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terça-feira, 22 de março de 2016

Enxaqueca crônica: alimentação inadequada pode agravar crises


Indesejada, a cefaleia (ou dor de cabeça) faz parte da vida de muitas pessoas. São mais de 150 variações existentes da doença, e uma das mais intensas é a enxaqueca crônica, que atinge cerca de 20% da população brasileira, na maioria mulheres, segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia.
Contudo, ela não é apenas mais intensa do que uma simples dor de cabeça. Segundo o Dr. Paulo Renato Fonseca, diretor científico da Sociedade Brasileira de Estudo da Dor e diretor da Aliviar Medicina da Dor, a enxaqueca crônica pode ocorrer de vez em quando e ser forte, mas também pode, ao longo do tempo,reduzir de intensidade, tornando-se muito frequente. “Se forem mais de 15 dias de dor no mês, consideramos diária”, explica.
Segundo o médico, na enxaqueca crônica a dor é de moderada a forte e pode ser agravada depois da prática de exercícios físicos. Ela é unilateral, ou seja, atinge apenas um lado da cabeça. “Pode ser acompanhada por náuseas, vômitos, sensibilidade ao som e luz, e, se não medicada, chega a causar fenômenos visuais, nos movimentos e na fala.”
Os demais sintomas podem ser tão intensos e incômodos a ponto de impedir o indivíduo de exercer qualquer atividade, obrigando-o a ficar deitado, num quarto escuro, em silêncio, durante horas ou dias.
Ao fim de uma crise de enxaqueca, que dura de 3 a 72 horas, o paciente têm sintomas de ressaca, podendo apresentar, por mais de um dia, tolerância limitada para atividade física e mental.

Alimentação pode ser a culpada

Uma causa recorrente da enxaqueca crônica é a alimentação. “É muito comum ouvirmos no consultório que ‘se eu fico muito tempo sem comer, a dor de cabeça vem’. Isso é verdade, chama-se cefaleia por privação de refeição”, explica.
Segundo ele, alguns tipos de alimentos como álcool, amendoim, queijos, embutidos, conservas, enlatados e alguns adoçantes artificiais, assim como a privação de café – para quem o consume muito – pode, de fato, causar muita dor de cabeça.
Atualmente, a enxaqueca também pode ser um fator de risco para outras doenças. Pesquisas recentes comprovaram que quem sofre da doença tem um maior risco de AVC e doenças cardiovasculares. O risco aumenta se associado atabagismo e uso de alguns anticoncepcionais. Nesses casos, a enxaqueca aparece como fator de risco tão importante quanto à hipertensão arterial, diabetes e obesidade.
Outro estudo publicado numa revista americana concluiu que a enxaqueca pode, a longo prazo, alterar o cérebro permanentemente. Exames de ressonância cerebral em pacientes com a doença mostraram maior frequência de lesões cerebrais, pequenos AVC’s e atrofia em algumas áreas cerebrais.

Tratamento

Para diagnosticar a enxaqueca, não existem exames laboratoriais. Desta forma, médicos conversam com seus pacientes e fazem perguntas sobre o estilo de vida e a frequência das enxaquecas, entre outros questionamentos.
Segundo o médico, o mais difícil é classificar o paciente, sem esquecer que a mesma pessoa pode ter vários tipos diferentes de dores de cabeça ao mesmo tempo ou intercaladas. “Depois, é preciso afastar a possibilidade de ser consequência de outra doença, os motivos de agravamento, como estresse e sono não reparador, além de determinados tipos de alimentos, como o álcool e conservas.”
Durante o diagnóstico, Paulo Renato explica que usa um “diário de cefaleia” para que ele e o próprio paciente percebam melhor as características da doença. O próximo passo é o tratamento medicamentoso.
Depois de diagnosticado, o paciente portador de cefaleias deve ter uma vida regrada e reconhecer os fatores que agravam ou iniciam as crises. A dica do médico para conviver bem com a doença é estar sempre em contato com um especialista em dores crônicas ou um neurologista cefaliatra (pode ser encontrado no site da Sociedade Brasileira de Cefaleia). “Isso é um facilitador do tratamento”, sugere.
Outro ponto é conhecer bem a si mesmo e a sua dor. “Fique atento aos detalhes que amenizam ou agravam as crises.Evite a automedicação, tenha disciplina quanto aos horários e use a medicação de forma correta para prevenir e/ou tratar as crises”, finaliza o especialista.
Fonte: A Revista da Mulher

