótima notícia para quem busca uma oportunidade de negócio ou de renda extra.
A Herbalife é uma empresa multinacional de nutrição, controle de peso e nutrição externa. Fundada em 1980 por Mark Hughes, a Herbalife oferece ao Consultor Independente Herbalife (em tempo parcial ou integral) a melhor oportunidade de negócio ou de renda extra, com liberdade de horário, retorno de até 73% no plano de compensação (de acordo com a dedicação e empenho) e conhecimento para crescer pessoal e financeiramente por intermédio de uma agenda semanal, mensal e anual de treinamentos com líderes de sucesso.
Esta pode ser a oportunidade que você procura, saiba mais: Oportunidade Herbalife
*Direct Selling News: é uma publicação de negócios direcionada a executivos de marketing multinível e outras empresas de vendas diretas.
Postado por
Wasser Advogados
às
18:50
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
A crise segundo Albert Einstein
"Sem crise não há desafios. Sem desafios, a vida é uma lenta agonia."
"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar 'superado'. Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."
Quer superar a crise? Reinvente-se!
Acesse http://herba.li/_Negocio e aprenda como!
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
Vendas diretas crescem apesar da crise
A venda baseada no contato pessoal entre vendedores e compradores cresceu 1,5% segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD)
Existe uma máxima no varejo que diz que as empresas de vendas diretas vão bem quando a economia vai bem, e também vão bem quando a economia enfrenta uma crise. Os resultados comprovam a afirmação. Enquanto o varejo tradicional acompanha a retração da economia brasileira, com quedas sucessivas desde o início do ano, a venda baseada no contato pessoal entre vendedores e compradores cresceu 1,5% nos três primeiros trimestres deste ano, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Estimativas do Euromonitor International apontam que a tendência de alta pode se manter até 2019, quando o volume de negócios deve somar 42,8 bilhões de reais. Entre 2010 e 2014, as vendas diretas registraram avanço constante de 6,8%, acumulando 30% de crescimento no período, segundo a pesquisa Consumer Insights, da Kantar Worldpanel.
São vários os motivos que explicam a boa fase das vendas diretas mesmo em tempos complicados para o varejo tradicional. Um deles é conhecido como “efeito batom”, fenômeno que leva os consumidores a gastarem mais com cuidados pessoais durante os períodos de contração da economia. “Quando o dinheiro está curto, o consumidor deixa de lado a compra de itens de alto valor e também a ida ao cinema ou ao restaurante”, diz Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABEVD. “Mas as pessoas passam a se tratar mais e consomem maior quantidade de produtos de cuidados pessoais, tanto cosméticos quanto shakes e barras, o que chamamos de beleza de dentro para fora”, afirma Roberta.
Outro fator que vem intensificando o crescimento das vendas de produtos ligados à nutrição, saúde e bem-estar é a preocupação crescente dos brasileiros com o peso e a nutrição equilibrada. Entre 2009 e 2014, as vendas de produtos relacionados ao controle de peso cresceram 70% no país, gerando um movimento de quase 1,2 bilhão de reais. Desse total, 1 bilhão de reais são provenientes da comercialização de produtos que substituem algumas refeições, como os shakes. Os dados são do relatório Weight Management in Brazil, do instituto Euromonitor International, que prevê ainda para o segmento vendas de mais de 1,5 bilhão de reais em 2019.
O relatório mostra também que a preocupação com o peso no Brasil deixou de ser uma exclusividade das mulheres, como já ocorre nos Estados Unidos, onde 71% das mulheres e 65% dos homens consomem suplementos alimentares de dieta, segundo estudo encomendado pelo Council for Responsible Nutrition (CRN). Nesse desafio para perder peso e alcançar o bem-estar, o revendedor direto conquistou um papel importante, porque age como uma espécie de consultor, ao acompanhar o cliente e motivá-lo a manter a dieta e os hábitos de uma vida saudável. Daí a importância para o setor da opção pelas vendas diretas.
Alimentação equilibrada
“Hoje existe uma participação muito maior das pessoas em eventos esportivos, corridas de final de semana e academias”, afirma a nutricionista Andrea Zaccaro de Barros. Essas pessoas que fazem exercícios também têm procurado potencializar os resultados com alimentação equilibrada e acompanhamento de especialistas. “Antes não havia nutricionistas trabalhando com pessoas saudáveis, que buscam bem-estar e qualidade de vida. Tratávamos aquelas com problemas de saúde, como diabetes e colesterol alto”, afirma Andrea.
O especialista em varejo Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral da consultoria GS&MD, elenca outros dois fatores para explicar o descolamento do desempenho do segmento de vendas diretas da crise econômica. “O primeiro e mais básico é o fato de que novos players entraram nesse canal”, afirma. O segundo e mais relevante é o fato de a venda direta representar uma renda extra para as famílias. “Quando o índice de desemprego aumenta, como vem ocorrendo no Brasil, a demanda por esse tipo de renda também cresce”, afirma Gouvêa de Souza.
Essa percepção pode ser comprovada pelos números. Em dezembro do ano passado, o índice de desemprego medido pelo IBGE era de 4,3%. No segundo trimestre deste ano, alcançou 8,3%. Já o número de revendedores diretos, os profissionais autônomos que atuam nesse mercado, aumentou 5% no mês de setembro e 1,4% no acumulado do ano, totalizando quase 4,6 milhões de consultores em todo o país, segundo levantamento da ABEVD.
