Compartilhe

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Veja dicas importantes para turbinar a sua memória


Onde anotei aquele número de telefone? Alguém viu meus óculos? De onde eu conheço aquela pessoa? Se você já enfrentou esses “brancos” e concluiu que sua memória não está na melhor forma, observe como está a sua qualidade de vida e sua alimentação. Manter uma dieta equilibrada e evitar o estresse são algumas das atitudes essenciais para o bom funcionamento do cérebro.
Estes alimentos contribuem para a sua memória:
Ovo – É a principal fonte de colina, substância que participa da formação de novos neurônios e ajuda a reparar as células cerebrais avariadas. Além disso, constitui a matéria-prima da acetilcolina, neurotransmissor fundamental para a memória e o aprendizado. Como se não bastasse, o ovo fornece diversas vitaminas do Complexo B, que facilitam a comunicação entre os neurônios.
Peixe – Ele alimenta o cérebro e principalmente a memória. Ainda mais se for de águas frias, como salmão, sardinha, anchova, atum, arenque e cavala, todos eles ricos em ômega 3. Esse ácido graxo protege as membranas dos neurônios contra os danos causados pela ação dos radicais livres – responsáveis pelo envelhecimento.
Maçã – A fruta é fonte de uma substância chamada fisetina, que pode contribuir para o amadurecimento das células nervosas e estimular os mecanismos do cérebro associados à memória. A fisetina também é encontrada no morango, pêssego, kiwi, uva, cebola e espinafre.
Azeite de oliva – Ele é rico em ácidos graxos monoinsaturados, que integram a membrana das células nervosas e aceleram a transmissão de informação entre elas. Para completar, o azeite extravirgem ainda fornece dois antioxidantes que exercem efeito neuroprotetor: os polifenóis e a vitamina E (disponível também em outros óleos vegetais, como o de girassol, amendoim e milho, além do abacate e das nozes).
Sinal vermelho para a gordura
O colesterol ruim aumenta o risco de doenças cardiovasculares, que podem comprometer as funções cerebrais. Por isso, siga uma dieta saudável e evite os alimentos ricos em gorduras!
Para ter memória de elefante:
- Mantenha o cérebro funcionando, sempre. Para exercitá-lo, leia uma página de um livro ou revista. Em seguida, feche-a e tente recordar o que acabou de ler.
- Pratique exercícios que exijam concentração e raciocínio. Caça-palavras, jogo de memória, sudoku e quebra-cabeças são ótimas opções.
- Durma bem, pois durante o descanso o cérebro retém as informações que recebeu durante o dia.
- Pratique atividades físicas. Quando você mexe o corpo, seu organismo libera endorfina, reduz o estresse e fica mais alerta aos acontecimentos. Além disso, os exercícios aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro, transportando oxigênio e nutrientes essenciais à sua atividade.
(Fonte: Sadia)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Os Benefícios da Meditação



Quem medita tem as defesas do organismo ampliadas e consegue lidar melhor com o estresse, concluiu um estudo realizado na Universidade da Califórnia, EUA. Isso acontece porque durante a prática da meditação a enzima telomerase (ligada ao sistema imunológico) tem sua ação intensificada. Entretanto, o responsável pelo estudo, Clifford Saron, alerta que a meditação sozinha não resolve. A prática é apenas um dos mecanismos usados pelo corpo para aumentar o bem-estar do indivíduo. E é esse estado que age diretamente sobre a atividade da telomerase nas células do sistema imunológico, que são as reais responsáveis por promover a longevidade nas células. Para chegar a essa conclusão, foram analisados 60 pessoas durante três meses. Trinta delas praticaram a meditação e as outras trinta, não. As taxas da telomerase se mostraram cerca de 30% mais elevadas naquelas que meditavam. Foram esses pacientes que apresentaram, ainda, um aumento na capacidade psíquica, como melhora na percepção de controle e atenção, além de diminuição da neurose ou de emoções negativas.

Veja como o corpo reage a meditação

Há diversos estudos que relatam as alterações fisiológicas que ocorrem em pessoas que meditam. Na área cerebral, nota-se um aumento da integração e efetividade do cérebro e acontece uma ampliação das ondas cerebrais relacionadas ao relaxamento. Além disso, ocorre um menor gasto de oxigênio pelas células do corpo, redução da frequência cardíaca e diminuição da condutância elétrica da pele (devido ao relaxamento). “Em resumo, podemos dizer que o ato de meditar provoca uma redução do metabolismo e assim ocorre uma pronunciada desaceleração do funcionamento do corpo”, explica Cardoso. O cérebro fica globalmente mais irrigado, aumentando a coerência e sincronia eletro-encefalográfica. Há ainda o aumento da concentração de dopamina, norepinefrina e serotonina (neurotransmissores), o que explica o aumento da sensação de prazer, motivação e energia após a prática da meditação transcendental. Também há uma redução dos hormônios do estresse.

