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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Homens praticam mais atividade física que mulheres


Estudo do Ministério da Saúde mostra que os homens fazem mais exercícios físicos que as mulheres.

Enquanto 41,2% deles praticam algum exercício no tempo livre, apenas 27,4% delas fazem o mesmo.
No total, nos últimos cinco anos, houve aumento de 12,6% no número de pessoas que se exercitam.
O crescimento ocorreu em todas as faixas etárias, com exceção da terceira idade, que manteve o percentual.

Os dados estão no levantamento Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel).

Para o professor e psicólogo Luciano Santana Lopes, que cursa doutorado na Universidade de Brasília e é especializado em atividade física e educação, hábitos estabelecidos na infância refletem na idade adulta.

"É uma questão cultural mesmo. Os meninos são incentivados desde muito cedo pelos professores a participar atividades físicas, principalmente as coletivas, ao passo que as meninas são constantemente direcionadas para um lado mais social, com bem menos exercício físico."

“Fazer exercício significa uma qualidade de vida melhor e uma quantidade de vida maior”, defende Ricardo Munir Nahas, diretor da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte.
O médico assegura que praticar esportes traz diversos benefícios.

“A saúde vai melhorar. Praticando atividade física, as pessoas vão ter menos pressão alta, colesterol mais controlado, menor risco de diabetes, mais disposição para o lazer e para o trabalho. As pessoas dormem melhor e acordam dispostas com menos depressão, menos alterações psicossomáticas. Também controlam o peso melhor, esse controle faz com que a sobrecarga do envelhecimento seja menor para as articulações, principalmente nos membros inferiores, o que diminui as dores articulares.”

Além de todos esses benefícios, o médico explica que estudos mostram que a atividade física reduz a chance de alguns tipos de câncer, além de melhorar a tonicidade da pele.

Segundo o Ministério da Saúde, há redução de 20% a 30% de mortalidade por doenças crônicas entre quem pratica atividade física regular.

Ele conta que é muito bom ter o acompanhamento de um profissional de educação física para prescrever os exercícios e de um médico do esporte para avaliar a série, de acordo com o metabolismo e as metas do paciente.

Porém, a ausência desses profissionais “não é desculpa para não praticar atividade física”, destaca o especialista em medicina do esporte.

Para a diretora de Vigilância e Promoção da Saúde do Ministério da Saúde, Déborah Malta, o aumento de pessoas praticando exercício também se deve à disseminação da informação sobre todos os benefícios.

Além disso, ela explica que hoje há mais academias em pontos mais convenientes para as pessoas.
”Há uma ambiência muito favorável em relação aos benefícios da atividade física, sem dúvida isso tem levado a um aumento da prática da atividade física de forma generalizada”, avalia.
A Vigitel também mostra que entre quem tem mais escolaridade a atividade física está mais presente.
Entre quem tem mais de 12 anos de escolaridade a prática regular de exercício chega a 45%, enquanto entre os que tem até 8 anos o percentual cai para 22%.

Para que as pessoas com menos escolaridade, e consequentemente, com menor renda, possam ter mais acesso a atividades físicas, foram instaladas 800 academias públicas ao ar livre, como parte do Plano de Ação para Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis do Ministério da Saúde.

Fonte: Esportweb

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Mulheres escolhem vida saudável para evitar doenças cardíacas