Mais vendas, mais ganhos
“No canal de vendas diretas, o profissional pode começar a trabalhar por conta própria sem a necessidade de fazer investimento inicial”, diz Roberta Kuruzu, da ABEVD. “É diferente, por exemplo, de uma pessoa que tenha sido demitida e queira investir o valor da rescisão na abertura de um varejo tradicional, que exige ponto comercial, estoque, funcionários.” O revendedor pode ainda começar a atuar em tempo parcial, dividindo seu dia com a empresa ou outro negócio.
Além disso, Roberta ressalta que, diferentemente do que acontece em uma estrutura tradicional de empresa, os ganhos do revendedor direto estão relacionados ao seu esforço. “Em uma empresa, muitas vezes o profissional bate metas e busca capacitação sem que isso tenha efeito direto sobre a sua remuneração”, afirma Roberta. “Em vendas diretas, quanto mais ele vender, mais vai ganhar.”
fonte: Revista Exame dezembro 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
72% das pessoas estão insatisfeitas com o trabalho, aponta pesquisa
Profissionais reclamam de falta de reconhecimento e excesso de tarefas.
Empresa deve avaliar perfil do colaborador para resolver a situação.
A insatisfação com o trabalho é um problema que a cada dia afeta mais profissionais. Falta de concentração e de foco, produção reduzida e distração são algumas das características dos profissionais insatisfeitos. Pesquisa da Isma Brasil (International Stress Management Association) mostrou que 72% das pessoas estão insatisfeitas com o trabalho.
"Geralmente a insatisfação com o trabalho é silenciosa e apenas quando algum problema ou conflito aparece é que as reclamações surgem e as insatisfações são expostas", afirma o coach Riccardo Oliveira.
Esse problema pode ser potencializado, aumentando o número de erros do funcionário se não houver uma interferência do líder. "A pior decisão que um líder pode tomar é ignorar ou não agir para melhorar a situação com o funcionário ou equipe insatisfeita", diz Oliveira.
Segundo a pesquisa, a insatisfação em 89% dos casos tem a ver com reconhecimento, em 78% com excesso de tarefas e em 63% com problemas de relacionamento.
"Deixar o tempo passar sem fazer alguma mudança pode até deixar a pessoa doente. Ela entra em um círculo vicioso e tudo parece dar errado. Nesse momento, o melhor a fazer é procurar ajuda".
Segundo Oliveira, profissional e empresa podem trabalhar juntos para tentar acabar com a insatisfação. A empresa deve avaliar o perfil do colaborador para saber se ele está na área e na função mais adequada e também entender quais os motivos da insatisfação.
Já o profissional deve listar os pontos negativos e apresentar para a chefia imediata. A partir daí, as duas partes devem trabalhar em conjunto para encontrar uma solução que seja boa para todos.
A pesquisa foi realizada em três captiais (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Aelgre) com 1.034 profissionais ativos no mercado de trabalho, no final de 2014.
fonte: G1 Globo
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"Oportunidade de Negócio"
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Como odiar menos o seu trabalho
Muitos se sentem presos, infelizes e sem perspectiva em seu trabalho atual...
Um artigo da Harvard Business Review pode ajudar quem está com problemas para curtir as horas no serviço - mas que precisa do trampo mesmo assim. Não queremos generalizar, já que existem pessoas com situações realmente espinhosas no trabalho. Mas boa parte dos problemas é contornável. Confira algumas coisas que possivelmente você não está fazendo e que podem te ajudar a sair do ciclo vicioso que é não gostar do trabalho:
Celebre suas conquistas
Pode parecer óbvio dizer que você deve celebrar a conclusão de metas, mas uma dica mais prática é não fazer apenas uma lista de coisas a resolver, mas uma lista de coisas que você já resolveu. No fim do dia, você verá seu progresso quantificado - e isso irá te ajudar a perceber que você não passou o dia todo a toa, além de te ajudar a identificar coisas que você faz bem.
Não se isole e procure amigos empolgados
Nossas relações pessoais na firma tem um efeito extremamente importante na forma com que encaramos o trabalho. Mas quando estamos chateados com o emprego, fica fácil se isolar dos colegas. O artigo mostra que a paixão por uma causa em ambientes profissionais é contagiosa. Em outras palavras, é mais fácil curtir o trabalho quando você está perto de pessoas empolgadas. Está difícil encontrar gente animada ao seu redor? Vá a eventos do trabalho ou se ofereça para ajudar recém-chegados que, normalmente, tem uma energia extra. Além de conhecer novas pessoas, seu trabalho ganha uma nova função e significado.
Descubra no que você é bom
Provavelmente o que você faz bem é o que te deixa feliz. Dê uma olhada nos seus emails e veja que tipo de habilidade é necessária para resolver o que as pessoas estão pedindo - normalmente se os pedidos chegam até você é porque você é considerado capaz no necessário para a resolução. Pense sobre as suas habilidades e busque novos desafios relacionados a elas, proponha novos projetos.
fonte: Harvard Business Review via Revista Galileu
Postado por
Wasser Advogados
às
12:45
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