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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Exercícios que só fazem perder tempo na academia


Ir à academia e apostar em exercícios que nada fazem ao corpo e à saúde é nada mais do que perder tempo

Não é por uma academia ter dezenas de máquinas e opções de treino que todos são indicados, pelo contrário.

Segundo o site da revista Fitness, existem alguns hábitos e exercício que também nada fazem pela saúde e pelo corpo, e que não passam de verdadeiras perdas de tempo. É o exemplo dos cinco minutos de aquecimento na bicicleta estática.

De acordo com o direto do Centro Profissional do Desempenho Atlético de Nova Iorque, Dean Maddalone, o aquecimento deve implicar uma frequência cardíaca de pelo menos 60 a 65% da frequência cardíaca máxima, isto é, um bom aquecimento requer, por exemplo, uma frequência cardíaca na ordem dos 120. Os agachamentos e os burpees são melhores aquecimentos, diz o especialista.

Apostar na máquina ‘leg press’ é também outro hábito que nada faz, uma vez que a força é, muitas vezes, impulsionada pela lombar e não pela perna em si. Segundo Maddalone, não há nada melhor para fortalecer as pernas do que os agachamentos, que são também uma excelente opção para preservar as articulações. O mesmo acontece com as máquinas de adução e abdução e as máquinas de extensão de perna e coxa: mais exemplos em que os agachamentos são a melhor opção.

Balançar uma bola de peso entre as pernas até um nível paralelo aos olhos é outro exercício dispensável na academia. O ‘kettlebell swing’ implica que se faça uma força extrema na zona do pescoço, o que pode prejudicar a postura da dorsal e provocar lesões nas costas e ombros. Se o objetivo é tonificar as pernas, aposte nos agachamentos. Se a ideia é ter uns abdominais e uns braços mais fortes, nada como uns minutos de prancha.

Se o objetivo é perder aquelas ‘pregas’ na lateral do abdómen, os exercícios estáticos de inclinação com altere nada fazem, diz a revista, referindo as pranchas laterais como a aposta mais certeira.
Segundo o site da revista Men’s Fitness, o agachamento é um dos exercícios mais completos, mas também mais ‘trabalhosos’, sendo, por isso, um dos mais odiados.

Com ou sem o peso de uma barra de ferro, o agachamento trabalha as costas, o abdominal e as pernas, especialmente as coxas. Quando é adicionado algum peso além do corporal, os braços passam também a ser beneficiados com este exercício, que pode ser realizado em várias intensidades: mais fundo, ou mais curto, mais rápido ou com subida e descida mais lenta.

E uma vez que implica um movimento ascendente e descendente, o agachamento é ainda um aliado no treino da flexibilidade, principalmente quando o objetivo é abaixar o máximo possível, diz o site, que destaca ainda a importância deste exercício na prevenção de lesões e no fortalecimento das articulações dos joelhos – embora a má execução do exercício possa ser altamente penosa para esta parte do corpo.

Para quem quer um agachamento ‘mais potente’, existe sempre a opção de saltar após cada descida.

Fonte: Notícias Ao Minuto

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

72% das pessoas estão insatisfeitas com o trabalho, aponta pesquisa



Profissionais reclamam de falta de reconhecimento e excesso de tarefas.
Empresa deve avaliar perfil do colaborador para resolver a situação.

A insatisfação com o trabalho é um problema que a cada dia afeta mais profissionais. Falta de concentração e de foco, produção reduzida e distração são algumas das características dos profissionais insatisfeitos. Pesquisa da Isma Brasil (International Stress Management Association) mostrou que 72% das pessoas estão insatisfeitas com o trabalho.

"Geralmente a insatisfação com o trabalho é silenciosa e apenas quando algum problema ou conflito aparece é que as reclamações surgem e as insatisfações são expostas", afirma o coach Riccardo Oliveira.

Esse problema pode ser potencializado, aumentando o número de erros do funcionário se não houver uma interferência do líder. "A pior decisão que um líder pode tomar é ignorar ou não agir para melhorar a situação com o funcionário ou equipe insatisfeita", diz Oliveira.

Segundo a pesquisa, a insatisfação em 89% dos casos tem a ver com reconhecimento, em 78% com excesso de tarefas e em 63% com problemas de relacionamento.

 "Deixar o tempo passar sem fazer alguma mudança pode até deixar a pessoa doente. Ela entra em um círculo vicioso e tudo parece dar errado. Nesse momento, o melhor a fazer é procurar ajuda".

Segundo Oliveira, profissional e empresa podem trabalhar juntos para tentar acabar com a insatisfação. A empresa deve avaliar o perfil do colaborador para saber se ele está na área e na função mais adequada e também entender quais os motivos da insatisfação.

Já o profissional deve listar os pontos negativos e apresentar para a chefia imediata. A partir daí, as duas partes devem trabalhar em conjunto para encontrar uma solução que seja boa para todos.

A pesquisa foi realizada em três captiais (São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Aelgre) com 1.034 profissionais ativos no mercado de trabalho, no final de 2014.

fonte: G1 Globo


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