Exercícios ao ar livre, caminhada, atividades funcionais e alimentação saudável estão fazendo parte da rotina de muitas mulheres tocantineses. Uma pesquisa feita pela Organização Mundial da Saúde, divulgada pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesau), aponta que cerca de 200 mulheres morrem com problemas cardíacos todos os dias no Brasil. Um número seis vezes maior do que as vítimas do câncer de mama, segundo a pesquisa.
Para Amanda Cristina, moradora de Palmas, ter uma vida ativa é fundamental para se manter com saúde. Ela conta que tem histórico de pessoas hipertensas e diabéticas na família e teve que mudar toda sua rotina diária para emagrecer e melhorar a qualidade de vida.
“Perdi 36 kg e hoje procuro me manter o mais saudável possível, faço caminhada e corro todos os dias, inclusive aos domingos, para não ganhar peso”, ressalta.
Ela contou que sofreu muito preconceito antes de perder peso, inclusive do ex-namorado. “Eu tentei ser saudável sozinha, mas não consegui. Depois que meu ex-namorado terminou comigo por que eu era gorda, minha auto-estima foi lá embaixo, a partir dessa e outras situações, fui atrás de ajuda profissional. Hoje, com meus 64kg, me sinto super bem, gosto de me arrumar e minha auto-estima é elevadíssima”, explica.
Já a técnica em radiologia, Kellyanny Silva, contou que percebeu a necessidade de ser saudável, quando se viu muito acima do peso. “Eu estava me sentido sempre muito cansada e indisposta, daí percebi que devia e precisava mudar meus hábitos alimentares e ter uma rotina de exercícios físicos”, conta.
Segundo a cardiologista Érica Teixeira, as mulheres adquiriram hábitos que antigamente eram exclusivos do sexo masculino como tabagismo, consumo de álcool e estresse. Ela afirma que tudo isso contribui para o aumento de doenças cardiovasculares. “Há fatores de risco como a idade e antecedente familiar. Além de fatores modificáveis como a hipertensão, diabetes, tabagismo, colesterol, sedentarismo e obesidade.”
A cardiologista fala também que medidas simples, como um estilo de vida saudável, podem reduzir o risco de doenças cardíacas nas mulheres em até 80%. “A mulher precisa entender que a doença do coração é uma ameaça real e é uma das principais causa de mortes entre pessoas do sexo feminino”, ressaltou.
Sintomas
Alguns sinais de doenças cardíacas são: dificuldade de respirar e dormir, sensação de enjoo ou mal-estar, sentir medo ou nervosismo, dores de cabeça, queimação ou peso no peito, dores no peito, costas pescoço, ombros, orelha ou braços. Ao sentir os sintomas, a medida indicada é procurar atendimento médico.

Fonte: G1

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Prisão de ventre: saiba como conviver bem com problema