segunda-feira, 21 de março de 2016

Recomendação para o consumo de açúcar é de 25g por dia



Pode parecer comum, mas atitudes simples como adoçar todos os dias o café, comer um doce após o almoço ou tomar refrigerante na hora do jantar elevam a carga de açúcar no organismo, causando diversos prejuízos à saúde.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a recomendação é que o consumo de açúcar não ultrapasse 10% das calorias ingeridas diariamente. As evidências científicas sugerem taxas mais altas de cáries dentárias em crianças quando o nível de ingestão de açúcares é superior a 10% da ingestão calórica total. A organização também aponta que maiores benefícios à saúde podem ser alcançados se o consumo diário de açúcar for reduzido para 5% das calorias ingeridas (ou cerca de 25g de açúcar por dia).
Para crianças, o excesso de açúcar ainda aumenta a hiperatividade e interfere no desempenho e aprendizagem, além de afetar os ossos devido à influência nos níveis sanguíneos de minerais, como o cálcio.
Segundo dados apresentados na última Pesquisa Nacional de Orçamentos Familiares (POF) realizada em 2008/09 pelo IBGE, boa parte dos açúcares consumidos pela população brasileira está “escondido” em alimentos ultraprocessados, como refeições prontas, temperos, sucos industrializados e refrigerantes.

DOENÇAS CAUSADAS PELO EXCESSO DE AÇÚCAR

O excesso de açúcar no sangue é uma das principais causas de diabete. Comer açúcar demais também pode interferir no funcionamento dos hormônios e sobrecarregar alguns órgãos, como o pâncreas, responsável pela produção de insulina e controle dos níveis de glicose no sangue.

DOR DE CABEÇA E ENXAQUECA

Excesso de açúcar pode causar dor de cabeça: os níveis glicêmicos sobem e caem muito rápido, fato conhecido como hiperglicemia, que leva o organismo a utilizar outros meios para manter a glicose cerebral, como aumento da produção de catecolaminas, que gera aumento da temperatura, da frequência cardíaca, irritabilidade e produção de prostaglandinas, que causam vasodilatação e, consequentemente, dores de cabeça.

AÇÚCAR E ESPINHAS

O açúcar é um dos principais alimentos que causam espinhas no rosto: em excesso, o açúcar provoca produção exagerada de insulina, que libera hormônios androgênicos que estimulam as glândulas sebáceas, favorecendo o aparecimento de acne.

RADICAIS LIVRES E PELE

Excesso de açúcar causa envelhecimento precoce da pele: o açúcar branco é rico em calorias e pobre em nutrientes. Seu consumo exagerado aumenta espécies reativas de oxigênio (EROs), que são radicais livres causadores do estresse oxidativo. Os EROs promovem uma reação em que o açúcar se liga às proteínas de sustentação da pele de maneira irreversível, impedindo que as células consigam realizar suas funções, causando problemas como endurecimento e degradação dos tecidos de suporte da pele, danos nas fibras dérmicas e principalmente ao colágeno, levando ao aparecimento de rugas e flacidez.
Fonte: Natue