Quais são os principais benefícios para a saúde?

Dentre as vantagens que surgem da prática regular da técnica destacam-se:

  • redução do estresse e ansiedade
  • aumento de satisfação e melhor desempenho no
  • ambiente de trabalho;
  • diminuição da insônia e depressão;
  • aumento de bem-estar e autoestima;
  • estímulo da criatividade, inteligência e memória;
  • fortalecimento do sistema nervoso e imunológico;
  • redução da pressão arterial e de dores de cabeça;
  • diminuição do consumo do tabaco, do álcool e de drogas ilícitas.


fonte: UC Davis e Revista Saude UOL

Time de experts revela os melhores horários para malhar em cada ocasião


QUANDO VOCÊ TEM UMA REUNIÃO IMPORTANTE
Exercite-se um pouco antes do compromisso. Trinta minutos de atividades de intensidade moderada pode diminuir reação fisiológica do organismo ao estresse, fazendo com que os neurotransmissores sintam-se bem como a dopamina, recomenda J. Carson Smith, professor da Universidade de Maryland. “Você vai sentir os efeitos cerca de 15 minutos depois de terminar o treino”, afirmou.
QUANDO VOCÊ ESTÁ COM PROBLEMAS PARA DORMIR
Faça a atividade certa antes de adormecer. Você já deve ter ouvido falar que é mais difícil dormir após praticar exercícios. Mas de acordo com um novo relatório da ONG National Sleep Foundation, as pessoas que malham a qualquer hora do dia ou da noite têm melhor qualidade de sono.
No entanto, se você tem problemas de insônia, uma sessão rápida de yoga é a indicação, pois apenas trinta minutos da atividades podem melhorar seu sono. Ela é, inclusive, mais recomendada que remédios para dormir, porque não causam sonolência pela manhã, disse a médica Barbara Phillips, diretora do laboratório do sono da Universidade de Kentucky.
QUANDO VOCÊ QUER TORNEAR OS MÚSCULOS
Exercite-se depois do jantar. Neste horário, sua força muscular aumenta ligeiramente, a coordenação é melhor e a quantidade de oxigênio fornecido aos músculos sobe.  “O treino pode tornar-se um pouco mais fácil”, afirmou Michael Deschenes, professor da Universidade  William & Mary, em Virgínia, nos EUA. É uma melhora pequena, mas pode ajudá-la a aumentar o peso dos alteres de 2 kg para 4 kg, por exemplo.
QUANDO VOCÊ QUER EVITAR DORES
Opte pelo entardecer e espere o fim do expediente para ir à academia, pois pela manhã o corpo não está necessariamente pronto para cair da cama e já se esforçar. Então, você está mais vulnerável a distensões e machucados pela manhã, afirmou Deschenes. Para evitar problemas, pratique exercícios entre as 16h e 20h.
Fonte: Revista Marie Claire.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Estudo indica que impactos dos exercícios físicos variam conforme o perfil do praticante