Se você tem prisão de ventre e acha que está sozinho, engana-se. Calcula-se que mais de 30 milhões de brasileiros, ou 15% da população do país, sofre com esse tipo de incômodo, a maioria mulheres. Além do desconforto em geral, que inclui sensação de barriga inchada, gases e dificuldade para ir ao banheiro, a constipação intestinal – que mais do que uma doença, é um sintoma – pode ser sinal de diabetes, hipotireoidismo, problemas neurológicos, sedentarismo ou hábitos alimentares inadequados. No limite, porém, quando o ressecamento aparece de uma hora para a outra, acompanhado de emagrecimento, eliminação de sangue e catarro, pode ser um sinal de câncer de intestino.
O proctologista Antônio Lacerda Filho, professor do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explica que como causa primária a constipação intestinal é muito rara. “Na maioria das vezes há alguma coisa por trás. Em geral, hábitos de vida inadequados ligados ao sedentarismo, alimentação errada. Na busca de um tratamento para o incômodo, o importante é descartar as causas secundárias, que, incluem, ainda, o uso de medicamentos que prendem o intestino, como é o caso dos antidepressivos.
Quando todas essas causas forem descartadas e uma constipação grave for mantida, é hora de investigar outras doenças. “Se uma pessoa sempre teve hábitos intestinais regulares e de repente começa a se queixar de ressecamento e a perder peso, é importante investigar porque isso pode ser sinal de um câncer”, avisa Antônio Lacerda Filho. De acordo com ele, prisão de ventre com sinais de alarme são as que aparecem de uma hora para outra e estão associadas ao emagrecimento, sangramento e eliminação de catarro nas fezes. “Isso chama a atenção para uma doença mais grave e indica a necessidade de fazer uma colonoscopia”, indica.
Para cada quatro indivíduos que sofrem de constipação intestinal, três são mulheres. De acordo com Simone Chaves de Miranda Silvestre, nutróloga do Hospital Felício Rocho, isso ocorre por fatores emocionais e também hormonais, além dos alimentares. “O fator emocional surge, por exemplo, quando uma pessoa passa a usar um banheiro com o qual não está acostumada. Mas também existe uma ligação entre o ressecamento intestinal e as alterações hormonais do ciclo menstrual”, observa. Segundo ela, algumas dietas, principalmente as que estão na moda, chamadas de lowcarb, com baixo teor de carboidrato, podem causar o problema. “Há dietas que preconizam a não ingestão de folhas e verduras em geral e isso reduz muito a quantidade de fibras, o que pode evoluir para uma constipação intestinal”, alerta.
Para os padrões ocidentais, é considerado normal evacuar de três vezes ao dia a três vezes por semana, mas é preciso levar em conta que não existem padrões rígidos para classificar a frequência normal de funcionamento dos intestinos. “Se uma pessoa não sente cólicas, se as fezes não estão ressecadas, está tudo absolutamente normal. Devemos considerar que aquilo que é considerado constipação intestinal para uma pessoa, para outra não é”, diz o professor do Departamento de Cirurgia da Faculdade de Medicina da UFMG. Ele explica que há pessoas que dizem que têm o intestino preso porque evacuam pouco, outras fazem isso diariamente, mas com um esforço tremendo. “Tudo isso faz parte do quadro”, observa.
A empresária Magda Baccarini tem prisão de ventre há muitos anos e conta que aprendeu a conviver com isso. “Faço atividade física duas vezes na semana, ando o dia inteiro enquanto trabalho, minha alimentação inclui verduras e frutas. Como esse ressecamento não é repentino, resolvi parar de me cobrar e encarar a realidade: meu intestino é preguiçoso”, declara. Magda já se acostumou e assegura que não sente mal-estar, inchaço no abdome ou gases. “Cansei de pegar receitas com os amigos. Nada resolvia”, desabafa. Apesar de manter uma alimentação saudável, rica em fibras, a empresária reconhece que não tem o costume de tomar muita água, hábito que, segundo os médicos, é essencial para o funcionamento regular do intestino.
“Muitos médicos receitam a ingestão de fibras para melhorar a prisão de ventre e se esquecem de orientar que, junto com elas, é preciso ingerir uma quantidade abundante de líquido”, lembra o proctologista Antonio Lacerda Filho. De acordo com o gastroenterologista Décio Chinzon, quando a razão da constipação intestinal é orgânica, o fator casual pode ser eliminado e assim o intestino volta a funcionar normalmente. Quando não é possível identificar uma causa objetiva, existem medidas higienodietéticas que podem ajudar, como a estimulação por exercícios físicos, correção da dieta e ingestão de medicamentos e suplementos que podem ser indicados pelo médico para solucionar o problema”, explica Dr. Chinzon. Uma da medidas que ele recomenda é justamente o aumento da ingestão de água.
Para evitar a prisão de ventre
» Vá ao banheiro sempre que tiver vontade. Não fique muito tempo forçando, pois isso pode levar ao aparecimento de hemorroidas
» Beba muito líquido (de dois a três litros por dia)
» Use álcool com moderação, porque ajuda a desidratar as fezes
» Saiba que a ingestão de farelo em pó pode aumentar a produção de gases
» Coma frutas, se possível com casca, nos intervalos entre as refeições. Algumas frutas que ajudam o intestino a funcionar melhor são: mamão (se possível, coma com o caroço), laranja com o bagaço, ameixa-preta ou água de ameixa (deixe quatro delas dentro da água durante a noite e, pela manhã, descarte-as e tome somente a água. Pode usar a água também para fazer um suco verde, com couve, agrião, melão e limão)
» Evite alimentos muito pastosos. Muita gente acha que deve tomar sopa, mas é bom evitar.
» Coma fibras, mas não deixe de tomar água pois senão o efeito pode ser contrário
» Tente administrar as situações de estresse e as crises de ansiedade. Se precisar de ajuda, não se acanhe. As emoções podem ter influência sobre o funcionamento dos intestinos. Lembre-se de que esse órgão já foi chamado de segundo cérebro.
» Procure assistência médica se notar mudanças significativas nos hábitos intestinais. Não deixe também de ir ao médico se as fezes estiverem muito ressecadas ou muito finas, se houver sinais de sangramento ou se você estiver emagrecendo sem nenhuma explicação aparente.