sexta-feira, 18 de março de 2016

10 Alimentos Para Banir da Sua Dieta



Algo que sempre figura nas listas e reflexões de muitas pessoas para o resto do ano é o desejo de emagrecer e adquirir a boa forma. Mas como falar é fácil e fazer é difícil, manter a promessa da dieta pode se tornar mais complicado quando a rotina atribulada do dia a dia passa a fazer parte de nossas vidas e fica bem mais prático comer alimentos industrializados prontos – e nada nutritivos – do que preparar refeições saudáveis.
Outro agravante é que de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2015 o número da população com sobrepeso chegou aos 2,3 bilhões e o número de pessoas obesas atingiu os 700 milhões. Somente no Brasil, o excesso de peso já é problema para 40% da população, que também sofre com o aumento do risco de doenças como hipertensão e colesterol alterado.
Porém, se você não deseja fazer parte das estatísticas apresentadas acima, preste atenção na dica de 10 alimentos que você deve dizer adeus a partir de agora, que além de prejudicar a perda de peso não fazem nada bem à saúde.

1. Refrigerantes

O grande problema com os refrigerantes é que eles trazem consigo a chamada caloria vazia, que é pobre em nutrientes. Além disso, eles também possuem altas doses de sódio e açúcar, que quando consumidos de maneira exagerada podem aumentar a pressão arterial e causar problemas renais.
Mesmo com os refrigerantes autodenominados “zero” em açúcar é preciso tomar cuidado. A quantidade de sódio encontrada nesses produtos costuma ser ainda maior do que nas versões tradicionais da bebida.

2. Biscoitos e salgadinhos de milho

Fáceis de encontrar e prontos para consumir na hora, mas também bastante prejudiciais à saúde. Os biscoitos e salgadinhos de milho não só possuem sódio em sua composição, como contêm produtos químicos, podendo causar alergias e agredir a mucosa gástrica e a intestinal.

3. Temperos industrializados

Mais uma vez o problema está na quantidade de sódio. Esses temperos prontos vêm com uma quantidade bastante alta da substância, em muitos casos que correspondem ao limite máximo que devemos ingerir diariamente – que de acordo com a OMS deve ser de menos de 2 g por dia para adultos.
Outro problema é que esses produtos ainda são ricos em corantes, conservantes e agentes químicos. Por isso, na hora de temperar os pratos é recomendado dar preferência às ervas e especiarias.

4. Macarrão instantâneo

Mais um produto que é fácil e prático de preparar, mas que é bastante nocivo à saúde. O macarrão instantâneo possui bastante gordura e é rico em calorias (219 em uma porção de 160 g). Além disso, os temperos prontos que acompanham a embalagem têm mais sódio do que a quantia recomendada diária e produtos químicos.

5. Bolachas recheadas

São bastante saborosos, mas também possuem muita gordura e calorias. Para você ter uma noção, uma porção de 30 g – o que corresponde a 2,5 unidades – pode conter 144 calorias. Ainda é possível encontrar versões do produto com gordura trans na composição, que provocam o aumento do colesterol ruim, o LDL, e diminuem os níveis do colesterol bom, o HDL.

6. Alimentos congelados

Além de possuírem muitas calorias, sódio, conservantes e outros produtos químicos, esses produtos industrializados também são feitos com a farinha branca, que por ser absorvida rapidamente não traz saciedade ao organismo, fazendo com que em pouco tempo a pessoa sinta novamente.

7. Sorvetes industrializados

Ricos em calorias (o de flocos tem 121 por poção de 60 g), açúcar e gorduras como a trans, os sorvetes industrializados também apresentam produtos químicos em excesso e nutrientes em falta. Para os dias de calor, prefira um picolé de frutas natural, que é menos calóricos e oferece nutrientes como vitaminas e minerais ao corpo.

8. Alimentos embutidos

Exemplos de alimentos embutidos são salsichas, linguiças, mortadela e presunto. Essas comidas são ricas em gordura e possuem bastante sódio e produtos químicos em sua composição.

9. Batata frita

O problema com a batata frita é que dependendo do modo como ela é feita, acaba ganhando uma enorme quantidade de gordura. Por exemplo, quando o alimento é feito em temperaturas muito altas, ocorrem transformações em sua molécula, o que aumenta o seu teor de gordura.
A versão já congelada da batata também já vem com bastante gordura e quando passa pelo processo de fritura, esse valor aumenta ainda mais.
Uma alternativa para evitar esse crescimento na quantidade de gordura é fazer a batata assada no forno, cortada em formato de chips.