Brasília – Um tempo em que os fracos não tinham vez: na pré-história, o condicionamento físico era arma fundamental para a sobrevivência. Milênios depois, a questão permanece de vida ou morte. Não mais para assegurar a subsistência, mas livrar o organismo de enfermidades, como as cardiovasculares, tão sorrateiras quanto um predador à espreita. A associação é reconhecida desde as civilizações mais antigas, mas somente em 1958 o médico Jeremiah Noah Morris estabeleceu cientificamente a importância da atividade física na prevenção de doenças. Com isso, mudou a forma como a humanidade se relaciona com o corpo. Estudo recente da Universidade Brown, nos Estados Unidos, tem chances de provocar outra renovação. Os cientistas de lá descobriram que os benefícios das atividades físicas não são universalmente iguais.
“Apesar de promover ganhos para a maioria das pessoas em grande parte das circunstâncias, não significa que o mesmo programa de exercício ou de terapia deva ser prescrito a todos igualmente”, diz Simin Liu, epidemiologista que coordenou a investigação, detalhada recentemente no Journal of the American Heart Association. Liu reuniu evidências em 160 estudos clínicos, totalizando mais de 7,5 mil participantes. O médico é um dos primeiros pesquisadores a examinar os efeitos dos exercícios aeróbicos em pessoas com diferentes condições de saúde. Uma das conclusões a que chegou é que homens, indivíduos com até 50 anos e até hipertensos estão entre os mais beneficiados por esses exercícios cardiovasculares.
A equipe também descobriu que essas atividades têm capacidade de reduzir a resistência à insulina e a inflamação significativamente, e que os exercícios regulares de fato afetam as taxas do colesterol total, diminuindo o LDL, o mau colesterol, e aumentando o HDL, o bom. O estudo traz resultados especialmente positivos para diabéticos tipo 2 e hipertensos: fatores de risco cardeais para infartos e acidente vascular cerebral são atenuados com a prática física. A relação faz sentido, diz Lázaro Miranda Fernandes, coordenador do Departamento de Cardiologia do Hospital Santa Lúcia, em Brasília. “Quando se atua em um paciente sem fatores de risco, não há malefícios a serem combatidos. Porém, quanto maior o risco cardiovascular do indivíduo, maior será a repercussão do tratamento neste sentido”, explica Fernandes, que também integra a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).
A lógica vale também para interpretar as vantagens observadas em indivíduos com menos de 50 anos. “Nos mais velhos, certas lesões coronarianas e doenças crônicas já estão avançadas”, explica Lázaro Fernandes. O cardiologista ressalta que os resultados não excluem benefícios aos outros grupos. Idosos vítimas de infarto, por exemplo, conseguem reabilitar o fluxo e a irrigação sanguínea nos tecidos lesionados com exercícios diários leves e repetidos. “Isso não vai ampliar a longevidade significativamente, mas melhorará a qualidade de vida e evitará novos eventos”, observa. Além disso, esportes aumentam a fibrinólise, a dissolução de pequenos coágulos que se formam nas artérias, podendo obstruí-las. “E isso é especialmente bom para os cardíacos”, acrescenta Lázaro Fernandes.
Mais adaptações O fisiologista Roberto Patu, mestre em ciências da saúde, conta que estudos como os de Simin Liu são reflexos de uma nova tendência da prática física: a individualização, que leva em consideração os gostos, as necessidades, as preferências e as possibilidades do praticante. “É uma forma de tratar a atividade como prevenção de doenças e não somente de promoção de saúde”, explica. “Se Liu tivesse considerado também os exercícios resistidos – que demandam força, como a musculação – , a extensão dos benefícios poderia ser ainda maior”, acredita Patu, especialmente entre as pessoas na faixa dos 50 anos. É nesse período que a sarcopenia (perda de massa muscular) manifesta os primeiros sinais.
Ainda que a Escola Americana de Medicina Esportiva sugira um padrão universal para a prática de exercícios (veja infográfico), o método evoluiu para um sistema sob medida, que envolve diagnóstico, planejamento e ação. “Isso nos permite traçar um trabalho que faça o praticante sentir prazer. Se ele não gosta de musculação, iremos pensar em uma estratégia que o permita fazer trabalhos resistidos também, como treinamentos funcionais e core training, que envolve isometria, estabilidade, equilíbrio e força”, esclarece o especialista. Em média, os resultados de modalidades diversas aparecem em três meses.
No aeróbico, por exemplo, os efeitos são perceptíveis em 30 dias. Há diminuição da frequência cardíaca em repouso, aumento de vasos sanguíneos e melhora no transporte de oxigênio. “Para o treinamento resistido, o planejamento é de 12 semanas”, conta Patu. Porém, ele frisa, tudo é relativo. O treino individualizado tem em conta a dieta, a interação social, a situação financeira e até mesmo a satisfação com o trabalho. A tendência de atividades cada vez mais direcionadas atrai públicos que não têm o hábito de praticar exercícios, como idosos que, na juventude, não cogitaram exercícios para manter a saúde. “Agora, há mais conhecimento sobre a relação disso tudo com o organismo, o que mostra que o entendimento sobre o próprio corpo é uma consequência de mais cultura e informação. As pessoas não querem somente viver mais, querem viver bem”.
Fonte: Saúde Plena – Sites Uai.

VOCE GOSTOU DESTE CONTEUDO?

Curta mais dicas na pagina oficial da Consultora Herbalife

FOCO EM VIDA SAUDAVEL
Consultora Independente Herbalife
Espaço Vida Saudável

Centro Empresarial Araguaia (CEA)
Alameda Araguaia, 2044, Alphaville
Torre 1, 1º andar, Sala 107
Cep 06455-906 Barueri SP

whatsapp (011) 97153-0245

Curta nas Redes Sociais:

Grupo Bem Estar Herbalife