Fonte: Diário de Pernambuco

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Obesidade eleva em até 40% risco de sete tipos de câncer em mulheres


Uma pesquisa da organização britânica Cancer Research UK sugere que a obesidade aumenta em até 40% as chances de mulheres desenvolverem sete tipos de câncer.
O problema pode aumentar o risco de câncer de intestino, câncer de mama depois da menopausa, de vesícula biliar, rins, pâncreas, útero e câncer de esôfago.
Segundo os pesquisadores, a obesidade pode aumentar o risco de desenvolver câncer de muitas formas. Uma possibilidade é que a doença esteja ligada à produção de hormônios em células de gordura, especialmente o estrogênio.
Acredita-se que o estrogênio seja o combustível para o desenvolvimento de câncer.
A pesquisa analisou um grupo de mil mulheres obesas e descobriu que, neste grupo, 274 tinham maior tendência a desenvolver câncer ao longo de sua vida.
Os pesquisadores também analisaram um grupo de mil mulheres com o peso considerado normal e descobriram que 194 mulheres tinham chances de ser diagnosticadas com câncer durante suas vidas.

‘Pequenas mudanças’

Para Julie Sharp, chefe do setor de informações para saúde da Cancer Research UK, ‘pequenas mudanças’ no estilo de vida já podem ajudar a evitar a doença em mulheres obesas.
“Perder peso não é fácil, mas você não tem que entrar para uma academia e correr quilômetros todo dia, ou desistir de sua comida favorita para sempre.”
“Fazer pequenas mudanças que você consegue manter no longo prazo pode ter um impacto real. Para começar, tente sair do ônibus uma parada antes da sua e cortar alimentos gordurosos ou com muito açúcar”, afirmou.
“Perder peso demora, então, gradualmente, aumente (exercícios e alimentação saudável) para chegar a um estilo de vida mais saudável que você consegue manter”, acrescentou.
“Sabemos que nosso risco de desenvolver câncer depende de uma combinação de nossos genes, nosso ambiente e outros aspectos de nossas vidas, muitos dos quais podemos controlar. Ajudar as pessoas a entender como elas podem reduzir o risco de desenvolver câncer ainda é crucial para enfrentar a doença”, afirmou.
Para a médica, mudanças no estilo de vida como “parar de fumar, manter um peso saudável, ter uma dieta saudável e diminuir o consumo de álcool” são grandes oportunidades para reduzir o risco de desenvolver a doença.
“Fazer estas mudanças não é uma garantia contra o câncer, mas aumenta as possibilidades a nosso favor”, disse.
Fonte: BBC Brasil.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Nutricionistas dão dez dicas simples para mulheres ocupadas terem uma alimentação mais saudável