10. Bacon

O bacon é uma carne processada, rica em gordura saturada, que aumenta os níveis do colesterol ruim – LDL – no organismo e pode causar inflamação nas artérias, levando a complicações cardíacas.
Fonte: Mundo Boa Forma

terça-feira, 15 de março de 2016

Passos para ter uma vida mais saudável


Estes pequenos detalhes vão fazer toda diferença para você!


1. A situação: deitar tarde e dormir pouco.
A mudança: dormir ao menos 8 horas por noite.
 

Eu não estou falando que você tem dificuldade para dormir. A minha dica é que você melhore a qualidade do seu sono no dia a dia. Por isso, programe o seu dia para que durma ao menos 8 horas. Você acorda às 6 horas? Então, às 22 horas esteja na cama. Quem dorme bem tem uma pele mais legal, fica mais disposta para encarar o dia e até cresce mais (afinal, o hormônio do crescimento é produzido durante a noite). Se você tem dificuldade para dormir cedo, crie uma rotina que estimula o sono: coma coisas leves à noite, tome um banho quente, desligue-se de computador e do celular, leia um livro na cama.

2. A situação: sair de casa correndo sem comer nada.
A mudança: jamais pular o café da manhã.
 

A refeição da manhã é importante porque:
  • Ao comer bem, você vai ter energia ao longo do dia.
  • Quem toma um bom café, por estar melhor alimentada, consegue resistir mais facilmente às besteiras, como chocolate ou alguma besteira no meio da tarde.
  • Essa é a hora em que você pode comer mais calorias! Afinal, vai ter o dia todo para gastá-las. Por isso, coma alguma coisa, nem que seja um iogurte e uma banana a caminho da escola/trabalho.

3. A situação: comer muito e de uma vez.
A mudança: comer mais vezes ao dia, em pequenas quantidades.
 

Quem quer emagrecer ou manter o peso nunca passa fome, pois faz pequenas refeições ao longo do dia. Esse hábito faz com que seu organismo aproveite apenas os nutrientes que de fato precisa e evita que você fique morta de fome, a ponto de comer a primeira besteira que aparecer. Se você passa o dia todo sem comer e só faz uma grande janta, por exemplo, seu organismo entende que vai demorar a receber comida novamente e faz uma “reserva” do que você come. E, nessa, você engorda.

4. A situação: comer na frente da TV ou do computador.

A mudança: curtir cada refeição.
Se você não presta atenção ao que come, acaba comendo muito mais do que precisa. É só reparar: ao ver um filme, você acaba rapidinho com um pacote gigante de pipoca. Agora, se faz uma refeição com calma, prestando atenção nos alimentos, ingere apenas o que precisa. E, assim, fica bem alimentada e sem peso na consciência depois.

5. A situação: beber muito chá e sucos prontos pra matar a sede.

A mudança: tomar mais água.
As bebidas prontas têm muito conservantes e açúcar ou adoçante e, por isso, não é legal consumi-las todo dia como se fosse água. Pra matar a sede, o ideal é beber água mesmo, que faz bem e não tem caloria nenhuma.

6. A situação: começar com tudo nos exercícios e parar logo depois.

A mudança: se exercitar aos poucos.Ao se matricular na academia ou começar a fazer exercícios em casa, é normal querer fazer duas horas por dia. Mas calma: ao fazer isso, você logo vai ficar acabada, com o corpo dolorido e com vontade de desistir. Por isso, comece fazendo exercícios aos poucos, nem que seja meia hora por dia. E assim, aos poucos, você vai conseguir fazer sempre.

Tenho certeza que esses pequenos detalhes vão fazer toda diferença para você!

Fonte: decorpenduricalhos


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