Se os seus dias são cheios de compromissos e afazeres, você sabe como é difícil manter uma alimentação saudável em meio a agitação. Na verdade, você nem pensa muito nisso e acaba optando pelos alimentos industrializados ou semiprontos, certo? Em entrevista à Marie Claire britânica, especialistas deram dicas simples para você manter a saúde – e o corpo em forma.
1.  TOME UM CAFÉ DA MANHÃ REFORÇADO
Acordou atrasada e pulou o café da manha? Parece clichê, mas isso só irá prejudicá-la.“Começar o dia com um café da manhã saudável é essencial para restaurar os níveis de açúcar no sangue após o jejum que fazemos durante o sono”, afirma o nutricionista Alex Thompson. “Se pular essa etapa, você terá uma baixa nos níveis de açúcar no sangue logo cedo, diminuindo seu humor, energia e concentração. Seu metabolismo também irá trabalhar mais devagar, o que significa que seu corpo não irá queimar calorias de forma eficiente.” O ideal é ingerir uma refeição que contenha carboidratos de digestão lenta e proteínas para ter energia de manhã. Mingau, cereais, ovos, pães ou torradas integrais são boas opções.
2. OPTE PELA PROTEÍNA
Esqueça o delivery de fast food. Se você está sem tempo de sair para almoçar, prepare a refeição em casa e já leve pronta para o trabalho. “Enquanto um almoço rico em carboidrato irá deixá-la cansada durante a tarde, refeições a base de proteínas deixam sua mente mais ágil”, explica Alex. “A melhor opção é uma salada com carne magra ou ovos e um pequeno pedaço de pão.”
3. BEBA BASTANTE LÍQUIDO
Sabe aquela garrafinha de água? Ela será sua maior companheira do dia. “Muitas pessoas não têm o costume de ingerir líquido durante o dia, e a desidratação pode afetar o humor, a concentração e descarregar suas energias”, diz o nutricionista. “A quantidade de fluído que alguém deve tomar depende de vários fatores, incluindo se a pessoa pratica atividades físicas e se o tempo está muito quente. Para saber se você está tomando líquido suficiente, basta verificar a cor do seu xixi: ele está claro? Então, você está bem hidratada.”
4. CONGELE REFEIÇÕES
“Prepare comidas saudáveis, como sopas e molho de tomate, e congele. Essa é uma ótima maneira de garantir que você terá refeições nutritivas em casa sempre que bater a fome. E, assim, não correrá o risco de comer alimentos industrializados cheios de gordura e sódio ou pedir uma pizza, hamburger etc quando não estiver com vontade de cozinhar.”
5. REDUZA A CAFEÍNA
Aquela xícara enorme de café que você toma ao longo do dia é uma delícia, mas você terá que reduzi-la. “Pequenas quantidades de cafeína dão um impulso de energia temporário, mas em excesso podem fazê-la se sentir irritada a ter noites de sono mal dormidas.”, diz a nutricionista Vicky Pennington. “Tome no máximo de três a quatro xícaras de café ao dia.”
6. FAÇA UM DIÁRIO DA COMIDA
O dia passa correndo e provavelmente você esquece de várias coisas que comeu. “Tente manter um diário da comida pelo menos por uma semana”, diz Vichy. “Os resultados podem surpreende-la, uma vez que a maioria de nós pensa que está comendo bem menos. Escreva tudo o que você for ingerindo ao longo do dia. Talvez isso seja o suficiente para você perceber que precisa ter uma dieta mais saudável e balanceada.”
7. COMA GORDURAS SAUDÁVEIS
“Gorduras saudáveis são essenciais”, afirma a nutricionista Nina Omotos. Elas são usadas para produzir hormônios que nos ajudam a lidar com o estresse. Alimentos integrais, abacate, azeitonas, ovos e sementes de chia são grandes fontes.”
8. ESCOLHA O LANCHE CERTO
“Um lanche preenche a lacuna entre refeições e ajuda a manter a energia no corpo ao longo do dia. Opte por um mix de carboidrato, proteína e gordura saudável, pois eles irão desacelerar sua digestão e você ficará satisfeita por mais tempo.” Nina sugere cenoura com homus ou bolachas de água e sal com creme de amendoim.
9. APOSTE NO MAGNÉSIO E NO FERRO
“O magnésio é um mineral que relaxa o corpo e nos ajuda a lidar com um estilo de vida agitado. Tente comer alimentos ricos em magnésio todos os dias: coloque gergelim em seu cereal, coma de lanche nozes ou amêndoas, e adicione espinafre em suas refeições noturnas”, diz Nina. O ferro é outro nutriente muito importante.“Mulheres têm mais necessidade de ferro por causa da perda que ocorre durante o período menstrual”, diz Nigel Penny, professor de fisiologia humana aplicada na Universidade de Birmingham. “Mantenha o consumo através da carne magra, ovos, vegetais e cereais.”
10. ADICIONE COR À SUA ALIMENTAÇÃO
“Tente ingerir diferentes cores de frutas e vegetais ao longo do dia para garantir que você irá consumir vitaminas, minerais e antioxidantes essenciais”, afirma Nigel. Coma uma porção de mais ou menos 80 gramas a cada refeição.
Fonte: Marie Claire

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Saiba como combater as olheiras


Você já se olhou no espelho do banheiro antes de dormir e levou um susto ao perceber manchas escuras embaixo dos olhos? Elas aparecem em mulheres – e homens também – pelos mais diversos motivos.
Além de ser característica genética, recorrente em orientais e árabes, também deve-se levar em consideração estresse, fadiga, desidratação, má circulação do sangue, problemas de rinite e sinusite, cigarro, álcool, vida noturna agitada e a espessura da pele nesta região, naturalmente fina.
“Alimentos com alto índice glicêmico também podem influenciar, já que favorecem a glicação [processo que pode acarretar envelhecimento e complicações vasculares]. Dieta balanceada é essencial, inclusive existem nutricionistas que trabalham com foco em saúde da pele”, explica a dermatologista Isabel Martinez. E é normal que, ao envelhecer, a pálpebra afine ainda mais, evidenciando os vasos.
De acordo com pesquisa realizada pela Clinique com cerca de 600 mulheres de diferentes etnias, para entender por que as olheiras as afetam e como elas lidam com isso, descobriu-se que as manchas ao redor dos olhos estão no topo da lista de preocupações estéticas da ala feminina.
“Os resultados revelaram que, apesar de elas se incomodarem, são muito céticas em relação a testes de novos cremes para essa área e, então, preferem camuflar com corretivo”, conta Ana Lia Pereira, porta-voz em skincare da marca.
E agora?
Infelizmente não existe um tratamento milagroso para livrar o rosto das olheiras, mas alguns procedimentos podem ajudar. Primeiro, é recomendado consultar um médico especialista para que ele possa analisar o caso e prescrever produtos tópicos que tenham cafeína, vitaminas K ou C, retinol e algum despigmentante. Tudo com muito cuidado por se tratar de uma área delicada.
“O melhor, no entanto, é o preenchimento com ácido hialurônico, que aumenta a densidade e traz mais água para a região, hidratando-a e melhorando bastante a coloração, além de estimular fibras de colágeno. A aplicação pode ser repetida a cada 8 ou 12 meses”, explica a dermatologista Helua Mussa Gazi, diretora da Clínica Belle Santé, que também indica drenagem facial e a luz intensa pulsada com o equipamento M22, que atua contra a hemossiderina, justamente o pigmento provocador das olheiras.
Sabe aquela cena clássica do ritual de beleza com os pepinos nos olhos? Na verdade, não existe nenhuma comprovação científica de que o vegetal pode melhorar a aparência da pele. O que acontece é que o gelado contrai os vasos sanguíneos, deixando-os menos aparentes e amenizando o tom arroxeado.
“Uma dica é deixar a água termal dentro da geladeira e aplicá-la ao acordar com discos de algodão”, revela Helua. Se nada disso funcionar, vale a pena fazer uma visita ao otorrino para verificar se o tom escuro é fruto de distúrbios respiratórios.
Remover a maquiagem antes de dormir deve se tornar um ritual de beleza diário, pois é durante a noite que a pele consegue se restaurar. Ana Lia ressalta que os olhos têm um forte sistema de reflexo que os protege ao mesmo tempo em que os mantêm longe de resíduos.
“No processo de limpeza, o fluido em excesso e as impurezas são expelidos por meio dos canais lacrimais, que podem provocar inflamações e, em última instância, olheiras e bolsas.” E protetor solar é fundamental para evitar o envelhecimento precoce.
Quanto aos adesivos (também chamados de patches) que prometem ação clareadora, Helua aconselha outros caminhos. “Devido aos princípios ativos, eles acabam combatendo mais a flacidez do que a olheira em si; há métodos mais eficazes.”
Receitinhas
Fora os produtos prescritos pelo médico, é possível combinar receitas caseiras muito simples de fazer – caso das compressas frias com chá de camomila, que contém substâncias clareadoras.
Outra opção, segundo Isabel, é fazer uma massagem matinal com creme hidratante para pálpebra à base de ácido hialurônico, com camomila ou Bepantol. “Diminui o edema e relaxa. Inicie a massagem do canto interno do olho em direção ao externo, deslizando suavemente.” Mãos à obra e olhar vivo!
Fonte: Larissa Drumond, especial para o iG São Paulo.

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